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Murilo Milhomem lidera pelotão brasileiro classificado no Dia 1C para o Dia 2 do Main Event da WSOP

O jogador ensacou 200 mil fichas

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O Main Event da WSOP teve o terceiro classificatório (Dia 1C) jogado nesta sexta-feira com 2.504 entradas registradas. Deste número, 1.907 competidores conseguiram seguir no sonho de ser campeão mundial. O Brasil emplacou vários nomes no Dia 2, sendo Murilo Milhomem quem mais acumulou fichas.

O jogador do Tocantins conseguiu um stack de 200.400 fichas, bastante grande. O compatriota mais próximo a ele foi o jogador Alisson Piekazewicz, o “heyalisson”, dono de um montante de 177.200. O top 3 teve Lucas Bandeira com 135.600.

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Belchior Barbalho (134.900), Cristian Aquino (131.000), Dante Goya (123.800), Rafael Barreto (116.600), Pedro Padilha (114.300), João Simão (113.800), Carlos Henrique “Rox” (104.300), Jonathan Wolter (103.700) e Rodrigo Garrido (100.200) são alguns dos que alcançaram a marca acima das 100.000 fichas.

Resta ainda o Dia 1D a ser disputado neste sábado e deverá ser o maior deles. Até o momento, são 4.250 entradas e 3.143 classificados. Os classificados no Dia 1C se juntam aos jogadores dos Dias 1A e 1B neste domingo, para o Dia 2ABC. As inscrições seguem abertas até o sétimo nível jogado no Dia 2. Os blinds continuam em 400 / 800.

Confira o stack de todos os brasileiros:

Murilo Milhomem 200.400

Alisson Piekazewicz 177.200

Lucas Bandeira 135.600

Belchior Barbalho 134.900

Cristian Aquino 131.000

Dante Goya 123.800

Rafael Barreto 116.600

Pedro Padilha 114.300

João Simão 113.800

Breno Campelo 106.700

Carlos Henrique “Rox” 104.300

Jonathan Wolter 103.700

Rodrigo Garrido 100.200

Saul Steil 99.300

João Pedro Rocha 98.300

Alen Alencar 94.800

James Alvarez 93.400

Pablo Siqueira 91.400

Pedro Velasco 91.200

Felipe Ketzer 85.600

Marcelo Ferraz 84.100

Arthur Roncen 82.200

Alexandre Mantovani 76.700

Pedro Lacerda 73.500

Welker Johnny 71.400

Ariel Bahia 62.300

Cairo Bombarde 56.700

Danilo Sato 54.600

Lucas Rigos 47.500

Bruno Desimoni 45.800

Pedro Safar 45.400

Felipe Boianovsky 39.100

Patrick Ulysséa 38.800

Matheus Grazziotin 36.500

Tauan Naves 33.700

Vinícius Gonçalves 31.000

Paulo Milani 29.100

Luiz Torres 26.500

Frederico Dabus 20.900

Fabio Freitas 19.900

Mateus Pimenta 10.800

Fabio Bonatto 10.000

Isabella Costa 8.100

Yuri Martins 5.300

Para conferir todos as atualizações da WSOP 2024, acesse o Instagram do Mundo Poker

Confira o episódio #73 do Poker de Boteco com Thiago Grigoletti:

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Ausente da WSOP há quase 10 anos, Charlie Carrel revela motivo: prisão no passado e banimento dos Estados Unidos

O jogador não participa da série por conta de um episódio em 2017

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Charlie Carrell
Charlie Carrel

Charlie Carrel ficou conhecido como um dos principais jogadores do poker online na última década, mas o jogador inglês não é visto na WSOP já há quase 10 anos. Sua última participação na principal série de poker do mundo foi em 2017 e, desde então, sua ausência não tinha um motivo conhecido.

Nesta semana, porém, a explicação foi a público pelo próprio jogador. E o motivo é mais complicado do que se imagina: Charlie Carrel está impedido de entrar nos Estados Unidos e, consequentemente, impossibilitado de disputar a maior série de poker do mundo.

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Em um vídeo publicado no Youtube, Carrel revelou uma história até certo ponto pesada. Ele foi preso em 2017 nos Estados Unidos por conta do porte de drogas. De acordo com o próprio jogador, ele estava em um período de uso contínuo de drogas e, em uma de suas idas aos Estados Unidos, foi parado na imigração.

