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Regularização fiscal no poker: MEI ou PJ? Especialista da Chip Tax esclarece dúvidas comuns
Matheus Mesquita, sócio da empresa, esclareceu pontos importantes sobre o assunto
O poker se tornou uma importante fonte de renda para muitos jogadores, que hoje encaram a carreira com seriedade e profissionalismo. Além da constante evolução técnica necessária para se manter entre os melhores, é fundamental estar atento a diversas outras obrigações, entre as quais se incluem as fiscais/tributárias, que geram muitas dúvidas e têm relevância crescente devido ao grande volume de dinheiro envolvido no meio e à crescente conscientização da sociedade a respeito da existência deste universo.
Uma das perguntas que mais recorrentes entre os jogadores regulares e que tomam conhecimento da necessidade de manter sua regularidade tributária se refere à identificação da melhor abordagem para o seu caso: “devo abrir um MEI, ser uma PJ ou adotar alguma outra providência?”.
Para esclarecer essa e outras dúvidas relacionadas ao assunto, a ChipTax, empresa de assessoria especializada no segmento e referência no mercado brasileiro, é a parceira ideal.
Em razão da relação próxima que possui com o Mundo Poker, convidamos Matheus Mesquita, sócio da empresa e especialista no assunto, para tratar da questão. Ele explicou com clareza os benefícios de estruturar a carreira fiscalmente, especialmente quando o jogador passa a obter uma renda significativa com o jogo:
“O grande princípio a ser observado é que todo jogador, a partir do momento em que passa a ter movimentações e ganhos habituais, já deve se preocupar em ter a sua situação formalizada. Isso é importante em vários sentidos. Serve pra ele ficar protegido de uma eventual fiscalização e evitar uma autuação. Serve para que as transações feitas por ele tenham um lastro e para que ele possa ter uma evolução patrimonial sem gerar qualquer gatilho fiscalizatório. Serve para que ele tenha crédito, consiga abrir conta em banco, consiga financiamento, etc. Enfim, serve para que o jogador de poker consiga ter uma vida formal e evite os problemas da informalidade”, explicou.
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Como destacado pelo especialista, cumprir as obrigações fiscais pode trazer tranquilidade aos jogadores em relação à tributação, garantindo que não enfrentem problemas com a Receita Federal. Para isso, é essencial analisar em que estágio da carreira cada jogador se encontra e decidir se vale mais a pena optar pelo MEI, por uma PJ ou por outras alternativas (eventualmente mistas) que façam mais sentido estrategicamente. Ele detalha:
“Se o jogador quer encarar o poker como profissão, ele deve encarar de uma forma profissional. Ele deve, efetivamente, tratar aquilo com seriedade, e essa seriedade envolve cumprir obrigações. No início, um MEI (Microempreendedor Individual) pode ser uma opção viável, utilizada para jogadores de AVG menor. Não deixa de ser uma alternativa interessante, por representar um custo baixo e já servir como algum nível de formalização e proteção, embora os limites sejam baixos”.
A segunda opção, que é a constituição de uma pessoa jurídica convencional (PJ), pode ser útil para jogadores que já obtêm ganhos altos, como é o caso de profissionais que enfrentam diariamente o field high stakes, por exemplo. Matheus salientou a importância de um bom planejamento para quem já está nesse nível ou deseja alcançá-lo futuramente:
“Quando o jogador passa a jogar um AVG um pouco mais alto, já começa a fazer sentido ele pensar em outras estruturas mais sofisticadas, que podem ser uma PJ ou não. Mas essa escolha passa pelo momento do jogador e por uma série de variáveis, que precisam ser discutidas e analisadas caso a caso. É comum que a conjugação de estratégias (envolvendo declarações na pessoa física e na pessoa jurídica) seja o melhor caminho para casos mais complexos com o objetivo de alcançar a maior eficiência tributária possível.”
Se você quer crescer com segurança e sem surpresas fiscais, agende uma avaliação gratuita com a ChipTax. A equipe está preparada para entender sua realidade e entregar a melhor solução possível. A Chip Tax pode ser contatada através do número 31 97104-6579 via WhatsApp ou por outros meios que podem ser encontrados aqui. No Instagram, a empresa também sempre traz conteúdos importantes sobre a tributação dos jogadores de poker. Acompanhem!
Confira o episódio #103 do Poker de Boteco com Ricardo Neto “Copag”:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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