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Encontro do FIV5: americano Shane Buchwald fala sobre jogadores brasileiros e sucesso do time: “nem nos meus sonhos”
Dono de bracelete da WSOP foi visionário e um dos idealizadores do projeto
O encontro do FIV5 PLO Poker Team reuniu cerca de 70 pessoas na Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, em grande estilo. Foi uma enorme confraternização de um grupo que trabalhou demais para alcançar um patamar impressionante. O time é focado em cash game da modalidade de PLO5 e já conta com mais de 170 jogadores.
O principal criador do time não é um jogador brasileiro, mas sabe falar de um ótimo jeito a língua portuguesa. O idealizador do projeto é o americano Shane Buchwald, profissional conhecido e que até tem um bracelete da WSOP da carreira. A namorada dele é brasileira e é daí que veio a ligação com o Brasil e os jogadores daqui.
“Eu não pensei em um time. Era uma época que eu estava tendo problemas nos clubes (online de cash game). Entrei, ganhei bastante e fui banido e tive que esperar outro clube abrir para poder jogar. Na época eu tinha ganhado bracelete, bastante em crypto, então não queria jogar barato”, conta Shane.
“Fui atrás de alguém para procurar jogadores para eu ensinar para jogar os stakes mais baixos. Minha visão no começo era achar 5 ou 10 pessoas para grindar US$ 1 / US$ 2 e US$ 2 / US$ 4, jogar um ano assim e me dar um tempo para achar jogos melhores para mim. Eu gostava de ensinar e fazia efeito para algumas pessoas”, explica.
Sócios, sucesso e jogadores brasileiros
Shane conheceu Francisco Pacheco e Luís Kamei numa viagem para jogar um torneio e, posteriormente, lembrou que eles eram sócios do Midas Team.
“Eu lembrei que o Chico tinha um time de poker e talvez ele podia ajudar nisso, conhecer alguém, eu tinha certeza que eu podia ganhar dinheiro nisso. Eu acho que a vida de Chico e Kamei não tinha muita pressão (financeira), mas acredito que tenha mudado muito a vida deles”, fala o americano.
O sucesso conquistado até espanta Buchwald. “Sem palavras. Nunca imaginava que isso ia acontecer. Nem nos meus sonhos eu imaginava isso, nem queria, estava atrás de ser dono de um time. Não era para mim tão importante ser reconhecido na vida. Para entrar nos jogos bom, na minha opinião, é melhor ser desconhecido do que conhecido. Ser famoso não era nada que eu queria na vida”, ele diz.
“Não fazia nenhuma ideia na minha vida que eu ia ter um time como a gente tem agora”.
Em uma das passagens do vídeo, Shane explica que o jogador brasileiro normalmente veio de uma boa formação acadêmica e que busca o poker por não ser muito bem remunerado na área. É diferente dos americanos, por exemplo, que tem uma veia de “gambler”. “Essa parte de gerenciar bankroll, parte de gerenciar dinheiro, é melhor do que o resto do mundo em termos de poker”, completa.
Os desafios do FIV5
A empolgação com o sucesso e o crescimento constante do time está presente em todos integrantes, inclusive Shane. Porém, o americano sabe que o grupo terá dificuldades para manter o espírito de “família” e na parte de organização.
“Eu acho que crescer mais vai ser um pouco mais difícil do que a gente acha. Hoje em dias estamos recebendo em torno de 20 a 30 jogadores por mês e depois desse encontro a gente imagina que vai ser ainda mais. A gente é muito perto, todo dia estamos sempre juntos. Por mais grande que a gente fica, mais desconhecido para a pessoa fica. Talvez fique distante em algum sentido”, falou.
Perfil de jogadores
Shane também respondeu o que diferencia um grande jogador de um jogador mediano no poker em geral. “Quem estuda mais, quem dedica, quem tem os hábitos bons em termos de comer, beber, fazer academia, dormir direito, esse tipo de coisa é muito importante para virar um jogador muito bom”, fala.
Ele também citou algo que o atrapalhou pessoalmente. “Para chegar nos limites mais alto, para mim, a coisa mais importante foi deixar o meu ego para trás. Eu nunca imaginava que era capaz de perder, sempre imaginava que era melhor que os outros. E eu não era o melhor”, fala modestamente.
“A gente mandar eles (jogadores) jogar mais barato não significa que eles são ruins, mas eles precisam desenvolver algo melhor. Tem que entender que algumas coisas dentro do seu jogo têm que melhorar. É difícil para algumas pessoas que sentem que o seu jogo está em outro nível, é difícil voltar para um nível baixo quando você está lá. A gente tem muito problema com isso no time”, finaliza.
Confira o vídeo com a entrevista completa:
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Confira o episódio #10 do Poker de Boteco:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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