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Eduardo Silva alcança marca dos sete dígitos em prêmios desde o big hit no The Venom há pouco mais de um mês

Mineiro vive uma fase mágica na carreira

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Eduardo Silva

O nome de Eduardo Silva é um dos mais falados dos últimos tempos no poker brasileiro. Há pouco mais de um mês, o profissional conquistava o maior prêmio da sua carreira, que já tinha outros grandes números até então. Mas, desde o big hit do mineiro, a fase de Eduardo Silva só impressionou.

Ele, inclusive, ganhou novos elogios do craque britânico Patrick Leonard, o “Pads1161” do PokerStars. E não foram nada menos do que justos. Desde o inesquecível The Venom, Eduardo Silva sequer diminuiu o ritmo de grind. Muito pelo contrário. Ele continuou, ainda mais forte, jogando até torneios que antes não jogava.

Isso se deu no US$ 25K da WSOP Online, e o mineiro, mais uma vez, impressionou. Em uma breve pesquisa, os números do jogador desde o dia 4 de agosto, a data na qual foi quinto colocado no gigantesco torneio do Americas Cardroom, são simplesmente espetaculares, chegando a cada dos sete dígitos. Vamos colocá-los aqui em ordem cronológica.

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O big hit de Eduardo Silva aconteceu no The Venom, de US$ 2.650. Ele foi o quinto colocado e garantiu US$ 370 mil, de longe sua maior premiação naquele momento. Esse torneio parece ter sido uma injeção extra de confiança, pois todo o talento já estava lá.

Ainda no mês de agosto, já com o WCOOP em andamento, o profissional mineiro conquistou o Bounty Builder HR, de US$ 530, e levou US$ 40.647. E, fechando o mês, Eduardo voltou a brilhar. Ele jogou o US$ 25K da WSOP, foi quinto colocado e levou o estrondoso prêmio de US$ 330.432, bem perto do big hit atingido algumas semanas antes.

O homem do momento do poker brasileiro não diminuiu o ritmo em setembro. Pelo contrário. Ele decidiu brilhar no WCOOP, a principal série do PokerStars. Primeiro, ele foi campeão do Evento #49-H, de US$ 1.050, e levou o prêmio de US$ 65.534 em dobradinha com Eder Campana.

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No mesmo dia, o jogador passou muito perto de alcançar o bicampeonato. Ele ficou com o vice do Evento #51-H, de US$ 2.100, mas embolsou uma forra ainda maior que a do título anterior: US$ 104.128. O gostinho da vitória ficou vivo em Eduardo, que buscou mais.

Ontem (07), o profissional deu aula na decisão do Evento #63-M, de US$ 1.050, e fez uma nova dobradinha brasileira, agora com Guilherme Carmo. O “Eduardo850” levou o bicampeonato do WCOOP e a forra de US$ 224.374, coroando um momento brilhante em sua carreira.

Com a soma de todas essas premiações, o profissional atinge a marca de US$ 1.135.115, sete dígitos, em pouco mais de 30 dias. É um dos momentos mais frutíferos da história do poker brasileiro, e Eduardo pode se orgulhar, assim como todos os fãs do esporte, de tudo que tem feito.

*Não foram considerados ITMs, nem resultados “menores”.

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Confira o episódio #17 do Depois do River:

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Chris Brewer vence o Evento #08 de US$ 25K do Poker Masters; Stephen Chidwick conquista o #07

Ambos saíram com grandes prêmios pelas vitórias na série

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Chris Brewer e Stephen Chidwick

O Poker Maser começa a se encaminhar para a reta final, com o início dos torneios mais caros da série. Até o Evento #07, os buy-ins eram de US$ 10K, mas a partir do #08 o valor sobre para US$ 25K. O primeiro deles já aconteceu e quem se deu bem foi um velho conhecido dos torneios de alto valor.

Chris Brewer foi o grande campeão do Evento #08, de No-Limit Holdem, finalizado na noite de ontem. O buy-in de US$ 25K atraiu um field de 57 jogadores e o americano não fez distinção sobre eles para sair vencedor da competição. Na mesa final, seu maior rival foi Darren Elias, superado no heads-up.

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A vitória de Brewer rendeu o belo prêmio de US$ 427.500. De quebra, ele ainda ultrapassou o canadense Daniel Negreanu no ranking e se encontra na segunda posição. Vale lembrar que há pouco mais de um mês, o americano tinha sido campeão do High Roller de US$ 50 mil da PokerGo Tour para mais US$ 420.670.

Além dele, outro dos maiores nomes do poker mundial havia brilhado no dia anterior. O britânico Stephen Chidwick, um craque do jogo, foi o grande vencedor do Evento #07 do Poker Masters. Essa competição ainda teve o buy-in de US$ 10K e contou com 68 entradas.

