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Collusion, ghost e ameaças: líder da All Time Money List é exposto por antigo cavalo em entrevista a Doug Polk
Martin Zamani fez uma série de graves acusações sobre o Bryn Kenney
Ebulição. A reação química que consiste no ato de ferver para transformar um líquido em vapor poderia também resumir o que acontece no cenário high stakes do poker mundial. E o fato é de que as notícias estão fervendo e saindo a cada instante, colocando diversos nomes importantes do poker em xeque.
Depois de ser iniciado o movimento contra os “cheaters”, o novo nome da vez a ser exposto tem uma relevância significativa. O novo acusado é nada menos que Bryn Kenney, o líder da All Time Money List do poker live, com US$ 57.204.865 em ganhos na carreira até o momento. Kenney foi exposto pelo também polêmico Martin Zamani em um podcast gravado com Doug Polk.
Como a comunidade inteira só fala disso, Polk aproveitou o momento para entrevistar Zamani e, uma vez lá, o jogador não poupou as palavras contra seu antigo patrocinador, em uma entrevista bem quente. Martin Zamani fez uma thread bem longa contando algumas coisas que vivenciou enquanto jogava paar Bryn Kenney. Foi isso que fez com que Polk o chamasse para uma entrevista.
Nela, as acusações foram graves. De acordo com Zamani, Kenney era uma espécie de líder de um “culto”. Assim, ele obrigava os seus cavalos a seguir à risca tudo que era imposto. Entre os esquemas revelados estavam o collusion entre companheiros em satélites, ghosts e uso de RTA nos torneios jogador. Se algum jogador não fizesse o que era mandadado, segundo Zamani, o mesmo seria dispensado do “time”.
A situação se agrava até mesmo em questões físicas. Ainda segundo Zamani, Kenney gostaria que todos os seus cavalos seguissem seu estilo de vida, com uma dieta vegana por exemplo. Outro exemplo, até assustador, foi a ida a um tipo de ritual para fazer uma “limpeza interior”, que utilizava métodos incomuns e dolorosos para tal. Martin Zamani diz que não aceitou participar desse ritual.
Falando efetivamente sobre o poker, Zamani continuou com alguns exemplos do que acontecia sob às ordens de Kenney. Segundo o americano, o líder da All Time Money List podia ver sua tela quando o GGPoker estava aberto e assim fazia o uso de RTA. Martin disse também que jogadores como Sergi Reixach e David Miscikowski faziam parte do esquema do uso de Real-Time Assistance.

Martin Zamani
A PokerNews seguiu a fundo após a entrevista de Zamani e entrou em contato com outro jogador já stackeado por Bryn Kenney. Sem revelar a identidade, tal jogador confirmou que todas as informações do jogador são verdadeira. Martin Zamani, no entanto, não pôde apresentar provas, mas suas palavras são, no mínimo, preocupantes.
Bryn Kenney chegou a dizer para Doug Polk que tomaria medidas legais caso o Podcast o prejudicasse, mas antes do mesmo ir ao ar. Após as acusações, o líder da All Time Money List não se manifestou.
Entenda o caso
O mundo do poker entrou em erupção nos últimos dias após Alex Foxen acusar Ali Imsirovic de uma trapaça ao vivo. Na situação, Foxen disse que Imsirovic olhou as cartas de um dos jogadores rivais na mesa e a partir disso se aproveitou da ocasião. Esse foi o estopim para desencadear uma série de acusações.
O próprio Foxen relembrou as trapaças já constatadas de Ali Imsirovic no GGPoker, site do qual é banido de jogar. Por conta disso, diversos nomes também se juntaram ao coro, apontando principalmente Imsirovic e Jake Schindler, revelando histórias que antes não tinham vindo a público.
Entre os nomes que se manifestaram a favor de punições mais severas estão Justin Bonomo e Chance Kornuth. Kahle Burns também foi outro que deixou palavras duras e ainda foi além, acusando até mesmo Alex Foxen por uma situação passada. Devido a tantas acusações de todos os lados, o assunto virou o principal do momento entre a comunidade.
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Confira o episódio #11 do Poker de Boteco:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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