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WSOP: Fazendo terceira mesa final, Dylan Linde crava o Evento #57; Sebastiaan de Jonge fica com o #59

A série segue decretando novos campeões em 2025

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Dylan Linde (crédito: PokerNews)

Duelo de heads-up com melhor amigo e uma batalha de eras, daí saíram os campeões dos Eventos #57 e #59 da WSOP. No primeiro, o americano Dylan Leide, que há havia feito duas mesas finais na série mundial, conquistou seu terceiro bracelete enfrentando Stephen Chidwick, com quem tem grande amizade. Já no outro, o holandês Sebastiaan de Jonge saiu como o grande campeão de um evento novo da Word Series Of Poker.

Evento #57: $50,000 Pot-Limit Omaha High Roller

O americano Dylan Linde está tendo um WSOP dos sonhos. Foram duas mesas finais e a terceira veio no Evento #57, que ele foi além, cravando o torneio e levando pra casa seu terceiro bracelete da série mundial. Linde passou por um field de 194 inscritos e ganhou seu maior valor até agora na carreira, que foi a quantia milionária de US$ 2.146.414.

Em entrevista após conquistar seu terceiro título da WSOP, Dylan Linde descreveu o sentimento do momento. “Eu estou meio atordoado. Foram algumas sequências de vitórias incríveis. Me sinto muito sortudo e, quero dizer, incrivelmente sortudo por ganhar uma quantia tão grande. Meu terceiro bracelete e jogar o heads-up com um dos meus melhores amigos, não consigo imaginar um dia melhor”, afirmou.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Dylan Linde (Estados Unidos) – US$ 2.146.414

2º – Stephen Chidwick (Reino Unido) – US$ 1.430.938

3º – Richard Gryko (Reino Unido) – US$ 1.000.423

4º – Biao Ding (China) – US$ 713.762

5º – Manuel Stojanovic (Áustria) – US$ 519.892

6º – Ka Kwan Lau (Hong Kong) – US$ 386.768

7º – Quan Zhou (China) – US$ 294.013

8º – Dirk Gerritse (Holanda) – US$ 228.489

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Evento #59: $1,000 Battle of the Ages

Sebastiaan de Jonge – créditos: pokernews

O nome já diz tudo: batalha de eras. Este novo evento da WSOP reuniu jogadores, inicialmente separados, com mais de 50 e menos de 50 e depois se juntaram para buscar o bracelete, que ficou com holandês Sebastiaan de Jonge. O torneio contou com 3.074 inscritos e o grande campeão levou pra casa o valor de US$ 335.390, além, é claro, de poder falar para sempre que foi o vencedor da primeira batalha de eras da série mundial de poker.

Sebastiaan de Jonge chegou ao último dia com apenas cinco blinds, mas o jogo virou e ele deu a volta por cima, sagrando-se campeão do evento. “Uma sequência incrível, muita sorte mesmo, uma sorte ridícula. É engraçado quantos rivers bons você precisa para vencer o torneio. Se você em todos os rivers que teve, é realmente insano”, falou o campeão e detentor do bracelete no Evento #59.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Sebastiaan de Jonge (Holanda) – US$ 335.390

2º – Inácio Sagra  (Argentina) – US$ 223.394

3º – Hakeem Mashal (Estados Unidos) – US$ 165.944

4º – Srivinay Irrinki (Estados Unidos) – US$ 124.269

5º – José Roh (Estados Unidos) – US$ 93.820

6º – Jack Maskill (Reino Unido) – US$ 71.416

7º – Allan Le (Estados Unidos) – US$ 54.814

8º – Xia Wang (Macau) – US$ 42.424

9º – Kelley Slay (Estados Unidos) – US$ 33.112

 

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Confira o MundoTV Cast #73 com Dani Feit:

 

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Ausente da WSOP há quase 10 anos, Charlie Carrel revela motivo: prisão no passado e banimento dos Estados Unidos

O jogador não participa da série por conta de um episódio em 2017

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Charlie Carrell
Charlie Carrel

Charlie Carrel ficou conhecido como um dos principais jogadores do poker online na última década, mas o jogador inglês não é visto na WSOP já há quase 10 anos. Sua última participação na principal série de poker do mundo foi em 2017 e, desde então, sua ausência não tinha um motivo conhecido.

Nesta semana, porém, a explicação foi a público pelo próprio jogador. E o motivo é mais complicado do que se imagina: Charlie Carrel está impedido de entrar nos Estados Unidos e, consequentemente, impossibilitado de disputar a maior série de poker do mundo.

LEIA MAIS: Triton: Rafa Mota é eliminado da primeira bala no US$ 200K Invitational em mão com 5-bet, dois outs no river e 500 blinds

Em um vídeo publicado no Youtube, Carrel revelou uma história até certo ponto pesada. Ele foi preso em 2017 nos Estados Unidos por conta do porte de drogas. De acordo com o próprio jogador, ele estava em um período de uso contínuo de drogas e, em uma de suas idas aos Estados Unidos, foi parado na imigração.

