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Kahle Burns defende acusações de Alex Foxen, mas revela que não são amigos e se pronuncia pela primeira vez após 3-handed polêmico
Jogador australiano usou o Twitter para fazer novas revelações sobre temas controversos
As polêmicas não diminuem de ritmo pelo mundo. Depois da comunidade se juntar para pedir soluções contra jogadores apontados como trapaceiros e iniciar um movimento fortíssimo, principalmente através do Twitter, o australiano Kahle Burns, que também se posicionou a favor de medidas duras a nomes como Ali Imsirovic e Jake Schindler, jogou ainda mais lenha na fogueira com uma nova acusação.
Após seguir o tom iniciado por Alex Foxen, cobrando investigações e posicionamentos de todos os membros da comunidade, Kahle Burns fez seu próprio relato sobre as situações dos dois jogadores mais citados até o momento. Ele relembrou algumas de suas partidas contra Imsirovic e Ali e expressou que, mesmo sendo bons, ambos não eram considerados de elite e eram perdedores nos torneios de US$ 25K.
Só que, após algum tempo jogando, o australiano passou a notar que os dois haviam melhorado significativamente, quase de um hora pra outra. Burns revela ter comentado isso com outras pessoas, que tiveram a mesma percepção. Porém, dando o benfício da dúvida e sem ter como provar o uso de RTA, ele decidiu não ir a público e acabar injustamente com a carreira dos jogadores. Agora, no entanto, o silêncio dos dois parece ter convencido Kahle, que fez coro por soluções e contribuiu contando essa história.
Porém, o terceiro jogador mais vitorioso da história da Austrália não parou por aí. O craque decidiu aproveitar que já havia se manifestado para jogar ainda mais lenha na fogueira e sobrou para Alex Foxen, o causador do despertar desse movimento. Burns reviveu um torneio já antigo, jogado em 2018, onde ficou com a terceira colocação. Foi um US$ 5K do Venetian e duas pessoas estão envolvidas na situação controversa: o casal Alex Foxen e Kristen Bicknell.
Antes de comentar sobre o caso, Kahle Burns fez questão de reiterar que a opinião nada tem a ver com a relação não amigável entre ambos. Em 2018, o 3-handed do US$ 5K do MSPT no Venetian foi entre Burns, Foxen e Bicknell. Os dois últimos já eram um casal reconhecido no meio e Burns precisou enfrentá-los para tentar levar o título do torneio. No caminho, um deal foi oferecido, mas Kahle Burns preferiu não aceitar, o que ele mesmo colocou como um possível erro numa situação como essa.
No entanto, segundo o próprio australiano, ele estava bem confiante de que a transmissão com cartas reveladas que acontecia naquela competição seria o suficiente para que nenhum dos rivais fizessem qualquer tipo de conluio. Porém, nem mesmo isso impediu, de fato, que o casal usasse de soft play na decisão. Revendo a disputa, Burns passou a considerar que houve, sim, o soft play e pediu, à época, diretamente a eles, que fizesse uma arbitragem.

Kristen Bicknell e Alex Foxen
A mão que pode causar mais discussão é sem dúvidas uma que não acabou em all in. Foxen tinha JJ e Bicknell AA num 3-bet pote. O flat de JJ de Foxen acabou fazendo com que ele acertasse uma trinca no flop 54J, e ele decidiu só pagar a aposta da esposa. No turn K, Bicknell deu check e só pagou uma pequena aposta do marido. No river 3, que não completou flush. Foxen tinha o SPR encaixado para o all in, mas apostou um valor menor e ainda viu a esposa foldar o overpair, gerando uma grande discussão.
O casal negou, alegando que isso era uma questão tendenciosa contra eles, e Kahle Burns decidiu deixar de lado. Mas com a erupção desses novos acontecimentos, ele decidiu trazer o assunto à tona e pediu, mais uma vez, uma análise justa. Abertamente, ele ofereceu aos jogadores uma nova arbitragem por nomes escolhidos entre eles, para que resolvam de uma vez por todas o caso.
O australiano também falou que o pedido não tem a ver com o dinheiro e que está disposto a doar uma possível multa de acerto para a caridade. De acordo com Burns, “se você quer pregar a responsabilidade, você tem que praticá-la também”, mas ele duvida que Foxen e Bicknell aceitarão a oferta de revisão. Que semana para os jogadores high stakes!
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Confira o episódio #11 do Poker de Boteco:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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