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João Simão e Yuri Dzivielevski acumulam encontros em mesas finais valiosas e conquistas de bracelete na WSOP; confira

Os dois já fizeram outras decisões juntos

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João Simão (Crédito: Lennart-Hennig/WSOP)

João Simão fez história neste domingo ao conquistar o quarto bracelete da carreira na WSOP 2026. A vitória rendeu ao brasileiro uma premiação de impressionantes US$ 1.368.700, uma das maiores de sua trajetória no circuito. Um dos adversários que cruzou seu caminho na decisão foi justamente Yuri Dzivielevski, coincidência que se repete nas duas últimas grandes vitórias de Simão.

Em dezembro, quando João venceu o Evento US$ 150.000 NLH da WSOP Paradise, garantindo o tricampeonato e um prêmio de US$ 3.067.000, a maior premiação da carreira, Yuri Dzivielevski também esteve na mesa final, terminando na terceira colocação.

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Os compatriotas também se cruzaram em outras ocasiões. Em um vice-campeonato de Simão na GGPoker, Yuri também esteve presente no US$ 5.000 Pot-Limit Omaha High Roller, terminando na sétima colocação. Além disso, na edição de 2024, ambos chegaram à mesa final do US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship e por pouco não conquistaram uma dobradinha.

Yuri também se destacou em suas próprias conquistas com Simão na mesma mesa. No tetracampeonato conquistado na GGPoker, Dzivielevski cravou o US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Championship, com João Simão terminando na sétima colocação.

O histórico de encontros entre os dois brasileiros em grandes decisões mostra bem a consistência de ambos no mais alto nível do poker mundial. Com mais alguns dias de série mundial pela frente, é bem provável que eles ainda se encontrem muitas vezes nas principais decisões da WSOP e sigam escrevendo novos capítulos dessa trajetória lado a lado, sendo duas lendas do cenário brasileiro.

Yuri Dzivielevski

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Rafael Caliman vai ao Dia Final do Salute to Warrios com 35 jogadores na briga pelo título

Competidores estão na briga pela forra de US$ 208.800 e o bracelete

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Rafael Caliman
Rafael Caliman

Um dos torneios mais acessíveis da grade da WSOP está chegando perto dos finalmentes. O Salute to Warriors, com buy-in de US$ 500, viu o field de 4.478 entradas ser reduzido para apenas 35 jogadores depois de dois de muito poker. O Brasil tem um último “guerreiro” na disputa: o regular Rafael Caliman.

Caliman emplacou um stack de 4.525.000 fichas, o equivalente a pouco mais de 11 big blinds. Pode parecer pouco, mas o torneio tem estrutura turbo e uma dobra muda completamente o cenário nesse tipo de estrutura. O chip leader é um nome extremamente conhecido do poker: Jamie Gold.

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O norte-americano campeão do Main Event da WSOP de 2006 teve um dia extremamente feliz e terminou com 15.750.000 fichas. O segundo colocado é o indiano Jeevan Lobo, algoz do brasileiro Eduardo Nunes, segundo melhor brasileiro no field (36º – US$ 5.380) com stack de 14.900.000.

Algumas personalidades conhecidas seguem no páreo como Lukas Haefner (5.600.000), Alexis Gavin-Mather (4.300.000) e Wesley Chen (3.000.000). O torneio recomeça às 11 horas de Las Vegas (15h do Brasil) com os blinds em 200.000 / 400.000. Caliman e a turma já garantiram US$ 6.540, mas a briga é pela glória da forra de US$ 208.800.

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Pela primeira vez, Brasil soma dois braceletes com premiações milionárias na WSOP em uma única edição; confira

As cravadas de Yuri Dzivielevski e João Simão mostram a força crescente do cenário brasileiro na série mundia

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João Simão (Crédito: Tyler Abrams/WSOP)

Ao longo dos últimos anos, o Brasil vem ampliando de forma consistente o número de braceletes conquistados na WSOP, com uma presença cada vez maior de jogadores do país em Las Vegas e nas demais etapas da série. Neste ano, com as conquistas de Yuri Dzivielevski e João Simão, um feito expressivo passa a integrar o cenário nacional.

Após 18 anos desde a primeira vitória de Alexandre Gomes em Las Vegas, o país voltou a registrar duas premiações milionárias com braceletes da WSOP no mesmo recorte, evidenciando a evolução do poker brasileiro, especialmente no volume de jogadores atuando em torneios de alto buy-in.

Yuri Dzivielevski venceu o US$ 100.000 High Roller, faturando US$ 2.841.432, a maior premiação da sua carreira. Já João Simão conquistou o US$ 50.000 High Roller PLO, garantindo mais um resultado expressivo de US$ 1.368.700.

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O desempenho não é por acaso: ambos estão entre os principais nomes brasileiros na série mundial e tendem a seguir ampliando a presença do país entre os campeões. No ano passado, durante a WSOP Paradise, os resultados já indicavam o que estava por vir.

Lá nas Bahamas, o Brasil também viveu um momento histórico, com diversas premiações relevantes e grande impacto no cenário internacional, especialmente nos torneios de buy-in mais elevados, realizados pela WSOP em parceria Triton Poker Series.

Agora, restando 23 dias de série em Las Vegas, a expectativa volta a crescer: será que o país ainda vai emplacar outra forra milionária? E mais: será que o tão aguardado Main Event desta vez vem para o Brasil? O Mundo Poker estará presente cobrindo cada detalhe dessa reta final.

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WSOP: Eelis Parsinnen adiciona mais um episódio em seu legado de Omaha e vence o Evento #47 US$ 25k PLO

Eelis embolsou US$ 2,1 milhões pelo título

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Eelis Parssinen (Créditos: WSOP)

Nenhuma lista dos melhores jogadores de Omaha do mundo estará completa se não tiver o nome do finlandês Eelis Parssinen. Um dos grandes craques da modalidade, Parssinen já venceu torneios de Omaha em praticamente todas as grandes séries do mundo, e veio mais um bracelete da WSOP na última semana.

O torneio foi o Evento #47, o US$ 25.000 Pot-Limit Omaha High Roller. Parssinen ficou com US$ 2.161.056 pelo título, a segunda maior forra de sua carreira—a primeira veio no título do Triton PLO Main Event em Monte Carlo, ainda em 2024.

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O Evento #47 US$ 25k Pot-Limit Omaha High Roller somou 451 entradas, incluindo bons desempenhos para João Simão, que caiu em 17º (US$ 82.463), e Belarmino de Souza, que se despediu em 62º (US$ 50.447). Alex Foxen e Richard Gryko são outros nomes populares que estiveram na mesa final do torneio.

O US$ 50k Pot-Limit Omaha High Roller ficou com Simão, e a grade da WSOP ainda conta com o US$ 100k Pot-Limit Omaha High Roller a partir do dia 30 de junho, além do Pot-Limit Omaha Championship de US$ 10k no dia 26.

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