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Variância, estudos, futuro do jogo, dowswing e até a melhor cravada: Yuri Martins responde diversas perguntas no Instagram

O craque paranaense tirou dúvidas e interagiu com os seguidores

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Vanessa Kade

Grande nome do poker brasileiro na atualidade, Yuri Martins também utiliza de forma bem produtiva suas redes sociais. O craque tem 39 mil seguidores no Instagram e sempre interage bastante com os seguidores. Recentemente, o paranaense abriu a caixa de perguntas para o público e respondeu diversas delas.

Foram tantas que acabou praticamente virando uma espécie de entrevista. Yuri tirou muitas dúvidas, pensou no passado da carreira e no futuro do jogo, falou sobre downswing, variância e estudos. Até a melhor sensação de cravada o “theNERDguy” respondeu.

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Confira as perguntas e as respostas:

Como pensa que será o poker daqui 10 ou 20 anos?

Y: Ainda será muito lucrativo. Se você estudar muito e praticar, terá sucesso para sempre. Falando sobre conhecimento técnico, já temos softwares e poder computacional suficiente para resolver quase qualquer dúvida. Mesmo assim o poker continua sendo muito lucrativo.

Maior dificuldade em se manter em alto nível? Quais foram as mudanças no dia a dia que teve que alterar?

Y: Acredito que as maiores dificuldades são emocional e a mental. A parte técnica é complicada, é claro, mas é uma questão mais fácil de resolver. O que tive que alterar? Absolutamente nada. Minhas escolhas e o sistema que criei me fizeram chegar até aqui. Por isso não há o que mudar, apenas continuar fazendo o que eu criei.

Acredita que hoje seja mais fácil ou difícil um jogador iniciante chegar ao alto nível e se tornar lucrativo?

Y: Muito mais fácil. Tem muita informação por preços muito acessíveis. Existem conteúdos de graça no Youtube também.

O que fez para parar o tilt (sei que você já foi muito) ou como ir diminuindo aos poucos?

Y: Estudar sobre variância me ajudou muito a entender a natureza do poker e as possíveis swings (positivas e negativas) que podemos enfrentar

Qual conselho você daria para você mesmo 10 anos atrás quando estava começando a carreira?

Y: Estude sobre variância e entenda a natureza do jogo. Poker não tem justiça no curto prazo. Tudo pode acontecer. Por isso pare de ser chorão, pare de magoar as pessoas ao seu redor com o seu descontrole emocional, continue estudando e jogando exatamente como você está fazendo que no longo prazo as coisas se equilibram e você vai vencer.

Diminuir AVG buy-in, MTT com field menor, tem mais dicas para quem tá numa dowswing?

Y: Se você está com o psicológico em dia e tem bankroll para continuar jogando o que estava jogando, eu não diminuiria de buy-in. Estude bastante. Estudar vai lhe dar segurança em um momento muito importante. Aceite que você provavelmente não vai conseguir o A game. Se contente com o B game e não deixe o C, D game chegar.

Qual a melhor sensação de cravada? Foi o primeiro bracelete?

Y: Acho que foi a segunda colocação no Main Event do WCOOP. Não foi uma cravda, mas mudou a minha vida.

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Confira o episódio #11 do Poker de Boteco:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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