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Isaac Haxton vence o Evento #16 da WSOP e conquista o primeiro bracelete para coroar carreira vencedora de 16 anos

O jogador superou o field de 301 entradas e ganhou também US$ 1.698.215 pela vitória

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Isaac Haxton

Vencer um evento da WSOP e conquistar um bracelete da série é um feito que muitos jogadores já alcançaram em suas carreiras. Porém, nem tudo são flores e algumas lendas do jogo apenas chegaram perto desse objetivo. Até a noite desta quinta-feira (08), o nome de Isaac Haxton estava nessa lista, mas foi excluído com a incrível vitória no Evento #16.

Mais de US$ 35 milhões em ganhos ao vivo, títulos em praticamente todos os circuitos tanto online como live, Isaac buscava a cereja do bolo de sua longeva e vitoriosa carreira e conseguiu após derrotar o field de 301 entradas no High Roller de US$ 25.000. Acostumado a quantias milionárias, Ike levou a bagatela de US$ 1.698.215.

Certamente, quem viu o menino Ike dar um show em sua primeira aparição lá em 2007, no Main Event do PCA, onde terminou com o vice-campeonato e um prêmio de US$ 861.789 – o seu primeiro ITM registrado na carreira, não esperava que demorasse tanto tempo até seu bracelete sair.

Em entrevista durante a mesa final, o agora campeão da WSOP, falou que o fato de não ter conquistado a joia não lhe afetava, pois seus adversários lhe deram o adjetivo de “o melhor jogador sem braceletes”, o que para Ike não era uma coisa ruim.

“Eu terminei em segundo e terceiro muitas vezes para meus maiores prêmios, então é bom finalmente vencer. Um field de 300 jogadores em um torneio de US$ 25.000, sim, acho que deve estar lá em cima com uma das minhas maiores conquistas”, comentou o campeão.

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O espetacular ano do profissional conta com seis títulos nos High Rollers, inúmeras mesas finais nos circuitos PokerGO, Triton Series e no PokerStars Live (PCA e EPT) e títulos importantes nas mesas da GGPoker, jogando os torneios mais caros online.

Na mesa final jogada rumo ao seu bracelete, Ike Haxton enfrentou jogadores importantes como João Vieira “Naza114”, Brian Rast, Frank Funaro, Roman Hrabec, Lewis Spencer, Darren Elias e, por último, o britânico Ryan O’Donnell, conhecido como “Moca Choca89”, um mega grinder de heads-up e Spin & Go do PokerStars.

Até chegar ao confronto final, ele travou uma batalha com Darren Elias no 3-handed, onde bad beats de ambas as partes foram aplicadas. Primeiro, Elias dobrou de K6 contra AK de Ike com após um river milagroso em uma jogada que terminou em all in no turn e board A96J6.

Depois disso, Haxton venceu um all in pré-flop gigantesco de 87 contra AJ, acertando em cheio o board KQ373 para fatiar Elias, que foi eliminado na sequência em uma bad beat contra Ryan. Dominando o confronto que durou poucas mãos, Ike tinha AJ e se envolveu no all in final contra o AT de Ryan.

O que parecia ser uma dobra do britânico após o board T33 e turn Q, virou uma vitória para Isaac Haxton no river J, terminando a saga do lendário jogador em busca de um bracelete, que deixou o recado: “vou tentar ganhar o Evento #23 (US$ 50.000 High Roller 8-Handed) nesta sexta-feira”, finalizou.

Confira o resultado final do Evento #16:

1º – Isaac Haxton (EUA) – US$ 1.698.215

2º – Ryan O’Donnell (Reino Unido) – US$ 1.049.577

3º – Darren Elias (EUA) – US$ 725.790

4º –  Lewis Spencer (Reino Unido) – US$ 511.782

5º – Roman Hrabec (República Checa) – US$ 368.134

6º – Frank Funaro (EUA) – US$ 270.238

7º – Brian Rast (EUA) – US$ 202.532

8º – João Vieira  (Portugal) – US$ 155.037

Isaac Haxton com Justin Bonomo, seu grande amigo

Confira o MundoTV Cast #37 com Alexandre Mantovani:

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Ausente da WSOP há quase 10 anos, Charlie Carrel revela motivo: prisão no passado e banimento dos Estados Unidos

O jogador não participa da série por conta de um episódio em 2017

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Charlie Carrell
Charlie Carrel

Charlie Carrel ficou conhecido como um dos principais jogadores do poker online na última década, mas o jogador inglês não é visto na WSOP já há quase 10 anos. Sua última participação na principal série de poker do mundo foi em 2017 e, desde então, sua ausência não tinha um motivo conhecido.

Nesta semana, porém, a explicação foi a público pelo próprio jogador. E o motivo é mais complicado do que se imagina: Charlie Carrel está impedido de entrar nos Estados Unidos e, consequentemente, impossibilitado de disputar a maior série de poker do mundo.

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Em um vídeo publicado no Youtube, Carrel revelou uma história até certo ponto pesada. Ele foi preso em 2017 nos Estados Unidos por conta do porte de drogas. De acordo com o próprio jogador, ele estava em um período de uso contínuo de drogas e, em uma de suas idas aos Estados Unidos, foi parado na imigração.