O agente da alfândega acabou revistando a bagagem de Carrel e encontrou três comprimidos rosas em um frasco. Isso foi o suficiente para ser encaminhado para uma prisão em Nevada. Ele passou apenas uma noite preso, mas essa passagem foi o suficiente para impedi-lo de voltar até hoje. Gesso!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patricio:

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Com novas regras sobre patrocínio, Patrick Leonard tem pedido negado pela WSOP e põe em xeque participação na série

O britânico teve seu pedido recusado para usar itens patrocinados

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Patrick Leonard
Patrick Leonard

A WSOP de 2026 ainda não começou, mas as primeiras polêmicas já estão surgindo no Twitter. Para esta temporada, a organização anunciou algumas novidades e uma das regras sofreu alteração. Agora, jogadores patrocinados terão de pedir licença para utilizar seus patches ou itens em torneios com transmissão.

Esse pedido precisa ser feito com pelo menos 24 horas de antecedência e, caso não seja feito e o jogador use qualquer item patrocinado, ele passa a correr risco de desclassificação. Essa nova diretriz, no entanto, já está dando o que falar. O britânico Patrick Leonard compartilhou seu caso no Twitter e acendeu um grande debate.

O “Pads”, embaixador da Coin Poker, contou que fez seu pedido para a direção, mas não obteve aprovação. Ele enviou o email para a WSOP e a resposta foi de que o pedido estava sendo negado porque não ia de encontro as diretrizes da WSOP, sem especificar qual o ponto que estaria sendo violado.

LEIA MAIS: Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

Na regra, está escrito que não serão permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP.

Uma das possibilidades da recusa é o fato da Coin Poker não ser um site regulamentado nos Estados Unidos. Ainda assim, esse fato coloca em xeque a participação de Patrick Leonard – e de possíveis outros jogadores patrocinados – na WSOP em 2026. Segundo o britânico, isso vai complicar as coisas. Confira o relato abaixo:

“Re: @25kfantasy não tenho certeza se vou jogar ou não. Atualmente, fui impedido de usar um patch, o que acredito que pode levar à desqualificação a critério dos diretores do torneio.

Imagino que, como acontece com muitos outros jogadores, isso vai complicar as coisas. Eu entendo e respeito que o WSOP é mais GGlive agora e não vai quebrar as regras. As regras são as regras, vou respeitá-las mesmo que discorde delas.

Eu acho que os sites ficam extremamente desmotivados para investir em jogadores do nosso universo quando a principal série restringe investimentos externos. Provavelmente vou jogar o $200 diário com o Brad Owen em New Orleans.

Boa sorte a todos no draft e na série”

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

O paulista faturou US$ 534.950 no Millionaire Maker

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A WSOP 2026 está cada vez mais perto e, aproveitando a quinta-feira para fazer o famoso TBT, o Mundo Poker vai relembrar o maior prêmio brasileiro na edição de 2025. Dois títulos foram conquistados na última temporada- o de Aloísio Dourado e o de Kelvin Kerber e Peter Patrício – mas quem mais faturou em um só torneio foi Jacques Ortega.

Jacques Ortega conseguiu uma excelente campanha no Evento #53 da WSOP em Las Vegas, o tradicional Millionaire Maker, que teve o buy-in de US$ 1.500. O jogador do ABC paulista alcançou a mesa final da competição, que teve um field gigantesco de 11.936 entradas, e faturou mais de meio milhão de dólares.

Ortega foi o quarto colocado do Millionaire Maker e a posição lhe rendeu uma forra de US$ 534.590, valor que é disparado o maior de sua carreira. Aquele torneio, o que entregou o maior prêmio para o Brasil na temporada da WSOP em Vegas, também foi disparado o mais polêmico de toda a edição.

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Isso porque, foi nele, que ocorreu um dos grandes escândalos recentes na história do poker. A acusação – posteriormente comprovada – de collusion e chip dumping entre Jesse Yaginuma e James Caroll no heads-up da competição. Yaginuma ganharia um bônus extra do WPT em caso de título, o que motivou a infração à regra.

O caso foi a maior bomba da WSOP em 2025 e terminou também de forma polêmica. A decisão final da WSOP foi de que os dois jogadores envolvidos receberiam o pagamento do prêmio e não seriam banidos. A única punição foi o não reconhecimento de um vencedor e, consequentemente, a não entrega do bracelete.

Alheio à polêmica, Jacques Ortega concedeu entrevista posteriormente ao Mundo Poker e celebrou aquele resultado: “foi sensacional! Um monte de gente torcendo por mim que eu nem conhecia. Foi muito legal mesmo. Todo mundo dando parabéns por onde eu andava, comentando nos corredores. A torcida brasileira então, nem se fala. Incrível. Muita gente que eu nunca tinha visto vibrando, torcendo de verdade. Foi sensacional”, falou Ortega.

A WSOP 2026 começa no dia 26 de maio e o Mundo Poker estará presente desde o primeiro dia para trazer a cobertura completa da campanha brasileira na série. Se você ainda não segue nosso Instagram, siga agora mesmo para não perder nenhum detalhe!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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