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Tong Li vence o Evento #19 US$ 25K PLO High Roller e leva prêmio de mais de US$ 1 milhão no primeiro ITM da WSOP

Jogador chinês foi o carrasco do atual Player of The Year Josh Arieh no torneio

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Tong Li

A principal série de poker ao vivo no mundo sempre registra boas histórias, mas uma forte candidata a melhor do ano já aconteceu neste fim de semana. Foi no Evento #19, o US$ 25K Pot-Limit Omaha, onde o chinês Tong Li roubou os holofotes e se sagrou campeão da WSOP.

E não foi um simples título para o jogador da China. Ela rendeu um baita prêmio de US$ 1.467.739, o maior da WSOP até o momento. A vitória no High Roller de PLO aconteceu depois de Tong Li enfrentar um expressivo field de 264 jogadores e deixar pra trás nomes respeitados na decisão, como os dos americanos Scott Ball e Josh Arieh, o atual Player of The Year da série.

Mas não foi só o fato do valor ser milionário que tornou a conquista de Tong Li especial. O mais curioso na situação é que, antes do título, o chinês nunca havia premiado na WSOP. Ou seja, o primeiro ITM do jogador foi logo com um prêmio de sete dígitos na conta.

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Nem o próprio vencedor podia esperar tanto: “isto é um sonho. Não posso estar mais animado… nunca esperei ser o campeão”, comentou Li após o título. No heads-up, ele superou o jogador de cash game high stakes Fabian Brandes, que reside na Áustria mas é alemão, deixando o vice-campeão com o prêmio de US$ 907.132.

O caminho no Dia Final, que foi recomeçado com cinco jogadores, foi de muitas emoções. Li começou em terceiro e passou a ser o short em pouco tempo, mas conseguiu ir dobrando, várias vezes contra Arieh, para se manter. No 3-handed, ele despachou o POY de 2021 e assumiu a liderança com uma vantagem de três pra um. Aí, foi só aguardar o momento para entrar na lista de campeões.

Além dos rivais da mesa final, Tong Li também enfrentou outros grandes nomes na reta final da competição. Um deles foi o brasileiro Yuri Martins, que garantiu um valioso ITM com a 24ª colocação no torneio. O TeamPro do partypoker saiu do evento com US$ 50.575 na conta.

Confira a premiação da mesa final:

1º –  Tong Li (China) – US$ 1.467.739
2º – Fabian Brandes (Áustria) -US$ 907.132
3º – Josh Arieh (Estados Unidos) – US$ 644.365
4º – Sam Stein (Estados Unidos) – US$ 465.717
5º – Scott Ball (Estados Unidos) – US$ 342.590
6º – Jonathan Depa (Estados Unidos) – US$ 256.582
7º – Emmanuel Sebag (Estados Unidos) – US$ 195.713
8º –  Gregory Shuda (Estados Unidos) – US$ 152.091

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

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Ausente da WSOP há quase 10 anos, Charlie Carrel revela motivo: prisão no passado e banimento dos Estados Unidos

O jogador não participa da série por conta de um episódio em 2017

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Charlie Carrell
Charlie Carrel

Charlie Carrel ficou conhecido como um dos principais jogadores do poker online na última década, mas o jogador inglês não é visto na WSOP já há quase 10 anos. Sua última participação na principal série de poker do mundo foi em 2017 e, desde então, sua ausência não tinha um motivo conhecido.

Nesta semana, porém, a explicação foi a público pelo próprio jogador. E o motivo é mais complicado do que se imagina: Charlie Carrel está impedido de entrar nos Estados Unidos e, consequentemente, impossibilitado de disputar a maior série de poker do mundo.

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Em um vídeo publicado no Youtube, Carrel revelou uma história até certo ponto pesada. Ele foi preso em 2017 nos Estados Unidos por conta do porte de drogas. De acordo com o próprio jogador, ele estava em um período de uso contínuo de drogas e, em uma de suas idas aos Estados Unidos, foi parado na imigração.

O agente da alfândega acabou revistando a bagagem de Carrel e encontrou três comprimidos rosas em um frasco. Isso foi o suficiente para ser encaminhado para uma prisão em Nevada. Ele passou apenas uma noite preso, mas essa passagem foi o suficiente para impedi-lo de voltar até hoje. Gesso!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patricio:

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Com novas regras sobre patrocínio, Patrick Leonard tem pedido negado pela WSOP e põe em xeque participação na série

O britânico teve seu pedido recusado para usar itens patrocinados

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Patrick Leonard
Patrick Leonard

A WSOP de 2026 ainda não começou, mas as primeiras polêmicas já estão surgindo no Twitter. Para esta temporada, a organização anunciou algumas novidades e uma das regras sofreu alteração. Agora, jogadores patrocinados terão de pedir licença para utilizar seus patches ou itens em torneios com transmissão.

