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Há quase 10 anos, Caio Pimenta jogava o maior buy in da história do país e encarava os melhores do mundo; relembre

Inscrição de US$ 100.000 saiu inteiramente do bolso do craque mineiro

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Em 2020, estamos acostumados com grandes nomes do poker brasileiro jogando os maiores buy ins possíveis. É bem difícil abrir o lobby de um torneio online de US$ 10.000 e não ver um representante do país. Vários engatam nos US$ 25.000 de EPT e WSOP, Yuri Martins grindou o Poker Masters em 2019 e Felipe Mojave e Rafaes Moraes, apenas para citar alguns, já jogaram o Little One for One Drop, com buy in de US$ 111.111.

Em 2011, o cenário era completamente diferente. Tínhamos apenas Alexandre Gomes como campeão mundial – hoje temos seis – e o buy in de US$ 15.000 jogado pelo próprio Ale no WPT, era algo fora da curva. O ponto máximo, na época, era o Main Event da WSOP, com inscrição de US$ 10.000.

Quem ousou quebrar todas essas barreiras na época foi um jovem de 19 anos. Caio Pimenta era um fenômeno do online e discutivelmente, o melhor jogador de poker do país. Há quem diga que algumas pessoas buscaram Caio para comprar ações daquele torneio, mas o jovem mineiro estava decidido: iria jogar o Super High Roller do PCA, nas Bahamas, com o dinheiro inteiramente saindo do seu próprio bolso. Era uma quebra de todos os patamares do poker brasileiro.

LEIA MAIS: Pedro Padilha conta os percalços que enfrentou na emocionante disputa do BIG $500 da WSOPC: “foi tudo no limite”

Para se ter uma noção, irei citar alguns jogadores que estavam naquele field: Scoot Seiver, David Baker, Jason Somerville, Jonathan Duhamel, Viktor Blom “isildur1”, Dan Shak, Justin Smith, Matt Glants, Mike McDonald “Timex”, Antonio Esfandiari, Daniel Cates, Tobias Reinkemeier, entre outros.

No Dia 1, Pimenta passou com o 10º maior stack, após protagonizar um pot com Jason Mercier. Na ocasião, o mineiro foldou para um 5bet do americano. No Dia 2, uma mão que chamou a atenção foi quando Caio pensou por quase cinco minutos até foldar uma aposta de Nick Schulman no turn. Dá para perceber que o field não estava nada fácil.

Pimenta em ação no Super High Roller do PCA 2011

Ainda no Dia 2, Caio mandou Phil Laak para o chuveiro, quando seu AJ superou o K4 do americano. Apesar da bela trajetória, Pimenta acabou eliminado na 13º colocação. Com JJ, ele se envolveu em all in com Vivek Rajkumar, que tinha KQ. O flop foi um tranquilo 972, mas um K no turn decretou a eliminação do brasileiro. O river foi um 7.

O título daquela edição ficou com o ucraniano Eugene Katchalov, que faturou US$ 1.500.000. Mesmo com o vice, Daniel Negreanu atingiu o topo do All Time Money List e ultrapassou Phil Ivey na ocasião. Por falar em lista dos maiores, o atual lider desta lista, Bryn Kenney, ficou em terceiro. Nick Schulman e o costarriquenho Humberto Brenes completaram a lista de jogadores premiados.

Quase 10 anos depois, fica a duvida de como seria a carreira de Caio Pimenta caso ele conquistasse o título ou ao menos um ITM naquela ocasião. Uma coisa temos certeza: “que peito!”

Campeão levou US$ 1.500.000 na ocasião e desbancou Negreanu no HU

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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