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Um dos destaques do KSOP RJ, Marllon Pinto relembra trajetória no Main Event, fala sobre dancinhas e celebra: “momento único”

O jogador de Belém aproveitou cada momento em solo carioca

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Marllon Pinto

O KSOP RJ chegou ao fim na última semana, mas algumas atuações no evento ficarão um bom tempo na memória. Na principal competição da série, o Main Event, o título ficou com Gustavo Lopes, o “Vascão”, mas seu adversário do heads-up, Marllon Santiago Pinto, também mereceu uma nota à parte. O vice-campeão do torneio foi um dos destaques da etapa, principalmente por conta do seu jeito extrovertido nas mesas.

Entre boas jogadas, dancinhas e muita torcida a seu favor, o paraense conseguiu o maior resultado da sua carreira com o vice-campeonato. Regular do online, foi no live, longe de casa, que o jogador de Belém atingiu o big hit, de R$ 290.000. E isso aconteceu logo na primeira vez que participou de um evento tão grande como o KSOP. Por isso, o resultado se torna ainda mais especial.

“Eu nunca tinha jogado um evento live desse tamanho como o KSOP, então desde o primeiro dia classificatório eu já estava curtindo demais! Passar de dia, ensacar as fichas, tudo foi muito novo e a satisfação era muito grande de poder estar ali. Foi um momento único na minha vida e fiquei ainda mais feliz da maneira que foi, com tanta gente apoiando! Com certeza traz um conforto maior pra seguir desempenhando meu trabalho, mais confiança, mais motivação, mais apoio da família. O significado desse 2° lugar vai muito além da premiação pra mim”, diz.

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O caminho até a decisão foi marcado por suas dancinhas. Na transmissão da MundoTV, Marllon passou a contar com uma torcida enorme, que conseguia enxergar o quanto o paraense estava desfrutando o momento. Entre os que torciam estavam amigos e familiares, dos quais Marllon não pôde deixar de agradecer: “fiquei muito feliz com toda repercussão, desde o dia 3 já estavam na torcida, ainda um pouco mais modesta. No dia final minha família e amigos deram muita energia positiva, a confiança tava lá em cima, até JJ segurou”, brinca.

Por outro lado, as danças nas comemorações poderiam ser vistas com maus olhos, como desrespeito ou indiferença. No entanto, a explicação do jogador espanta todas as dúvidas. Era apenas um mecanismo de defesa unido com a alegria pelo momento: “Eu tava com uma música na cabeça e toda vez que me envolvia em uma mão de all in, ficava cantando e naturalmente dançando. Acho que no decorrer da FT ficou claro que não era provocação, era mais pra espantar o nervoso e pra curtir o momento. Eu tava muito feliz ali, era exatamente pós meu aniversário que eu tava recebendo o presente, o sentimento de gratidão a Deus era muito grande”, explica.


Marllon fez um caminho bastante sólido desde antes da mesa final mas, uma vez lá, teve que enfrentar grandes nomes. Para isso, ele tinha a tática bem definida: “eu adotei uma estratégia desde o começo do Dia 3 e tentei seguir à risca. As coisas foram acontecendo naturalmente e eu tentei jogar sempre diferente do habitual, tentando me adaptar a mesa e literalmente dançar conforme a música. Acima de um jogo de cartas, é um jogo de pessoas, então sempre procurava pensar qual a melhor jogada naquele momento vs aquela pessoa, então muitas vezes saí da minha linha do online”, conta.

Pelo caminho ficaram, por exemplos, nomes como João Pedro Sant’Anna e Marcelo Agrella, também lembrados pelo profissional de Belém. Tudo deu certo até chegar o heads-up contra o experiente Gustavo Lopes. O “Vascão” foi o destaque da decisão e ganhou elogios do vice-campeão: “foi uma honra enorme fazer o HU com o Vascão. Além de grande jogador, joguei bastante na mesa dele durante o evento e pude perceber que é uma grande pessoa também, merecido demais! Confesso que o HU que eu queria seria contra ele ou o Agrella, que se envolveu na mão mais decisiva da mesa final comigo“, relata.

