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Daniel Negreanu critica prática de atrasar o jogo na WSOP e sugere mudanças nas regras: “precisamos de relógios”
A prática do “stalling” foi amplamente utilizada por Will Kassouf e Martin Kabrhel durante a edição de 2025 da WSOP
Mesmo com o fim da WSOP 2025, as polêmicas envolvendo atitudes de alguns jogadores seguem sendo pauta de discussões sobre regras. Um dos nomes mais importantes da história do poker resolveu opinar sobre o assunto, e não poupou críticas. Trata-se de Daniel Negreanu, um dos principais embaixadores do jogo.
O canadense, que recentemente já havia criticado Ike Haxton por atitudes de “stall” (quando um competidor atrasa deliberadamente o jogo) na reta final do Main Event, voltou a se manifestar sobre o tema, principalmente após os comportamentos de Will Kassouf e Martin Kabrhel, dois dos maiores vilões da série.
Ambos foram penalizados pela organização com diversos pedidos de “relógio” devido aos atrasos frequentes em praticamente todas as mãos. Diante disso, Daniel Negreanu afirmou que essas atitudes mancham a imagem do jogo e defendeu que novas regras sejam discutidas para coibir esse tipo de comportamento.
“Cada esporte lida com o tempo de forma diferente, mas todos os esportes (e o poker) precisam ter regras justas para todos. Usar o tempo para enrolar e roubar a equidade dos outros é uma mancha negra no jogo, e espero que um dia os relógios de xadrez se tornem realidade”, falou.
He could have been talking about poker.
Every sport deals with time differently, but all sports (and poker) need to have fair rules for all.
Using time to stall and suck equity away from others is a black mark on the game, and one day I hope chess clocks become a reality. https://t.co/re1elx9DJz
— Daniel Negreanu (@RealKidPoker) July 20, 2025
Em uma publicação feita em seu perfil pessoal no X (antigo Twitter), Daniel utilizou o golfe como referência e reforçou a importância de regras justas para todos. Ele sugeriu que o poker adote o uso de um relógio semelhante ao do xadrez, com tempo individual controlado, como forma de solução definitiva para o problema.
No Brasil, por exemplo, os torneios dificilmente enfrentam esse tipo de problema, muito por conta das regras aplicadas por aqui. Cada jogador recebe time banks, e os dealers têm controle rigoroso sobre o tempo de ação, com o auxílio de um relógio em cada mesa.
Essa prática, bastante eficiente e comum no cenário nacional, ainda é pouco conhecida pela comunidade internacional, sendo familiar apenas para jogadores estrangeiros que viajam ao país para disputar circuitos como o KSOP e o BSOP. O modelo brasileiro poderia, inclusive, servir de referência global e ser mais difundido como uma solução eficaz contra o stalling.
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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