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WSOP: Poker Players Championship de 2024 quebrou seca de 11 anos de Daniel Negreanu sem bracelete
O canadense teve um título emocionante em 2024
Nesta terça-feira, se iniciou um dos torneios mais especiais de toda WSOP. O Poker Players Championship reúne os principais jogadores da série sob o buy-in de US$ 50.000 e é o único que premia os jogadores com um troféu além do bracelete de campeão. A última edição do torneio teve um gosto especial para o campeão.
O lendário canadense Daniel Negreanu enfrentou um field total de 89 jogadores do mais alto calibre durante múltiplos dias de disputa. O título rendeu uma premiação milionária para Negreanu, mas teve um sabor especial que tornou a comemoração bastante emocionante.
Negreanu venceu o sétimo bracelete de sua carreira na ocasião. Mesmo com uma carreira recheada de títulos, premiações, histórias e polêmicas, a seca de títulos na série mundial incomodava o canadense. O título no Poker Players Championship de 2024 foi o primeiro em 11 anos; o último tinha sido na WSOP Europe, em 2013.
O Poker Players Championship é considerado por muitos como o segundo torneio mais importante da WSOP Las Vegas, perdendo apenas para o Main Event. A reunião de jogadores de alto calibre e a dificuldade técnica no torneio faz com que a vitória seja ainda mais valorizada. Em 2022, Yuri Martins esteve no heads-up, sendo derrotado por Dan Cates num confronto histórico.
A vitória num torneio extremamente importante se juntou ao fim da seca de braceletes. Campeão, Negreanu não segurou a emoção nas entrevistas da época.
“Muito alívio. Estava muito ansioso no heads-up porque tive muitos segundos. Tem um evento no mundo que quero jogar mais do que qualquer outro e quero vencer mais do que qualquer outro: é esse. Obviamente, o Main Event é especial de um jeito diferente. Mas esse tem os melhores jogadores do mundo, field profissional pesado, níveis de 100 minutos, dias e dias de grind, 12 horas por dia. Você não pode ganhar isso por acaso”, falou.
Na edição de 2025, Negreanu já está registrado e teve um bom início de torneio, embora, claro, ainda falte muito tempo para que os resultados comecem a ficar mais sérios. A vitória de Dan Cates sobre Yuri Martins representou um back-to-back do “Jungleman” naquela ocasião. Será que a história vai se repetir para Negreanu?
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
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WSOP: Yuri Dzivielevski lidera trio brasileiro classificado para o Dia 2 do Evento #33 US$ 10K PLO Hi-Lo Championship
Raphael Nogueira e Thiago Crema são os outros que avançaram
O Brasil vai ter um trio de peso no Dia 2 do Evento #33 US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship da WSOP. O torneio mais importante da modalidade contou com a presença de bons nomes brasileiros e três jogadores do país conseguiram se classificar para o Dia 2.
Registrando 268 entradas no primeiro dia de jogo, o US$ 10.000 PLO Hi-Lo foi paralisado no final desta terça-feira com 104 jogadores no field. Dos três brasileiros classificados, quem puxa a fila é o craque Yuri Dzivielevski. O “nerdguy” finalizou o Dia 1 com 115.000 fichas, 46 blinds.
O segundo brasileiro da lista é Raphael Nogueira, que ensacou 95.000 fichas, 38 blinds, ao final do dia. Por fim, o terceiro é o craque Thiago Crema, que chegou hoje para a o WSOP e já anotou seu primeiro Dia 2. Crema avançou com 90.500, 36 blinds. O chip leader atual é Chris Costa, dono de 452.000 fichas.
O Evento #33 tem seu reinício marcado para às 13h desta quarta-feira em Las Vegas, 17h do Brasil. O período de registro segue aberto por dois níveis de uma hora, com os números finais sendo conhecidos após o fechamento das inscrições. Os blinds voltam 1.000 / 2.500.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: João Simão e Dennys Ramos avançam para o Dia 2 do Evento #32 US$ 3.000 NLH
Torneio volta nesta quarta-feira ainda com registro aberto
A terça-feira da WSOP deu início a um bom torneio de No-Limit Hold’em, a modalidade mais tradicional do poker. O Evento #32 US$ 3.000 NLH foi o escolhido por alguns dos brasileiros para começar uma nova busca por bracelete e uma dupla fortíssima se classificou para o Dia 2.
João Simão e Dennys Ramos avançaram entre os 295 classificados do Evento #32, que teve um field total de 979 entradas até aqui. Liderando a dupla brasileira aparece João Simão. Depois de cair de forma amarga do Monster Stack, o mineiro mostrou resiliência, engatou no torneio a passou bem.
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Simão acumulou 149.000 fichas nos níveis jogados e vai ter quase 60 blinds para quando o torneio retornar. Já Dennys Ramos fechou o dia com 98.000 fichas, quase 40 blinds para o Dia 2. O chip leader até aqui é o espanhol Daniel Vicente, que chegou a incríveis 1.4 milhões de fichas.
A volta do US$ 3.000 NLH está marcada para às 12h desta quarta-feira em Las Vegas, 16h no Brasil. As inscrições no torneio serão permitidas por mais dois níveis e, quando encerradas, a premiação será divulgada. O jogo retorna nos blinds 1.000 / 2.500.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: Set over set para virar chip leader encerra participação de João Simão no US$ 1.500 Monster Stack na 17ª posição
O brasileiro fechou uma bela campanha com US$ 75.000
A expectativa para mais uma mesa final importante de João Simão na carreira era enorme, mas o plano acabou frustrado – por enquanto. Na noite desta terça-feira, o brasileiro se despediu do gigantesco US$ 1.500 Monster Stack, Evento #18 da WSOP Las Vegas em 2026.
Depois de quatro dias de jogo e de enfrentar um numeroso field de 11.933 entradas, João Simão teve sua trajetória encerrada na competição bem pertinho da mesa final. O profissional de Minas Gerais terminou o torneio com o 17º lugar, conseguindo um ótimo prêmio de US$ 75.000 pela performance.
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Apesar do bom valor, o gosto foi completamente amargo. João Simão teve um beo início de Dia 4 e conseguiu se manter com stack confortável durante grande parte do torneio. Foi somente na reta final do dia, quando restavam 20 jogadores, que o brasileiro precisou se movimentar.
Depois de perder um pote grande de 22 x QQ, Simão conseguiu recuperar parte de suas fichas em um QT x AJ e voltou a ficar com um bom stack. Indo para a semi-FT entre os primeiros lugares, parecia que somente um cooler poderia tirar o brasileiro de uma possível e esperada mesa final. E foi o que aconteceu.
Um set over set que terminou em all in no turn caiu para o lado errado e tirou João Simão do torneio. A transmissão da WSOP não captou a mão derradeira para o brasileiro.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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