Na mão que acabou por decidir o título, Marllon errou um hero call. Ele explicou os motivos para a tentativa: “Eu tinha A6o, resolvi jogar completando o blind e paguei o raise do Vascão, que podia ser topo ou lixo. No flop eu tenho um call muito claro de A High no board 933. Turn abriu flushdraw, ele deu check e eu resolvi betar muito baixo, por achar que estava ganhando a mão e proteger do range dele, deixar a ação comigo pra dar só check atrás. Mas fui surpreendido com check/raise dele. Só que como poucas mãos atrás ele me deu um raise só com 2 overcards, eu achei que ele poderia ter FD ou estar tentando forçar o fold de A High mesmo. Agora me arrependi do call turn, acho que era fold ali”, detalha.

A derrota passou longe de ser dolorida para Marllon. Como dito, ele aproveitou cada segundo, levou o big hit, se divertiu e divertiu a todos. Agora, ele já confirmou que vai aparecer mais vezes: “vou fazer de tudo pra ir no de São Paulo, apesar de coincidir com grandes eventos online, tentarei conciliar os dois pra não perder nenhuma etapa, e em Balneário Camboriú as dancinha estão garantidas novamente, estarei lá!”, fala.

Ainda no Rio de Janeiro desde o término da competição, Marllon Pinto tem curtido o grande feito conquistado, mas falta só uma coisinha essencial. “Já tava programado de ficar pelo RJ o resto do mês, conciliando grind com um pouco de praia. Aí com esse resultado foi ainda mais fácil, curti demais o momento e o resto da semana que passou. Ainda falta o abraço da minha mãe pra comemoração ficar completa”, finaliza o jogador, que também já está pronto para retornar aos estudos e se preparar muito bem para o SCOOP.

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KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller

O venezuelano puxou R$ 61 mil

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O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.

O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.

Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

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A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.

O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.

Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.

Confira a premiação completa:

1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi  – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

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KSOP Circuit Amazônia: Alexsandro Nogueira, Cristian Ribeiro e Eduardo Moura vencem no último dia da etapa

O último dia foi bastante movimentado

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O último dia do KSOP Circuit Amazônia foi recheado de torneios e contou com ótimo movimento no salão do Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. Entre os campeões da reta final da etapa, um dos destaques foi o jogador Alexsandro Nogueira, vencedor do High Roller Hyper.

O torneio, que não fazia parte da grade oficial, acabou sendo realizado após pedidos dos próprios jogadores e teve buy-in de R$ 4.000. Ao todo, 14 entradas foram registradas e Alexsandro Nogueira ficou com o título, faturando R$ 21.000 pela conquista.

Confira a premiação:

1º- Alexsandro Nogueira – R$ 21.000
2º – Bento de Souza – R$ 13.750
3º – Felipe Pedrosa – R$ 8.700

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Quem também se deu bem no KSOP Circuit Amazônia foi Cristian Ribeiro. O jogador, que na noite anterior acabou sofrendo dois duros coolers na mesa final do Main Event, deu a volta por cima ao conquistar o título do Last Chance.

Demonstrando muita resiliência após o ocorrido no principal torneio da grade, Cristian bateu com autoridade o field de 56 entradas no evento de buy-in R$ 750. Pela conquista, ele faturou R$ 10.000.

Confira a premiação:

1º – Cristian Ribeiro – R$ 10.000
2º – Gabriel Lima de Oliveira – R$ 6.000
3º – Anna Alice Bezerra de Oliveira – R$ 4.550
4º – Nabil Lelis de Oliveira Abdel Aziz – R$ 3.440
5º – Eibar Coa Monteverde – R$ 2.600
6º – Cesar Gustavo Camurça Ferreira – R$ 2.000
7º – Anderson Augusto Gadelha Cavalcante – R$ 1.600
8º – Cleiton Mauricio Sierpinksi – R$ 1.300
9º – Cleber Coldmir Sierpinski – R$ 1.100

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Por fim, o último torneio iniciado no KSOP Circuit Amazônia foi o Manaus Turbo Finale, competição que virou sensação durante as noites da etapa. Na edição derradeira do torneio, melhor para Eduardo Moura.

O jogador, que veio de Boa Vista para disputar o KSOP, superou o field de 28 entradas e, de forma especial, derrotou a própria mãe, Dyanna Vieira, no heads-up para ficar com o título. Pela conquista, Eduardo embolsou R$ 4.600, enquanto a mãe levou R$ 3.000 pelo vice-campeonato.

