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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
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Kelvin Kerber se junta a seleto grupo de brasileiros com ganhos acima de US$ 5 milhões no poker ao vivo
Lista tem Yuri Martins, Padilha, Boianovsky e Volkmann
A sequência insana de hits de Kelvin Kerber alçaram o jogador para uma seleta lista do poker brasileiro. O big hit da carreira, alcançado com o prêmio de € 809.020 pelo vice-campeonato do € 25.000 High Roller do EPT Monte Carlo, colocou Kelvin entre os cinco maiores premiados do poker ao vivo de acordo com a lista oficial do Hendon Mob.
De acordo com o site, que funciona como um agregador de resultados, Kelvin pulou para a quarta posição entre os mais premiados do país, chegando a um total de US$ 5.621.374 em ganhos na carreira. Ele faturou mais de US$ 1.4 milhão com a participação no EPT Monte Carlo e subiu o elevador.
A frente dele, oficialmente, estão apenas três outros craques: Yuri Martins, Pedro Padilha e Felipe Boianovsky. Yuri é o líder, com US$ 11.728.736. Pedro Padilha é o segundo, com US$ 7.904.261. Completando o pódio simbólico, o “lipe piv” tem US$ 7.280.453 em ganhos.
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Um ponto válido sobre essa lista é que ela merece algumas ponderações. O Hendon Mob permite que os jogadores ocultem seu perfil, e este é o caso de João Simão. O craque mineiro seguramente também faria parte desta seleta lista, sendo, inclusive, o líder entre os brasileiros.
Outro ponto importante é que o Hendon Mob também não contabiliza os bounties em torneios deste formato. Isso também traria alterações já que, por exemplo, Alisson Piekazewicz passaria a integrar este time. o “heyalisson” faturou um total de US$ 1.909.000 com a cravada no Mystery Bounty da Triton, mas o site só contabiliza os US$ 709.000 da premiação regular.
Ainda assim, a lista é uma ótima forma de ilustrar a força do poker brasileiro, com cada vez mais nomes chegando a marcas antes inimagináveis.
Confira o top 5 de acordo com o Hendon Mob:
Yuri Martins – US$ 11.275.736
Pedro Padilha – US$ 7.904.261
Felipe Boianovsky – US$ 7.280.456
Kelvin Kerber – US$ 5.621.374
Bruno Volkmann – US$ 5.328.044
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
Deeb é dono de oito braceletes, enquanto Hellmuth tem 17

O recorde de Phil Hellmuth na WSOP está com o dias contados. Pelo menos é o que afirma – e provoca – o americano Shaun Deeb. Sempre com língua afiada, Deeb aproveitou o último episódio do No Gamble, No Future, onde dividia mesa com Hellmuth, para reafirmar a frase que já havia desferido em outras ocasiões.
Confiante na sua capacidade e na longevidade de sua carreira, Shaun Deeb disse que vai buscar o recorde de 17 braceletes de WSOP que hoje pertence a Phil Hellmuth. Atualmente, Deeb possui menos da metade desse número, com oito títulos conquistados no total.
O detalhe interessante para essa conta é que Deeb vem em uma escalada interessante. Ele tem seis braceletes conquistados desde 2018, sendo quatro a partir da década de 2020. Com 40 anos, o americano projeta uma carreira bem longa pela frente, o que tornaria “simples” ultrapassar o “Poker Brat”.
E tem mais: ácido, Deeb também falou que Hellmuth já não é bom no jogo e não deve ganhar muitos braceletes mais. Ainda, ele declarou: “Hellmuth sabe, lá no fundo, que vou ultrapassá-lo. Já ganhei dois prêmios de Player of The Year. Sou mais novo que ele Ele não consegue competir comigo”.
Falastrão ou não, Shaun Deeb já é o líder para a corrida de Jogador do Ano mais uma vez, já que marcou presença na WSOP Europa e teve um ótimo desempenho. Agora é ver se, quando chegar a WSOP efetivamente, Deeb vai mesmo se mostrar o futuro carrasco de Hellmuth.
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