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Encontro do FIV5: Thiago Teles explica como o FIV5 transformou dificuldade em desafio e fala do amor pelo time

O CEO do time também comentou o perfil de jogador procurado pelo FIV5

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O encontro do FIV5 Team realizado na Praia da Pipa, em março deste ano, foi um festival de felicidade. Os três dias foram de muitas risadas, sorrisos e abraços num ambiente bem feliz. Porém, dificilmente alguém esbanjava mais contentamento que Thiago Teles, o CEO do FIV5 e um dos principais organizadores da viagem.

“Acho que foi o dia mais feliz da minha vida. Antes de dormir, eu parei na janela do quarto e eu tava em êxtase. O Chico falou para mim ‘cara, eu sei o que você tá sentindo, já tive esse sentimento com o Midas’. O amor que esses meninos têm por mim e eu tenho por eles é muito recíproco. Muita gente que eu trabalho há dois, três anos eu conheci só hoje”, disse o administrador.

Teles é um dos responsáveis por organizar a estrutura do time e acompanhar a evolução dos jogadores, entender os problemas de cada um e solucioná-los. Ele reside na poker house do time em Florianópolis e até comentou o quão esteve envolvido até o encontro. “Nos últimos três anos da minha vida eu passei mais tempo com eles do que com a minha família”.

VEJA: Confira o Aftermovie do encontro do FIV5 PLO Team realizado na Praia da Pipa

O crescimento do FIV5 não veio do dia para a noite e, sim, depois de um longo processo de aprendizado e de muito trabalho. “Isso é um negócio que eu falo para todo mundo. A maior dificuldade foi aprender com o próprio processo. A gente nunca se espelhou em nenhum time, nunca se espelhou em ninguém. A gente sempre focou muito no que a gente faz. O que a gente faz? A gente faz X, então amanhã eu vou fazer o X melhor que ontem”, diz Thiago.

“Nossa maior dificuldade sempre foi a questão dos jogadores em si. A nossa modalidade não é muito conhecida. Eu mesmo tive preconceito quando o (Luís) Kamei me chamou para o time. O jogador que chega para a gente normalmente não tem muita experiência. Jogadores que vieram do MTT estão com meio do caminho andado, facilita a gente pegar um cara desse do que pegar um cara do zero. Só que a gente sempre pegou jogador do zero, zero, zero. O FIV5 é um formador de jogador”, explica.

LEIA MAIS: Encontro do FIV5: americano Shane Buchwald fala sobre jogadores brasileiros e sucesso do time: “nem nos meus sonhos”

A dificuldade é só uma barreira que os donos do FIV5 entenderam de outra forma. “Só que isso a gente não entendeu como a nossa dificuldade, a gente entendeu como o nosso desafio. Puxar todo mundo para o nosso lado e ensinar o cara desde o zero”. “Uma coisa que é muito legal é que todos os sócios do time são jogadores. Eu sou o que jogo há menos tempo e jogo há 10 anos. A gente quer dar o melhor para eles”, pontua.

Por fim, Teles falou sobre o perfil de profissional procurado. “Que ele vista isso aqui”, aponta para a camisa. “Busco um jogador que esteja disposto. Eu falo: ‘não importa o nível técnico que você tá. O que importa é a disposição que você tem para encarar desafios’. A gente cobra 15.000 mãos dos jogadores, cara, isso é muito pouco. A gente busca pessoas engajadas e que queiram mudar de vida”.

Confira a entrevista completa:

Confira o episódio #15 do Poker de Boteco:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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