Confira a premiação completa:

1º – Eduardo Oliveira Moura – R$ 4.600
2º – Dyanna Vieira de Oliveira – R$ 3.000
3º – Jamily Lopes Rossete Moraes – R$ 2.000
4º – Alexandra Amenaida Villoria Alvarez – R$ 1.260

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“É um sonho realizado”: Ademilson Costa exalta sucesso do KSOP Circuit Amazônia e exalta parceria com o circuito

O empresário sócio da UniEventos se mostrou muito realizado com a etapa

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O KSOP pisou pela primeira vez no Norte do Brasil com um grande evento, arrecadando mais de R$ 1 milhão em sete dias de muito poker em Manaus, capital do Amazonas. E tudo isso só se tornou possível graças à parceria entre a Kings Eventos, que tem Moisés Moraes como CEO, e a UniEventos, empresa que conta com Ademilson Costa como sócio.

Frequentador assíduo do circuito pelo Brasil e também no exterior, Dedé sonhava há muitos anos em ver uma etapa do KSOP sendo realizada em Manaus e trabalhou para transformar esse desejo em realidade. Agora, com o encerramento da etapa, ele demonstrou toda a gratidão pelos dias vividos em sua terra natal:

“Cara, a primeira coisa é agradecer a Deus e toda a organização, na pessoa do Moisés, ao Mundo Poker, à transmissão maravilhosa de vocês, com informações em tempo real. Aos amigos do poker amazonense, aos amigos de Roraima, de Boa Vista, e a todos aqueles que vieram fazer parte, que vieram de longe. Vieram jogadores de Camboriú, tem um cara que está na mesa final do High Roller que é do Paraná, entendeu? Então, só tenho a agradecer. É um sonho realizado como pessoa. Isso é um sonho realizado meu e do meu amigo Arlindo Júnior, que já se foi, mas sonhava com isso”, falou.

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Além da emoção de ver o sonho sair do papel, Ademilson Costa também teve motivos para comemorar dentro das mesas. O empresário alcançou duas mesas finais importantes na etapa, no High Roller e no Main Event. Realizado com o resultado do evento, Dedé destacou a gratidão pela repercussão positiva do KSOP em Manaus e afirmou que espera voltar ainda mais preparado para uma possível edição em 2027.

“Eu espero passar para as pessoas apenas coisas boas, falar coisas boas, e espero que no ano que vem a gente possa planejar com mais calma, acertar ainda mais algumas coisas. Mas, para mim, superou tudo, estou realizado mesmo, com louvor. Foram duas mesas finais, High Roller e Main Event, como jogador, além de trazer para cá o campeão do Manaus Turbo, logo no primeiro dia. Então, como jogador e como empresário, estou muito realizado e muito grato.”

Mesmo já possuindo experiência na realização de eventos em Manaus através da Liga de Poker Caribenha, com a Uni Eventos, Ademilson Costa destacou que a grandiosidade de uma etapa do KSOP trouxe novos aprendizados para toda a equipe envolvida.

O empresário fez questão de elogiar a parceria com a organização do circuito, ressaltando o trabalho coletivo e a reciprocidade entre funcionários e participantes durante os sete dias de festival na capital amazonense:

“É, a gente já tem uma experiência, já trabalha com eventos em Manaus e também realiza alguns torneios menores, como a LPC, que é da nossa organização, a LPC Uni Eventos. Mas, nessa magnitude, a gente espera poder ser parceiro e seguir aprendendo. A gente aprende a cada dia como empresário, e foi tudo muito maravilhoso, muito gratificante. Nossos funcionários, vocês, como um todo, foi algo muito recíproco, houve reciprocidade de todos nós, entendeu? Essa é a minha ideia”, disse.

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Por fim, Ademilson Costa garantiu que a parceria com o KSOP deve continuar nos próximos anos. Presença frequente nas etapas do circuito pelo país, o empresário e jogador afirmou que seguirá acompanhando o calendário do circuito e reforçou o carinho pelo trabalho de todos.

“Vamos continuar. A gente segue no KSOP, que é algo que fazemos juntos. Participamos do circuito inteiro, das etapas, e vamos continuar assim. A gente se fala, se encontra pelo Mundo Poker, acompanhando essa cobertura maravilhosa que vocês fazem. Obrigado”, finalizou.

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