O agente da alfândega acabou revistando a bagagem de Carrel e encontrou três comprimidos rosas em um frasco. Isso foi o suficiente para ser encaminhado para uma prisão em Nevada. Ele passou apenas uma noite preso, mas essa passagem foi o suficiente para impedi-lo de voltar até hoje. Gesso!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patricio:

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Com novas regras sobre patrocínio, Patrick Leonard tem pedido negado pela WSOP e põe em xeque participação na série

O britânico teve seu pedido recusado para usar itens patrocinados

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Patrick Leonard
Patrick Leonard

A WSOP de 2026 ainda não começou, mas as primeiras polêmicas já estão surgindo no Twitter. Para esta temporada, a organização anunciou algumas novidades e uma das regras sofreu alteração. Agora, jogadores patrocinados terão de pedir licença para utilizar seus patches ou itens em torneios com transmissão.

Esse pedido precisa ser feito com pelo menos 24 horas de antecedência e, caso não seja feito e o jogador use qualquer item patrocinado, ele passa a correr risco de desclassificação. Essa nova diretriz, no entanto, já está dando o que falar. O britânico Patrick Leonard compartilhou seu caso no Twitter e acendeu um grande debate.

O “Pads”, embaixador da Coin Poker, contou que fez seu pedido para a direção, mas não obteve aprovação. Ele enviou o email para a WSOP e a resposta foi de que o pedido estava sendo negado porque não ia de encontro as diretrizes da WSOP, sem especificar qual o ponto que estaria sendo violado.

LEIA MAIS: Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

Na regra, está escrito que não serão permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP.

Uma das possibilidades da recusa é o fato da Coin Poker não ser um site regulamentado nos Estados Unidos. Ainda assim, esse fato coloca em xeque a participação de Patrick Leonard – e de possíveis outros jogadores patrocinados – na WSOP em 2026. Segundo o britânico, isso vai complicar as coisas. Confira o relato abaixo:

“Re: @25kfantasy não tenho certeza se vou jogar ou não. Atualmente, fui impedido de usar um patch, o que acredito que pode levar à desqualificação a critério dos diretores do torneio.

Imagino que, como acontece com muitos outros jogadores, isso vai complicar as coisas. Eu entendo e respeito que o WSOP é mais GGlive agora e não vai quebrar as regras. As regras são as regras, vou respeitá-las mesmo que discorde delas.

Eu acho que os sites ficam extremamente desmotivados para investir em jogadores do nosso universo quando a principal série restringe investimentos externos. Provavelmente vou jogar o $200 diário com o Brad Owen em New Orleans.

Boa sorte a todos no draft e na série”

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

O paulista faturou US$ 534.950 no Millionaire Maker

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A WSOP 2026 está cada vez mais perto e, aproveitando a quinta-feira para fazer o famoso TBT, o Mundo Poker vai relembrar o maior prêmio brasileiro na edição de 2025. Dois títulos foram conquistados na última temporada- o de Aloísio Dourado e o de Kelvin Kerber e Peter Patrício – mas quem mais faturou em um só torneio foi Jacques Ortega.

Jacques Ortega conseguiu uma excelente campanha no Evento #53 da WSOP em Las Vegas, o tradicional Millionaire Maker, que teve o buy-in de US$ 1.500. O jogador do ABC paulista alcançou a mesa final da competição, que teve um field gigantesco de 11.936 entradas, e faturou mais de meio milhão de dólares.

Ortega foi o quarto colocado do Millionaire Maker e a posição lhe rendeu uma forra de US$ 534.590, valor que é disparado o maior de sua carreira. Aquele torneio, o que entregou o maior prêmio para o Brasil na temporada da WSOP em Vegas, também foi disparado o mais polêmico de toda a edição.

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Isso porque, foi nele, que ocorreu um dos grandes escândalos recentes na história do poker. A acusação – posteriormente comprovada – de collusion e chip dumping entre Jesse Yaginuma e James Caroll no heads-up da competição. Yaginuma ganharia um bônus extra do WPT em caso de título, o que motivou a infração à regra.

O caso foi a maior bomba da WSOP em 2025 e terminou também de forma polêmica. A decisão final da WSOP foi de que os dois jogadores envolvidos receberiam o pagamento do prêmio e não seriam banidos. A única punição foi o não reconhecimento de um vencedor e, consequentemente, a não entrega do bracelete.

Alheio à polêmica, Jacques Ortega concedeu entrevista posteriormente ao Mundo Poker e celebrou aquele resultado: “foi sensacional! Um monte de gente torcendo por mim que eu nem conhecia. Foi muito legal mesmo. Todo mundo dando parabéns por onde eu andava, comentando nos corredores. A torcida brasileira então, nem se fala. Incrível. Muita gente que eu nunca tinha visto vibrando, torcendo de verdade. Foi sensacional”, falou Ortega.

A WSOP 2026 começa no dia 26 de maio e o Mundo Poker estará presente desde o primeiro dia para trazer a cobertura completa da campanha brasileira na série. Se você ainda não segue nosso Instagram, siga agora mesmo para não perder nenhum detalhe!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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