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Yuri Dzivielevski classifica para o Dia 3 do Poker Players Championship da WSOP; restam 39 na briga

PPC fecha o registro com 108 jogadores e vai pagar US$ 1.343.764 ao campeão

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Yuri Dzivilevski (Crédito: Lennart Hennig/WSOP)

O Brasil segue vivo no evento mais charmoso da WSOP: o US$ 50.000 Poker Players Championship. Yuri Dzivielevski carimbou a classificação após o Dia 2 do torneio, a segunda barreira da maratona prevista de cinco dias, e mantém o sonho de buscar a mesa final pela segunda vez na carreira.

Em busca do heptacampeonato, Yuri teve um Dia 2 complicado e avançou com stack bem curtinho de 140.000 fichas. O Poker Players Championship fechou o registro com um field de 108 entradas, exatamente uma a mais do que no anterior. No fim das contas, apenas 39 jogadores seguem na briga pelo título. O brasileiro tem o segundo menor stack.

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Kristopher Tong é o chip leader com 2.428.000 fichas. Atrás dele, no retrovisor, está o octacampeão Benny Glaser com 2.286.000. Maxx Coleman (1.917.000), Chris Hunichen (1.670.000) e Matt Glantz (1.480.000) completam o top 5. Phil Hellmuth (900.000), Phil Ivey (694.000), Jason Mercier (634.000) e Gus Hansen (632.000) estão na lista.

A bolha do dinheiro vai estourar com 17 jogadores com um prêmio mínimo de US$ 100.934. O grande campeão vai ficar com a bagatela de US$ 1.343.764. O Dia 3 do Poker Players Championship começa às 13 horas de Las Vegas – 17 horas do Brasil – com os limites em 5.000 / 10.000 e big blinds bets de 20.000 / 40.000.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Bruno Desimoni e Alen Fillipi carimbam classificação para o Dia 4 do Millionaire Maker da WSOP

Dupla brasileira está em busca da forra espetacular de US$ 1.250.000

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Bruno Desimoni Cunha Mota
Bruno Desimoni (Crédito: Travis Ball/WSOP)

Está permitido sonhar! Do field gigantesco de 11.769 entradas do Millionaire Maker da WSOP, restam apenas 62 competidores em busca da glória. Entre eles estão dois brasileiros bem experientes: Bruno Desimoni e Alen Fillipi. A dupla chega com stacks um pouco distintos para a reta final.

Desimoni é quem puxa a fila. Ele tem 4.920.000 fichas, o equivalente a 25 big blinds, e aparece na 26ª colocação. Alen por outro lado terá que suar um pouco mais, pois chega com 1.440.000 fichas, sete big blinds. Vale lembrar que o alagoano foi finalista – terminou na 7ª posição – do Millionaire Maker em 2022.

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Bo Chen é o chip leader com um belo stack de 13.225.000, mas tem jogadores no retrovisor como Kunal Patni (11.555.000), Seiji Sasaki (11.435.000), Jed Friedman (10.660.000) e Jacob Gagnon (10.530.000). Ryan Enriquezzo (5.885.000) e Mark Newhouse (3.730.000) são alguns dos notórios da reta final.

O torneio recomeça às 11 horas de Las Vegas (15h do Brasil) com os blinds em 100.000 / 200.000. Todos os jogadores já garantiram pelo menos US$ 27.300, mas o objetivo mesmo no Dia 4 é alcançar a mesa final para manter o sonho vivo de levar o título e a premiação de US$ 1.250.000 reservada ao grande campeão.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Rafael Caliman vai ao Dia Final do Salute to Warrios com 35 jogadores na briga pelo título

Competidores estão na briga pela forra de US$ 208.800 e o bracelete

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Rafael Caliman
Rafael Caliman

Um dos torneios mais acessíveis da grade da WSOP está chegando perto dos finalmentes. O Salute to Warriors, com buy-in de US$ 500, viu o field de 4.478 entradas ser reduzido para apenas 35 jogadores depois de dois de muito poker. O Brasil tem um último “guerreiro” na disputa: o regular Rafael Caliman.

Caliman emplacou um stack de 4.525.000 fichas, o equivalente a pouco mais de 11 big blinds. Pode parecer pouco, mas o torneio tem estrutura turbo e uma dobra muda completamente o cenário nesse tipo de estrutura. O chip leader é um nome extremamente conhecido do poker: Jamie Gold.

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O norte-americano campeão do Main Event da WSOP de 2006 teve um dia extremamente feliz e terminou com 15.750.000 fichas. O segundo colocado é o indiano Jeevan Lobo, algoz do brasileiro Eduardo Nunes, segundo melhor brasileiro no field (36º – US$ 5.380) com stack de 14.900.000.

Algumas personalidades conhecidas seguem no páreo como Lukas Haefner (5.600.000), Alexis Gavin-Mather (4.300.000) e Wesley Chen (3.000.000). O torneio recomeça às 11 horas de Las Vegas (15h do Brasil) com os blinds em 200.000 / 400.000. Caliman e a turma já garantiram US$ 6.540, mas a briga é pela glória da forra de US$ 208.800.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Pela primeira vez, Brasil soma dois braceletes com premiações milionárias na WSOP em uma única edição; confira

As cravadas de Yuri Dzivielevski e João Simão mostram a força crescente do cenário brasileiro na série mundia

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João Simão (Crédito: Tyler Abrams/WSOP)

Ao longo dos últimos anos, o Brasil vem ampliando de forma consistente o número de braceletes conquistados na WSOP, com uma presença cada vez maior de jogadores do país em Las Vegas e nas demais etapas da série. Neste ano, com as conquistas de Yuri Dzivielevski e João Simão, um feito expressivo passa a integrar o cenário nacional.

Após 18 anos desde a primeira vitória de Alexandre Gomes em Las Vegas, o país voltou a registrar duas premiações milionárias com braceletes da WSOP no mesmo recorte, evidenciando a evolução do poker brasileiro, especialmente no volume de jogadores atuando em torneios de alto buy-in.

Yuri Dzivielevski venceu o US$ 100.000 High Roller, faturando US$ 2.841.432, a maior premiação da sua carreira. Já João Simão conquistou o US$ 50.000 High Roller PLO, garantindo mais um resultado expressivo de US$ 1.368.700.

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O desempenho não é por acaso: ambos estão entre os principais nomes brasileiros na série mundial e tendem a seguir ampliando a presença do país entre os campeões. No ano passado, durante a WSOP Paradise, os resultados já indicavam o que estava por vir.

Lá nas Bahamas, o Brasil também viveu um momento histórico, com diversas premiações relevantes e grande impacto no cenário internacional, especialmente nos torneios de buy-in mais elevados, realizados pela WSOP em parceria Triton Poker Series.

Agora, restando 23 dias de série em Las Vegas, a expectativa volta a crescer: será que o país ainda vai emplacar outra forra milionária? E mais: será que o tão aguardado Main Event desta vez vem para o Brasil? O Mundo Poker estará presente cobrindo cada detalhe dessa reta final.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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