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WSOP: João Simão é parado em 3º, Yuri Martins fica em 4º e dupla forra prêmios de seis dígitos caprichados no Evento #24

Craques ficaram perto de mais uma conquista histórica em Las Vegas

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João Simão e Yuri Martins
João Simão e Yuri Martins

João Simão e Yuri Martins são os únicos brasileiros com mais de um bracelete da WSOP e também os dois jogadores com mais ganhos em torneios ao vivo do país. Essa dupla pesada deu show no Evento #24 da WSOP e faltou pouco para o primeiro heads-up verde e amarelo da história da série mundial em Las Vegas.

Os dois começaram o Dia Final do US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi/Lo 8 or Better entre 13 jogadores. Depois de encarar o field de 259 entradas, Simão finalizou a jornada com o terceiro lugar e levou um super prêmio de US$ 247.874. Essa foi a segunda mesa final do mineiro nesta edição da série. Yuri ficou com o quarto lugar e embolsou a forra de US$ 175.321.

A primeira metade da decisão aconteceu em ritmo acelerado com quatro eliminações seguidas. Joshua Thibodaux, Luis Velador, Brad Ruben e Philip Shing ficaram pelo caminho. No 5-handed, Yuri chegou a ficar com o menor stack em determinado momento. Simão conseguiu potes em cima de Robert Tanita e o chip leader do Dia Final se despediu em quinto na sequência.

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No 4-handed, foi a vez de Yuri arrancar. Ele chegou a figurar como segundo em fichas destacadamente. Sean Troha teve tudo para ser eliminado nesse momento. Ele ficou curtíssimo, mas conseguiu triplicar e depois dobrar de novo em duas mãos seguidas. Eis que Yuri trombou com o chip leader Tyler Brown em um blind war e viu a trajetória ser interrompida.

Nos blinds 50.000 / 100.000, Brown deu raise para 300.000 do small blind e Yuri defendeu o big blind. Depois do flop , o americano apostou 700.000 fichas e o brasileiro anunciou all in para 2.500.000. Tyler deu instacall e mostrou , enquanto o tetracampeão da WSOP tinha . Turn e river não qualificaram mãos para o lo e Brown venceu no hi com o par de 9 e kicker melhor.

A queda de Simão foi bem parecida na dinâmica. Ele despediu com a medalha de bronze logo depois do Dinner Break. Nos blinds 60.000 / 120.000, Brown abriu 360.000 do small e o mineiro defendeu o big blind. O flop veio , o estrangeiro apostou 840.000 e viu João responder com all in de 1.760.000.

Brown, campeão do Mystery Millions da WSOP no ano passado, pagou rapidamente e segurou de contra os vários draws de João com no turn e river . Essa foi a 6ª mesa final de Simão em Las Vegas, enquanto Yuri completou a 13ª da carreira.

Confira o Episódio #71 do Poker de Boteco com Rafael Reis:

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WSOP: Yuri Dzivielevski está classificado para o Dia Final do Evento #08 US$ 1.500 Badugi

Brasileiro está curto, mas vivo na briga pelo hexampeonato da série

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Yuri Dzivielevski (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

O domingo vai ter reta final das boas para o Brasil na WSOP. Yuri Dzivielevski, o maior nome do país quando se trata da maior série do mundo, alcançou seu primeiro Dia 3 (e Final) nesta edição da WSOP neste sábado. O “NerdGuy” se classificou para o dia decisivo do Evento #08, o US$ 1.500 Badugi.

Depois de dois dias de jogo, o field de 554 entradas está reduzido para apenas 10 jogadores e Yuri Dzivielevski é um deles. Após um Dia 2 bem intenso e uma reta final de altos e baixos, o brasileiro avançou com o nono melhor stack entre os dez finalistas, repetindo o filme do dia anterior, quando também avançou curto.

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Yuri passou com 245.000 fichas, pouco menos de 5 blinds, e vai precisar batalhar para mudar a situação. Nada que o assuste. O chip leader do torneio é o americano Michael Casella, que teve uma runnada insana na reta final do torneio e chegou a 4.065.000. Scott Seiver (2.120.000) e Nick Schulman (1.985.000) são outros grandes nomes na briga.

O Dia Final do Evento #08 está marcado para às 13h local, 17h de Brasília, e vai voltar nos blinds 25.000 / 50.000. Os dez finalistas já garantiram um prêmio de US$ 8.979, enquanto o grande campeão leva US$ 141.963 e o bracelete da série. Vale dizer também que a mesa final será formada com sete jogadores.

Confira a premiação em jogo:

1º – US$ 141.963
2º – US$ 94.607
3º – US$ 62.920
4º – US$ 42.815
5º – US$ 29.824
6º – US$ 21.279
7º – US$ 15.560
8º – US$ 11.668
9º – US$ 11.668
10º – US$ 8.979

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship

Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.

Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.

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O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.

Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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