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O que Bill Perkins, um investidor de milhões e jogador de poker, pode te ensinar sobre sucesso

Bill Perkins compartilha os segredos de uma mente bilionária

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Bill Perkins
Bill Perkins

Hedge fund manager, jogador de poker high stakes e pensador “assimétrico”. Bill Perkins é tudo isso e muito mais. O americano é conhecido pelas suas aparições em mesas milionárias, pelas apostas inusitadas e por um estilo de vida guiado pela ousadia e pelo pensamento estratégico.

Em um post recente no X (antigo Twitter), a investidora Codie Sanchez compartilhou 7 lições valiosas que aprendeu com Bill sobre mindset, negócios e riqueza. E sim, boa parte desses ensinamentos pode e deve ser aplicada ao mundo do poker.

A seguir, a gente conecta os pontos entre as ideias de Perkins e o universo dos feltros. Spoiler: tem muita dica que vale ouro para quem sonha em crescer no jogo, dentro e fora das mesas.

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1. Esteja nos círculos certos

“O bilionário Bill Perkins me disse uma vez que contrata exclusivamente através da sua rede de contatos. Alguém te recomenda? Contratado.” — Codie Sanchez no X

Na visão de Bill, networking não é luxo, é necessidade. Ele só contrata pessoas indicadas por gente de confiança. Isso vale também no poker. Os melhores home games, times profissionais, parcerias com marcas e até spots lucrativos muitas vezes dependem de estar bem posicionado na comunidade.

Quer crescer no jogo? Frequente os eventos, troque ideia com outros grinders, participe de grupos de estudo. O jogo fora das mesas pode abrir muitas portas.

2. Mire alto (de verdade)

“Você está há tanto tempo investindo em pequenos negócios que o pequeno infectou sua forma de pensar… Você precisa se livrar de toda essa besteira, ou nunca será realmente grande.” — Bill Perkins, em conversa com Codie

Esse puxão de orelha de Perkins em Codie Sanchez é uma aula de mentalidade. Segundo ele, quem pensa pequeno se acostuma a entregar pouco. E o mesmo serve para o poker: pensar grande não é sonho, é estratégia.

Quer ganhar o bracelete da WSOP, bater os high stakes online? Então se prepare como quem joga para isso. Estude, treine, invista na sua carreira. Jogador que se enxerga como mediano dificilmente sai do lugar. Quem pensa em grandeza, joga diferente.

3. Apostas assimétricas: arriscar pouco para ganhar muito

Bill é um mestre em identificar spots com risco baixo e retorno gigante — tanto em investimentos quanto no poker. Ele aposta pesado onde a chance de lucro compensa cada centavo arriscado.

Essa lógica é o dia a dia de qualquer bom jogador. Aquela 3-bet light no momento certo. Um blefe bem construído. Um call que pode dobrar seu stack. Tudo isso são jogadas assimétricas. Jogar para vencer passa por reconhecer essas oportunidades +EV e ter coragem para agir.

Bill Perkins

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4. Velocidade vence

“Velocidade vence.” — Bill Perkins

Esse é um mantra de Bill Perkins. Enquanto os outros planejam, ele já testou, errou, ajustou e saiu na frente. É a chamada regra das 24 horas: teve uma ideia? Execute o quanto antes.

No poker, a lógica é parecida: quem se adapta mais rápido, sobe antes. Jogadores que fazem review frequente, ajustam ranges, estudam com consistência e não ficam presos no perfeccionismo saem na frente. Volume importa. Agilidade importa. E esperar “o momento certo” pode custar caro.

5. Aguente a dor e continue

“Trabalhe mais, espere dor e esteja nos círculos certos.” — Bill Perkins

Segundo Bill, não existe atalho — só trabalho duro e resiliência. O sucesso vem para quem aceita o desconforto como parte do processo. E no poker isso é ainda mais real.

Downswings, bad beats, noites em branco, bolhas dolorosas… grindar exige estômago. Os que desistem no primeiro baque não sobrevivem. Os que permanecem, aprendem, evoluem e voltam mais fortes. Poker é maratona — não corrida de 100 metros.

6. Deixe o ego fora da mesa

“Seu ego te mantém pobre.” — Bill Perkins

Forte, né? Mas é real. No poker, o ego é um dos maiores vilões. Ele te faz pagar quando devia foldar, insistir quando devia parar e buscar vingança quando devia pensar EV.

Os grandes jogadores mantêm o ego sob controle. São humildes para aprender, baixar o limite quando necessário, ouvir críticas, estudar com a mente aberta. Como Bill diz: quem não domina o ego, não domina nada.

7. Pense no longo prazo — e saiba o porquê

“O objetivo não é apenas acumular dinheiro, e sim maximizar a vida. Viver experiências. Usar o dinheiro como ferramenta, não como troféu.” — Bill Perkins

Perkins escreveu o livro “Die With Zero” para defender uma vida mais rica em experiências, e não só em números na conta. O objetivo dele nunca foi apenas acumular, e sim viver com intensidade e propósito.

No poker, essa filosofia faz sentido. Qual é o seu propósito no jogo? Conquistar liberdade? Viver da sua paixão? Criar uma carreira sólida? Seja qual for, pense no longo prazo.

Downswings passam, forras vêm e vão, mas a jornada vale mais quando você tem clareza do motivo que te faz voltar todos os dias para os feltros. E mais: celebre o caminho. Construa conexões. Compartilhe o sucesso. Porque, como Bill mesmo diz:

“De que vale o sucesso se você não tem com quem compartilhá-lo?”

No final das contas…

Bill Perkins nos dá um manual de mentalidade para quem quer crescer — no poker, nos negócios ou na vida. A receita? Jogue grande, arrisque com sabedoria, ande com os certos, aprenda sempre e deixe o ego em casa. Quem aplicar essas ideias com consistência vai longe. Boa sorte nas mesas!

Confira o episódio #103 do Poker de Boteco com Ricardo Copag:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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