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A aposta ousada de Doyle Brunson: O clube secreto que fez história no Silverbird Casino no coração de Las Vegas

The Ten-Deuce Club funcionava 24 horas por dia

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Doyle Brunson

Antes de se tornar uma lenda do poker online com o Doyle’s Room, Doyle Brunson fez história de outra forma nos cassinos de Las Vegas. Em maio de 1979, ele e o futuro Hall da Fama, Eric Drache, inauguraram o The Ten-Deuce Club no Silverbird Hotel and Casino. O espaço funcionava 24 horas por dia e se destacou como um ponto de encontro de grandes jogadores, oferecendo mesas de Texas Hold’em com apostas altas e níveis variados.

A criação do clube não foi simples. Após uma recomendação inicial para rejeitar a licença, Brunson e Drache conseguiram a aprovação para abrir a sala. Mesmo antes de o contrato de locação estar totalmente resolvido, o clube já estava em fase de preparação. O dono do Silverbird, Major Riddle, foi um dos grandes incentivadores do projeto, buscando recuperar a arrecadação do cassino, que havia caído 25% devido à crise de combustível nos EUA.

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O charme e a ousadia do The Ten-Deuce Club

O clube rapidamente ganhou notoriedade pela presença de ícones do poker, como Bobby Baldwin, Johnny Moss, Puggy Pearson e Amarillo Slim. Mas, além de reunir estrelas, o espaço também apostava em atrair amadores. Foi um dos primeiros locais a oferecer workshops de poker para iniciantes, algo inédito para a época.

A ousadia não parava por aí. Para atrair ainda mais pessoas, o clube promovia um marketing incomum: além de divulgar a ação intensa de poker, oferecia triagem de saúde gratuita e até encaminhamento para exames físicos completos – tudo dentro da sala de cartas. Era uma mistura de poker e cuidados médicos, que só poderia ter a assinatura criativa de Eric Drache.

Silverbird em 1981

O duelo que marcou época

Entre as histórias memoráveis do clube, uma se destaca: o duelo heads-up entre Gabe Kaplan e Hal Fowler, campeão do Main Event da WSOP de 1979. Realizado em 11 de agosto de 1979, o embate foi planejado para durar o dia todo, mas Kaplan liquidou a fatura em apenas três horas, faturando US$ 200.000.

Esse tipo de evento foi um atrativo a mais para o clube, que tentava se firmar como um local diferenciado em Las Vegas. A combinação de poker de alto nível, estrelas do feltro e criatividade nas promoções dava ao The Ten-Deuce Club uma aura única.

O fim de uma era promissora

Infelizmente, o clube não durou muito. Menos de um ano após sua inauguração, Major Riddle faleceu, e os negócios entraram em falência. O Silverbird foi vendido em dezembro de 1981, e com ele foi embora o sonho do clube idealizado por Brunson e Drache.

Mesmo com o fechamento, a memória do The Ten-Deuce Club segue viva. A parceria entre Doyle Brunson e Eric Drache marcou uma época, mostrando que, muito antes da era online, Texas Dolly já estava inovando e deixando seu nome na história do poker.

Confira o episódio #105 do Poker de Boteco com Murilo Milhomem :

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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