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WSOP: João Simão dá aula na mesa final, conquista o US$ 50K PLO e leva o quarto bracelete junto a prêmio milionário

Brasileiro faturou US$ 1.3 milhões com o tetra da série

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João Simão (crédito: Tyler Abrams)

O domingo foi – mais uma vez – um dia especial na carreira de João Simão. O dia sagrado para todos os jogadores de poker premiou – mais uma vez – um dos maiores nomes do poker brasileiro de todos os tempos. E foi – mais uma vez – no maior palco possível: a WSOP. João Simão agora aumentou seu legado e agora é um tetracampeão da série.

Simão conquistou o quarto bracelete de uma premiadíssima carreira com uma nova vitória gigantesca. Hoje, o título veio no US$ 50.000 High Roller PLO, Evento #55 de 2026 da WSOP. O mineiro bateu um field repleto de grandes nomes, com 110 entradas, e faturou mais uma premiação milionária para a conta.

A mais recente vitória do craque brasileiro deu a ele o baita prêmio de US$ 1.368.700, o décimo maior do poker brasileiro em todos os tempos. O próprio João Simão, inclusive, figura duas vezes nesse top 10. A outra, por coincidência – ou merecimento – é na WSOP Paradise, quando levou US$ 3 milhões pelo título do US$ 150K da Triton.

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Uma outra coincidência envolve o outro brasileiro da decisão. Yuri Dzivielevski esteve naquele 3-handed histórico na Triton e também esteve na mesa final do US$ 50K, agora em Las Vegas. O hexacampeão finalizou uma ótima participação no sexto lugar, ficando com US$ 244.510.

Vice-líder quando começou a mesa final do torneio, João Simão deu uma verdadeira aula na modalidade de quatro cartas. Blefando em horas cruciais, construindo bons potes com mãos fortes e sabendo explorar todos os spots, o brasileiro foi o protagonista da mesa final.

Após uma primeira parte rápida, o 5-handed, no palco principal, viu Simão assumir os holofotes. Junto a ele, os outros jogadores que ficaram sempre em destaque foram Robert Cowen, chip leader no início do dia, e Santosh Suvarna, empresário indiano que joga os torneios high stakes e já ganhou um bracelete nesta edição.

O trio se revezou nas três primeiras posições e fez um 3-handed bem longo. Foi Cowen, surpreendentemente, que caiu em terceiro, depois de ter chegado a abrir uma boa distância. Suvarna foi quem o eliminou, confirmando uma FT de sobrevivência incrível. O indiano, que parecia imortal, chegou ao heads-up na liderança.

Mas a “imortalidade” foi superada por conta da qualidade do brasileiro. Com uma bagagem gigantesca, João Simão brilhou no heads-up e buscou uma virada excepcional sob o embalo de uma boa torcida brasileira. Com a esposa vendo de perto, foi questão de tempo conseguir a cravada.

A mão que deu o tetra para João Simão veio para lavar a alma, quase sem sofrimento. Simão tinha AAJ9 e Suvarna tinha TT86. O board A785K já deu uma trinca para o brasileiro, que só precisou esperar até o momento final para correr para o abraço junto com toda a torcida.

João Simão (crédito: Tyler Abrams)

Confira a premiação da mesa final:

1º – João Simão (Brasil) – US$ 1.368.700
2º – Santosh Suvarna (Índia) – US$ 912.420
3º – Robert Cowen (Reino Unido) – US$ 628.510
4º – Venkat Chivukula (Estados Unidos) – US$ 445.440
5º – Carlo van Ravenswoud (Holanda) – US$ 325.080
6º – Yuri Dzivielevski (Brasil) – US$ 244.510
7º – Naoya Kihara (Japão) – US$ 189.720
8º – Veselin Karakitukov (Bulgária) – US$ 152.020

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Rafael Caliman vai ao Dia Final do Salute to Warrios com 35 jogadores na briga pelo título

Competidores estão na briga pela forra de US$ 208.800 e o bracelete

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Rafael Caliman
Rafael Caliman

Um dos torneios mais acessíveis da grade da WSOP está chegando perto dos finalmentes. O Salute to Warriors, com buy-in de US$ 500, viu o field de 4.478 entradas ser reduzido para apenas 35 jogadores depois de dois de muito poker. O Brasil tem um último “guerreiro” na disputa: o regular Rafael Caliman.

