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WSOP: João Simão executa blefe perfeito em momento decisivo do High Roller PLO e faz galês largar flush; confira
A jogada aconteceu no 3-handed do torneio
Craque! Simplesmente craque! João Simão deu uma aula na mesa final do US$ 50.000 High Roller PLO da WSOP na madrugada desta segunda-feira e foi o grande campeão do torneio, conquistando o quarto bracelete de sua carreira. E isso ficou muito evidente pela agressividade demonstrada pelo profissional sobre seus adversários durante toda a decisão.
Em uma das mãos mais importantes do 3-handed, contra o galês Robert Cowen, ele executou um belo blefe e puxou um grande pote para encostar na quantidade de fichas dos oponentes. Nos blinds 150.000/300.000, Cowen abriu mini-raise do botão com . Simão, no small blind, pagou com , enquanto Suvarna defendeu o big blind com .
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O trio viu o flop . A ação foi de check pelos três jogadores. Naquele momento, Cowen liderava com dois pares e um draw para flush em ouros. O turn trouxe o , completando o flush do galês. Além disso, tanto Suvarna quanto Simão já estavam matematicamente derrotados naquele ponto da mão. Porém, Cowen nem imaginava isso.
Primeiro a agir, João apostou 600.000 fichas, transformando sua mão em blefe. Robert Cowen então optou apenas pelo call com seu flush ao rei. O river foi o e Simão não desacelerou. Sem showdown value relevante diante desse board, ele disparou uma aposta do tamanho do pote, cerca de 3.300.000 fichas.
Bastante pressionado pelo brasileiro, o galês rapidamente colocou suas cartas ao muck, entregando um pote bem grande para João Simão, que seguiu vivo na disputa e ganharia ainda mais confiança para buscar o título, que rendeu o quarto bracelete e US$ 1,3 milhão.
Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:
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Rafael Caliman vai ao Dia Final do Salute to Warrios com 35 jogadores na briga pelo título
Competidores estão na briga pela forra de US$ 208.800 e o bracelete
Um dos torneios mais acessíveis da grade da WSOP está chegando perto dos finalmentes. O Salute to Warriors, com buy-in de US$ 500, viu o field de 4.478 entradas ser reduzido para apenas 35 jogadores depois de dois de muito poker. O Brasil tem um último “guerreiro” na disputa: o regular Rafael Caliman.
Caliman emplacou um stack de 4.525.000 fichas, o equivalente a pouco mais de 11 big blinds. Pode parecer pouco, mas o torneio tem estrutura turbo e uma dobra muda completamente o cenário nesse tipo de estrutura. O chip leader é um nome extremamente conhecido do poker: Jamie Gold.
O norte-americano campeão do Main Event da WSOP de 2006 teve um dia extremamente feliz e terminou com 15.750.000 fichas. O segundo colocado é o indiano Jeevan Lobo, algoz do brasileiro Eduardo Nunes, segundo melhor brasileiro no field (36º – US$ 5.380) com stack de 14.900.000.
Algumas personalidades conhecidas seguem no páreo como Lukas Haefner (5.600.000), Alexis Gavin-Mather (4.300.000) e Wesley Chen (3.000.000). O torneio recomeça às 11 horas de Las Vegas (15h do Brasil) com os blinds em 200.000 / 400.000. Caliman e a turma já garantiram US$ 6.540, mas a briga é pela glória da forra de US$ 208.800.
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Pela primeira vez, Brasil soma dois braceletes com premiações milionárias na WSOP em uma única edição; confira
As cravadas de Yuri Dzivielevski e João Simão mostram a força crescente do cenário brasileiro na série mundia
Ao longo dos últimos anos, o Brasil vem ampliando de forma consistente o número de braceletes conquistados na WSOP, com uma presença cada vez maior de jogadores do país em Las Vegas e nas demais etapas da série. Neste ano, com as conquistas de Yuri Dzivielevski e João Simão, um feito expressivo passa a integrar o cenário nacional.
Após 18 anos desde a primeira vitória de Alexandre Gomes em Las Vegas, o país voltou a registrar duas premiações milionárias com braceletes da WSOP no mesmo recorte, evidenciando a evolução do poker brasileiro, especialmente no volume de jogadores atuando em torneios de alto buy-in.
Yuri Dzivielevski venceu o US$ 100.000 High Roller, faturando US$ 2.841.432, a maior premiação da sua carreira. Já João Simão conquistou o US$ 50.000 High Roller PLO, garantindo mais um resultado expressivo de US$ 1.368.700.
O desempenho não é por acaso: ambos estão entre os principais nomes brasileiros na série mundial e tendem a seguir ampliando a presença do país entre os campeões. No ano passado, durante a WSOP Paradise, os resultados já indicavam o que estava por vir.
Lá nas Bahamas, o Brasil também viveu um momento histórico, com diversas premiações relevantes e grande impacto no cenário internacional, especialmente nos torneios de buy-in mais elevados, realizados pela WSOP em parceria Triton Poker Series.
Agora, restando 23 dias de série em Las Vegas, a expectativa volta a crescer: será que o país ainda vai emplacar outra forra milionária? E mais: será que o tão aguardado Main Event desta vez vem para o Brasil? O Mundo Poker estará presente cobrindo cada detalhe dessa reta final.
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WSOP: Eelis Parsinnen adiciona mais um episódio em seu legado de Omaha e vence o Evento #47 US$ 25k PLO
Eelis embolsou US$ 2,1 milhões pelo título
Nenhuma lista dos melhores jogadores de Omaha do mundo estará completa se não tiver o nome do finlandês Eelis Parssinen. Um dos grandes craques da modalidade, Parssinen já venceu torneios de Omaha em praticamente todas as grandes séries do mundo, e veio mais um bracelete da WSOP na última semana.
O torneio foi o Evento #47, o US$ 25.000 Pot-Limit Omaha High Roller. Parssinen ficou com US$ 2.161.056 pelo título, a segunda maior forra de sua carreira—a primeira veio no título do Triton PLO Main Event em Monte Carlo, ainda em 2024.
O Evento #47 US$ 25k Pot-Limit Omaha High Roller somou 451 entradas, incluindo bons desempenhos para João Simão, que caiu em 17º (US$ 82.463), e Belarmino de Souza, que se despediu em 62º (US$ 50.447). Alex Foxen e Richard Gryko são outros nomes populares que estiveram na mesa final do torneio.
O US$ 50k Pot-Limit Omaha High Roller ficou com Simão, e a grade da WSOP ainda conta com o US$ 100k Pot-Limit Omaha High Roller a partir do dia 30 de junho, além do Pot-Limit Omaha Championship de US$ 10k no dia 26.
Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:
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