O agente da alfândega acabou revistando a bagagem de Carrel e encontrou três comprimidos rosas em um frasco. Isso foi o suficiente para ser encaminhado para uma prisão em Nevada. Ele passou apenas uma noite preso, mas essa passagem foi o suficiente para impedi-lo de voltar até hoje. Gesso!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patricio:

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Com novas regras sobre patrocínio, Patrick Leonard tem pedido negado pela WSOP e põe em xeque participação na série

O britânico teve seu pedido recusado para usar itens patrocinados

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Patrick Leonard
Patrick Leonard

A WSOP de 2026 ainda não começou, mas as primeiras polêmicas já estão surgindo no Twitter. Para esta temporada, a organização anunciou algumas novidades e uma das regras sofreu alteração. Agora, jogadores patrocinados terão de pedir licença para utilizar seus patches ou itens em torneios com transmissão.

Esse pedido precisa ser feito com pelo menos 24 horas de antecedência e, caso não seja feito e o jogador use qualquer item patrocinado, ele passa a correr risco de desclassificação. Essa nova diretriz, no entanto, já está dando o que falar. O britânico Patrick Leonard compartilhou seu caso no Twitter e acendeu um grande debate.

O “Pads”, embaixador da Coin Poker, contou que fez seu pedido para a direção, mas não obteve aprovação. Ele enviou o email para a WSOP e a resposta foi de que o pedido estava sendo negado porque não ia de encontro as diretrizes da WSOP, sem especificar qual o ponto que estaria sendo violado.

LEIA MAIS: Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

Na regra, está escrito que não serão permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP.

Uma das possibilidades da recusa é o fato da Coin Poker não ser um site regulamentado nos Estados Unidos. Ainda assim, esse fato coloca em xeque a participação de Patrick Leonard – e de possíveis outros jogadores patrocinados – na WSOP em 2026. Segundo o britânico, isso vai complicar as coisas. Confira o relato abaixo:

“Re: @25kfantasy não tenho certeza se vou jogar ou não. Atualmente, fui impedido de usar um patch, o que acredito que pode levar à desqualificação a critério dos diretores do torneio.

Imagino que, como acontece com muitos outros jogadores, isso vai complicar as coisas. Eu entendo e respeito que o WSOP é mais GGlive agora e não vai quebrar as regras. As regras são as regras, vou respeitá-las mesmo que discorde delas.

Eu acho que os sites ficam extremamente desmotivados para investir em jogadores do nosso universo quando a principal série restringe investimentos externos. Provavelmente vou jogar o $200 diário com o Brad Owen em New Orleans.

Boa sorte a todos no draft e na série”

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

O paulista faturou US$ 534.950 no Millionaire Maker

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A WSOP 2026 está cada vez mais perto e, aproveitando a quinta-feira para fazer o famoso TBT, o Mundo Poker vai relembrar o maior prêmio brasileiro na edição de 2025. Dois títulos foram conquistados na última temporada- o de Aloísio Dourado e o de Kelvin Kerber e Peter Patrício – mas quem mais faturou em um só torneio foi Jacques Ortega.

Jacques Ortega conseguiu uma excelente campanha no Evento #53 da WSOP em Las Vegas, o tradicional Millionaire Maker, que teve o buy-in de US$ 1.500. O jogador do ABC paulista alcançou a mesa final da competição, que teve um field gigantesco de 11.936 entradas, e faturou mais de meio milhão de dólares.

Ortega foi o quarto colocado do Millionaire Maker e a posição lhe rendeu uma forra de US$ 534.590, valor que é disparado o maior de sua carreira. Aquele torneio, o que entregou o maior prêmio para o Brasil na temporada da WSOP em Vegas, também foi disparado o mais polêmico de toda a edição.

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Isso porque, foi nele, que ocorreu um dos grandes escândalos recentes na história do poker. A acusação – posteriormente comprovada – de collusion e chip dumping entre Jesse Yaginuma e James Caroll no heads-up da competição. Yaginuma ganharia um bônus extra do WPT em caso de título, o que motivou a infração à regra.

O caso foi a maior bomba da WSOP em 2025 e terminou também de forma polêmica. A decisão final da WSOP foi de que os dois jogadores envolvidos receberiam o pagamento do prêmio e não seriam banidos. A única punição foi o não reconhecimento de um vencedor e, consequentemente, a não entrega do bracelete.

Alheio à polêmica, Jacques Ortega concedeu entrevista posteriormente ao Mundo Poker e celebrou aquele resultado: “foi sensacional! Um monte de gente torcendo por mim que eu nem conhecia. Foi muito legal mesmo. Todo mundo dando parabéns por onde eu andava, comentando nos corredores. A torcida brasileira então, nem se fala. Incrível. Muita gente que eu nunca tinha visto vibrando, torcendo de verdade. Foi sensacional”, falou Ortega.

A WSOP 2026 começa no dia 26 de maio e o Mundo Poker estará presente desde o primeiro dia para trazer a cobertura completa da campanha brasileira na série. Se você ainda não segue nosso Instagram, siga agora mesmo para não perder nenhum detalhe!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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