Chidwick passou por uma reta final difícil, com nomes como Dan Smith e Sean Perry entre os últimos sobreviventes, até levar o troféu e garantir o prêmio de US$ 183.600 pela sua nova vitória. Diferente do esperado tradicionalmente, Stephen não está na luta pelo ranking da competição, liderado por Brock Wilson.

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Confira o episódio #19 do Depois do River:

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Cenário do poker se despede de Carolina Aguiar, a eterna “Carolis”, dealer de grandes eventos

A triste notícia aconteceu na quarta-feira (15)

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O mundo do poker acordou com menos brilho na manhã desta-quinta feira. Uma triste notícia pegou de surpresa muitas pessoas que tinham muito carinho por Carolina Aguia, a “Carolis”, que faleceu na última quarta-feira no Rio de Janeiro.

Natural de Brasília, “Carolis” foi dealer profissional com um extenso currículo. Atualmente, ela trabalhava na cidade carioca, mas participou de grandes eventos como o KSOP, BSOP e o Big Player Brasil.

Carolina deixa muitos amigos por aqui. Bruno Fares, amigo de longa data, fez uma bonita homenagem à “Carolis” em seu Instagram. Bruno Gonzalez Terra, o “BrunoGT”, também deixou palavras de carinho:

“Minha amiga linda. Obrigado por tantos momentos divertidos que tivemos. Você vai fazer falta. Que Deus receba sua alma com muito amor”.

O Mundo Poker presta condolências a todos os familiares e amigos.

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Invasão de pinguins nos avatares de craques do poker ao redor do mundo tem explicação valiosa; entenda

NFTs como avatar virou febre entre jogadores

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Fedor Holz, Linus Loeliger e Daniel Dvoress

Se você joga ou acompanha as mesas de poker online pode ter percebido uma nova tendência nos avatares de muitos jogadores. Grande parte dos players, incluindo grandes craques do esporte do Brasil e do mundo, têm usado fotos de pinguins como imagem de apresentação.

Mas você pode estar se perguntando: por que pinguins? A nova febre entre os jogadores tem uma boa explicação. Ela se deu através da popularização e difusão dos NFTs, tokens únicos, exclusivos, que podem representar diversas formas de arte digitalmente, validadas através de blockchain.

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Na visão de Marcos Sketch, sócio do 4bet, os NFTs podem ser considerados peças de arte impossíveis de serem falsificadas e, dentro desse mundo, há alguns caminhos diferentes. Um desses desdobramentos cria os NFTs especificamente para serem usados como foto de perfil. E é exatamente aí que o poker entra.

Os jogadores partiram para o mercado de NFTs, para o lado de uma coleção de imagens geradas de maneira randomizada com características diferentes e passaram a comprar alguns desses. Isso acaba criando um movimento parecido com o que um álbum de figurinhas gera, um tipo de jogo, fazendo com que algumas peças sejam mais raras que outras e se tornem alvo de discussão e desejo.

Além disso, isso tem um lado cultural, que referencia alguns de seus gostos e escolhas. É parecido com o que acontece quando se compra um tênis de tal marca, um agasalho diferente para demonstrar suas preferências ou mesmo quando se compra uma skin para ter uma aparência diferente em algum jogo online, que te dá um status diferente do comum.

Linus Loeliger e Pedro Garagnani já adotaram o novo avatar

Há dois meses, os pinguins de PFP, as imagens para fotos de perfil, foram lançados e imediatamente caíram no gosto popular. Eles tinha um preço mais acessível e muitos players não perderam tempo em investir. Vale pontuar que sendo um cripto, há ainda a possibilidade de valorização sobre o produto. Nomes como Fedor Holes, Linus Loeliger, Daniel Dvoress e Mike McDonald são grandes adeptos deste mercado.

No Brasil, a turma do 4bet investiu em peso. O próprio Marcos Sketch, Pedro Madeira, Bernardo Dias e Thiago Crema, por exemplo, têm seus pinguins. Pedro Madeira, inclusive, levou até falinha sobre seu avatar ao vencer uma mão em uma FT do WCOOP. O rival disse que teria que comprar um desses NFTs para regular a conta. Pedro Garagnani é outro que já adota a imagem de um pinguim em seu avatar no GGPoker.

Então, essa invasão de pinguins não é apenas uma aleatoriedade ou uma coincidência. Além de ter um lado cultural por trás, os pinguins representam um investimento para os jogadores. Se a febre aumentar, os players estarão disputando, além dos potes em cada mão, quem tem o melhor avatar. Quem leva essa, o Brasil ou os estrangeiros?

O craque Bernardo Dias é outro a adotar o pinguim na foto do perfil

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Confira o episódio #18 do Depois do River:

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