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Solvers x Instinto: Daniel Negreanu revela sua preferência e lista jogadores “fora da curva” em discussão no X; confira

O jogador canadense considera mais legal o estilo de aprender o jogo “na raça”

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O jogo de poker evoluiu bastante ao longo dos anos, especialmente com o surgimento de softwares capazes de calcular situações e decisões com muita precisão. Dominar essas ferramentas se tornou praticamente indispensável para quem busca sucesso no cenário competitivo atual. Ainda assim, alguns jogadores seguem outro caminho.

Neste domingo (30), Daniel Negreanu trouxe esse tema à tona em uma postagem no X. O canadense, um dos nomes mais respeitados do poker mundial, compartilhou uma reflexão destacando vários profissionais de enorme sucesso que raramente, ou quase nunca, recorrem aos chamados solvers.

Segundo Negreanu, ele admira profundamente esses jogadores que “fazem do próprio jeito”, embora deixe claro que não critica a nova geração, que prefere estudar e resolver mãos por meio das máquinas.

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“Há muito o que admirar e respeitar nos jogadores que estudam duro, trabalham com solvers e aprendem o jogo em alto nível, do jeito ‘correto’. Mas, para mim, é muito mais romântico, divertido e simplesmente mais legal assistir àqueles que fazem as coisas do próprio jeito e fazem funcionar, enquanto a galera estudada fica internamente comentando o quão ‘ruim’ eles supostamente jogam.

Uma longa lista de nomes vem à mente:

Vanessa Selbst está no topo para mim, mesmo que não seja recente. Ela quebrou o molde dessa categoria inteira.

Phil Ivey
Bryn Kenney
Jesse Lonis
Chino Rheem
Michael Mizrachi

Alex Foxen, de certa forma — um híbrido. Estudado, mas também faz coisas que muitos acham horrendas, e é justamente isso que o torna um monstro.

Adrián Mateos — outro ‘meio-termo’.

Martin Zamani

E até… Shaun Deeb.”

O assunto continuou rendendo com diversos comentários citando outros nomes e fazendo algumas brincadeiras. Entre eles, Chad Holloway, jornalista do PokerNews, perguntou a Negreanu onde ele colocaria Michael Addamo nessa discussão.

O canadense respondeu: “ah, eu acho que ele era muito focado em resolver problemas, mas estudava de uma maneira bem diferente e por conta própria. Ele trilhou seu próprio caminho, não foi um seguidor, mas acredito que sua estratégia foi desenvolvida com o uso de solvers.”

Daniel Negreanu ainda foi questionado sobre em quem apostaria US$ 1 milhão: um dos jogadores citados por ele ou um grupo formado por oito regulares especialistas em solvers. A resposta foi direta: Phil Ivey. A discussão seguiu intensa na publicação, que ao todo acumulou 46 comentários, divididos entre aqueles que concordaram com Negreanu e outros que trouxeram opiniões diferentes.

E você, leitor: prefere o caminho dos solvers ou as estratégias próprias?

Confira o Poker de Boteco #119 com Marcos Soares, o “Ibaminha”:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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