Caliman emplacou um stack de 4.525.000 fichas, o equivalente a pouco mais de 11 big blinds. Pode parecer pouco, mas o torneio tem estrutura turbo e uma dobra muda completamente o cenário nesse tipo de estrutura. O chip leader é um nome extremamente conhecido do poker: Jamie Gold.

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O norte-americano campeão do Main Event da WSOP de 2006 teve um dia extremamente feliz e terminou com 15.750.000 fichas. O segundo colocado é o indiano Jeevan Lobo, algoz do brasileiro Eduardo Nunes, segundo melhor brasileiro no field (36º – US$ 5.380) com stack de 14.900.000.

Algumas personalidades conhecidas seguem no páreo como Lukas Haefner (5.600.000), Alexis Gavin-Mather (4.300.000) e Wesley Chen (3.000.000). O torneio recomeça às 11 horas de Las Vegas (15h do Brasil) com os blinds em 200.000 / 400.000. Caliman e a turma já garantiram US$ 6.540, mas a briga é pela glória da forra de US$ 208.800.

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Pela primeira vez, Brasil soma dois braceletes com premiações milionárias na WSOP em uma única edição; confira

As cravadas de Yuri Dzivielevski e João Simão mostram a força crescente do cenário brasileiro na série mundia

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João Simão (Crédito: Tyler Abrams/WSOP)

Ao longo dos últimos anos, o Brasil vem ampliando de forma consistente o número de braceletes conquistados na WSOP, com uma presença cada vez maior de jogadores do país em Las Vegas e nas demais etapas da série. Neste ano, com as conquistas de Yuri Dzivielevski e João Simão, um feito expressivo passa a integrar o cenário nacional.

Após 18 anos desde a primeira vitória de Alexandre Gomes em Las Vegas, o país voltou a registrar duas premiações milionárias com braceletes da WSOP no mesmo recorte, evidenciando a evolução do poker brasileiro, especialmente no volume de jogadores atuando em torneios de alto buy-in.

Yuri Dzivielevski venceu o US$ 100.000 High Roller, faturando US$ 2.841.432, a maior premiação da sua carreira. Já João Simão conquistou o US$ 50.000 High Roller PLO, garantindo mais um resultado expressivo de US$ 1.368.700.

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O desempenho não é por acaso: ambos estão entre os principais nomes brasileiros na série mundial e tendem a seguir ampliando a presença do país entre os campeões. No ano passado, durante a WSOP Paradise, os resultados já indicavam o que estava por vir.

Lá nas Bahamas, o Brasil também viveu um momento histórico, com diversas premiações relevantes e grande impacto no cenário internacional, especialmente nos torneios de buy-in mais elevados, realizados pela WSOP em parceria Triton Poker Series.

Agora, restando 23 dias de série em Las Vegas, a expectativa volta a crescer: será que o país ainda vai emplacar outra forra milionária? E mais: será que o tão aguardado Main Event desta vez vem para o Brasil? O Mundo Poker estará presente cobrindo cada detalhe dessa reta final.

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WSOP: Eelis Parsinnen adiciona mais um episódio em seu legado de Omaha e vence o Evento #47 US$ 25k PLO

Eelis embolsou US$ 2,1 milhões pelo título

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Eelis Parssinen (Créditos: WSOP)

Nenhuma lista dos melhores jogadores de Omaha do mundo estará completa se não tiver o nome do finlandês Eelis Parssinen. Um dos grandes craques da modalidade, Parssinen já venceu torneios de Omaha em praticamente todas as grandes séries do mundo, e veio mais um bracelete da WSOP na última semana.

O torneio foi o Evento #47, o US$ 25.000 Pot-Limit Omaha High Roller. Parssinen ficou com US$ 2.161.056 pelo título, a segunda maior forra de sua carreira—a primeira veio no título do Triton PLO Main Event em Monte Carlo, ainda em 2024.

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O Evento #47 US$ 25k Pot-Limit Omaha High Roller somou 451 entradas, incluindo bons desempenhos para João Simão, que caiu em 17º (US$ 82.463), e Belarmino de Souza, que se despediu em 62º (US$ 50.447). Alex Foxen e Richard Gryko são outros nomes populares que estiveram na mesa final do torneio.

O US$ 50k Pot-Limit Omaha High Roller ficou com Simão, e a grade da WSOP ainda conta com o US$ 100k Pot-Limit Omaha High Roller a partir do dia 30 de junho, além do Pot-Limit Omaha Championship de US$ 10k no dia 26.

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