KSOP AGENTINA

Geral

Pedro Garagnani celebra big hit no GGN8, comenta vices no SCOOP e transição para o high stakes: “processo de adaptação”

O paranaense é um dos grandes nomes do poker brasileiro atualmente

Published

on

Pedro Garagnani ou “pvigar”. Nome e nick que qualquer regular ou amante de poker certamente já escutou em 2020. O profissional paranaense de 28 anos é um dos principais jogadores do poker brasileiro na atualidade. Antes, ele abandonou a faculdade de Engenharia da Computação para se dedicar ao poker num processo que muitos passaram. E a escolha deu muito certo.

Apenas em 2020, no PokerStars, por exemplo, o craque está perto da marca de US$ 200.000 de lucro no site. Só que a cereja do bolo da temporada veio em outra sala. Pedro conseguiu o big hit da carreira no GGPoker com a 4ª colocação no Super High Rollers MILLION$. Foi um torneio de US$ 10.000 de buy-in e o desempenho brilhante valeu US$ 174.653 para o craque.

“É muito legal poder estar jogando esses torneios e conseguir um big hit é com certeza uma das maiores felicidades de um jogador de poker. No começo do ano tendo passado a barreira dos seis dígitos pela primeira vez foi surreal, e agora novamente, só posso dizer que estou muito feliz e grato”, vibrou o “pvigar”.

LEIA MAIS: João Simão explica criação de quadro de análises e elogia nova etapa do KSOP Online no partypoker: “será um sucesso”

Garagnani também é um dos nove jogadores que compõe o seleto grupo 9Tales. Ele deu um salto no seu avarage buy-in (buy-in médio) nessa transição. “Após o início do 9Tales meu ABI saiu de $350 pra $700 e isso foi algo inédito; maior parte da minha carreira eu fiz move ups mais graduais e não tão agressivos. Por isso sinto que ainda estou num processo de adaptação nesses jogos”, disse o craque.

Atualmente, Pedro Garagnani é o quinto colocado do conceituado ranking do PocketFives. Ele ainda comentou sobre a maior exposição após a entrada do time, as traves do SCOOP e a saudade do poker ao vivo. Eram muitos planos para 2020 que foram adiados!

Confira a entrevista completa com Pedro Garagnani:

MP: Tantos resultados bons em sequência em 2020 e agora esse big hit, o maior da sua carreira. Como pode definir esse momento?

PG: É muito legal poder estar jogando esses torneios e conseguir um big hit é com certeza uma das maiores felicidades de um jogador de poker. No começo do ano tendo passado a barreira dos seis dígitos pela primeira vez foi surreal, e agora novamente, só posso dizer que estou muito feliz e grato.

MP: Você tem jogado o high stakes do online. Qual seu ABI médio atualmente e um ROI que acha bom / ideal? Como foi essa transição?

PG: O meu ABI tá 750 desde o começo de março se não me engano. Nessa faixa de buy-in basicamente se você tiver um ROI positivo já tá bom demais (risos). Creio que um jogador muito bom consiga ao redor de 15-20% de ROI, mais que isso o cara já é muito sick e/ou hittou os maiores torneios.

Após o início do 9Tales meu ABI saiu de $350 pra $700 e isso foi algo inédito; maior parte da minha carreira eu fiz move ups mais graduais e não tão agressivos. Por isso sinto que ainda estou num processo de adaptação nesses jogos.

MP: Você já vinha conseguindo bons resultados antes da criação do 9Tales e continuou com uma pegada ainda mais forte depois. O que pode falar da contribuição do time em si?

PG: Só tenho a agradecer a oportunidade de ter entrado no 9T e posso dizer que além da minha gana habitual de crescer agora todos temos um incentivo adicional que é produzir e trabalhar pelo bem do time. Poder compartilhar informações com os jogadores que mais admiro no Brasil é algo que tem afetado profundamente a maneira com que olho o jogo e minhas estratégias.

MP: Você bateu na trave do SCOOP duas vezes. Você é do tipo de jogador que curte e quer a glória das conquistas ou não se importa tanto com isso?

PG: Ah, é meio chato não ter ganhado pelo menos um deles né (risos). Não tem como dizer que não queria ter ganhado e que não fiquei puto. Mas esses sentimentos passam rápido; ficar em segundo em qualquer torneio é sempre um bom resultado e creio que devemos celebrar as pequenas e médias conquistas.

MP: Bons resultados, torneios caros, time do momento. É claro que você e os caras que estão juntos contigo estão recebendo mais visibilidade na mídia e atenção de outros jogadores e do público. Como que você lida com isso?

PG: Não tenho muito a dizer sobre isso, não sou eu quem dita o que os outros consomem ou deixam de consumir. Enquanto isso for de interesse ao meio do poker, acho legal contribuir da melhor forma que eu posso.

MP: Dos jogadores que enfrenta nos limites mais altos, quais que você mais admira e tem como referência no online?

PG: Tem alguns (risos), mas no momento os caras que estão (ou sempre estiveram?) na mira são Andras Nemeth e Micheal Addamo.

MP: Você também tem um bom currículo no live e costuma participar das etapas de BSOP / KSOP. Tá com saudade? Pretende continuar aparecendo como fazia quando voltar ao normal ou mais ou menos?

PG: Ah estamos todos com muita saudade do live! Tínhamos grandes planos de jogar em Vegas e Barcelona esse ano e alguns eventos do BSOP e KSOP também. A meta é focar mais nos torneios ao vivo no próximo ano, mas isso tá fora das nossas mãos no momento devido à pandemia. Creio que só vá ter séries grandes de poker ao vivo quando a situação estiver sob controle e uma vacina estiver disponível. Enquanto isso o foco é na quarentena e no online, em julho começa outra maratona e eu e o 9Tales vamos marcar presença!

Click to comment

Geral

Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

Published

on

Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

Continue Reading

Geral

Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

Published

on

Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

Continue Reading

Geral

Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

Published

on

Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

Continue Reading

MAIS LIDAS