Esse pedido precisa ser feito com pelo menos 24 horas de antecedência e, caso não seja feito e o jogador use qualquer item patrocinado, ele passa a correr risco de desclassificação. Essa nova diretriz, no entanto, já está dando o que falar. O britânico Patrick Leonard compartilhou seu caso no Twitter e acendeu um grande debate.

O “Pads”, embaixador da Coin Poker, contou que fez seu pedido para a direção, mas não obteve aprovação. Ele enviou o email para a WSOP e a resposta foi de que o pedido estava sendo negado porque não ia de encontro as diretrizes da WSOP, sem especificar qual o ponto que estaria sendo violado.

LEIA MAIS: Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

Na regra, está escrito que não serão permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP.

Uma das possibilidades da recusa é o fato da Coin Poker não ser um site regulamentado nos Estados Unidos. Ainda assim, esse fato coloca em xeque a participação de Patrick Leonard – e de possíveis outros jogadores patrocinados – na WSOP em 2026. Segundo o britânico, isso vai complicar as coisas. Confira o relato abaixo:

“Re: @25kfantasy não tenho certeza se vou jogar ou não. Atualmente, fui impedido de usar um patch, o que acredito que pode levar à desqualificação a critério dos diretores do torneio.

Imagino que, como acontece com muitos outros jogadores, isso vai complicar as coisas. Eu entendo e respeito que o WSOP é mais GGlive agora e não vai quebrar as regras. As regras são as regras, vou respeitá-las mesmo que discorde delas.

Eu acho que os sites ficam extremamente desmotivados para investir em jogadores do nosso universo quando a principal série restringe investimentos externos. Provavelmente vou jogar o $200 diário com o Brad Owen em New Orleans.

Boa sorte a todos no draft e na série”

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

O paulista faturou US$ 534.950 no Millionaire Maker

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A WSOP 2026 está cada vez mais perto e, aproveitando a quinta-feira para fazer o famoso TBT, o Mundo Poker vai relembrar o maior prêmio brasileiro na edição de 2025. Dois títulos foram conquistados na última temporada- o de Aloísio Dourado e o de Kelvin Kerber e Peter Patrício – mas quem mais faturou em um só torneio foi Jacques Ortega.

Jacques Ortega conseguiu uma excelente campanha no Evento #53 da WSOP em Las Vegas, o tradicional Millionaire Maker, que teve o buy-in de US$ 1.500. O jogador do ABC paulista alcançou a mesa final da competição, que teve um field gigantesco de 11.936 entradas, e faturou mais de meio milhão de dólares.

Ortega foi o quarto colocado do Millionaire Maker e a posição lhe rendeu uma forra de US$ 534.590, valor que é disparado o maior de sua carreira. Aquele torneio, o que entregou o maior prêmio para o Brasil na temporada da WSOP em Vegas, também foi disparado o mais polêmico de toda a edição.

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Isso porque, foi nele, que ocorreu um dos grandes escândalos recentes na história do poker. A acusação – posteriormente comprovada – de collusion e chip dumping entre Jesse Yaginuma e James Caroll no heads-up da competição. Yaginuma ganharia um bônus extra do WPT em caso de título, o que motivou a infração à regra.

O caso foi a maior bomba da WSOP em 2025 e terminou também de forma polêmica. A decisão final da WSOP foi de que os dois jogadores envolvidos receberiam o pagamento do prêmio e não seriam banidos. A única punição foi o não reconhecimento de um vencedor e, consequentemente, a não entrega do bracelete.

Alheio à polêmica, Jacques Ortega concedeu entrevista posteriormente ao Mundo Poker e celebrou aquele resultado: “foi sensacional! Um monte de gente torcendo por mim que eu nem conhecia. Foi muito legal mesmo. Todo mundo dando parabéns por onde eu andava, comentando nos corredores. A torcida brasileira então, nem se fala. Incrível. Muita gente que eu nunca tinha visto vibrando, torcendo de verdade. Foi sensacional”, falou Ortega.

A WSOP 2026 começa no dia 26 de maio e o Mundo Poker estará presente desde o primeiro dia para trazer a cobertura completa da campanha brasileira na série. Se você ainda não segue nosso Instagram, siga agora mesmo para não perder nenhum detalhe!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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