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Com missão de desmistificar o poker e expectativa por novas produções, diretor do doc sobre Yuri Martins conta bastidores

Guga Fakri foi diretor e roteirista da produção “A NERD STORY”

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Guga Fakri (crédito: Hugo Dourado)

Yuri Martins tem feito história no poker brasileiro. O melhor jogador do mundo, há 25 semanas na liderança do PocketFives, não se cansa de orgulhar os amantes do jogo no país com suas façanhas intermináveis. E toda sua história foi coroada de maneira dupla na última semana. Ele se tornou embaixador do partypoker e um documentário falando sobre sua vida no esporte foi produzido.

Na produção, chamada de “A NERD STORY”, toda a formação de Yuri, desde o início, ainda criança, até se tornar o grande jogador que é hoje são abordados. Com detalhes da vida pessoal e depoimentos da família e de amigos, o documentário traz uma visão não só do que o sócio da RegLife é hoje no cenário do poker, mas também como o profissional encara sua profissão, seu momento e suas decisões.

A produção foi dirigida e roteirizada por Guga Fakri, que revelou algumas ideias que moldaram o andamento do projeto, além de contar alguns bastidores da produção. Guga teve uma grande equipe ao seu lado para produzir o vídeo, e não pôde deixar de lembrá-los: “assim como o poker, fazer filmes é muito mais difícil do que parece. Envolve muita gente. Então, aproveito para começar agradecendo a todo mundo que participou e nos ajudou a chegar nesse resultado tão bacana”, diz.

LEIA MAIS: Tilts, dificuldades e trajetória de superação até o topo: assista “A Nerd Story”, documentário da vida de Yuri Martins

O diretor e roteirista de “A NERD STORY” falou um pouco sobre o que planejava com o documentário: “a gente quis contar uma história de uma forma diferente de tudo que já vimos no poker nacional. E, principalmente, mostrar a visão do Yuri sobre o jogo e o que realmente significa ser um profissional de poker hoje em dia”, revela, mostrando o tom que a produção foi abordada.

Essa parte ainda trazia uma missão bastante nobre, a de desmistificar o poker: “tentamos entregar algo que qualquer amante de poker, seja um recreativo ou profissional, possa mostrar para seus amigos e familiares e dizer: ‘esse é o poker da atualidade. Aquele poker da salinha esfumaçada é coisa do passado'”, explica Guga. Por isso, todo um cuidado especial foi tomado para trazer os aspectos da vida de Yuri.

“Escolhemos personagens e situações de bastidores que pudessem mostrar que, independentemente do nível do jogador, todos temos muita coisa em comum e vivemos situações parecidas. Claro que o Yuri não é qualquer um. Mas o que quisemos mostrar é que o que ele tem de especial não é uma genialidade ou um talento único, e sim a dedicação, o comprometimento e a responsabilidade com que ele encara a profissão”, descreve Fakri.

Fakri (em pé, à direita) tem longo convívio no meio do poker (crédito: Hugo Dourado)

O diretor lembra também sobre algumas partes mais delicadas abordadas na produção. Problemas todos têm, mas expô-los é um pouco mais complicado: “é preciso ter sensibilidade para saber até onde você pode ir e a partir de que ponto você está criando uma exposição desnecessária sobre a vida das pessoas. Por isso há uma atenção especial”, detalha. Todo o processo de trabalho para a finalização do documentário levou cerca de 10 meses.

Mesmo com muito trabalho, Guga saiu orgulhoso do resultado. E isso já o faz projetar novos passos: “nossa vontade é de realizar mais filmes com esse nível de produção, tanto com o Yuri quanto com outros jogadores. A missão da Reg Life é deixar um legado para o poker brasileiro, e trabalhos como esse cumprem essa função. Porém, produções como essa têm um custo bastante alto, então ainda não dá para prometer quando será o próximo. Mas a ideia é que esse seja o primeiro de vários”, revela, já deixando um gostinho de expectativa em todo mundo.

O documentário “A NERD STORY” pode ser visto integralmente no Youtube. É só clicar aqui. Ter a ascensão de um dos maiores nomes da história do poker brasileiro é, com certeza, algo que pode ajudar nessa “desmistificação”. E que venham muitos mais.

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Confira o episódio #17 do Depois do River:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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