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WSOP: Trave de FT de Roger Ruivo no 8-Game, bom prêmio de Felipe Boianovsky no US$ 3K e mais; confira os últimos resultados

Brasileiros estão dando muito trabalho para a concorrência na série

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Roger Ruivo

Depois do duplo bracelete com Peter Patrício e Kelvin Kerber, os brasileiros seguiram acumulando ótimos resultados na WSOP. A sequência tem sido insana. Teve mesa final com Yuri Martins, mas também belas deep runs tanto de Felipe Boianovksy no Evento #68 como do jogador Roger Ruivo no Evento #73.

Ruivo começou o Dia Final do US$ 1.500 Eight Game Mixed com o terceiro maior stack entre os 14 jogadores envolvidos. No entanto, nada deu certo para o atual campeão do Main Event do KSOP GGPoker e ele se despediu na 11ª colocação. Ruivo ganhou um prêmio de US$ 11.311. Ele perdeu muitas mãos seguidas no começo do dia, viu o stack desmoronar e caiu em uma mão de NLH de K3s contra TT.

Outro torneio que marcou o fim da linha para o Brasil neste domingo (29) foi o US$ 300 Gladiators of Poker. No field insano de 24.629 entradas, os três melhores colocados do país foram Divino de Oliveira (107º), Claudio Lorenzi (124º) e Eduardo Silva (156º). Os  três ganharam US$ 3.680.

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Boianovsky foi longe no US$ 3.000 No-Limit Hold’em, um torneio elogiadíssimo pelos jogadores bracelete. Com blinds de uma hora, o field foi estrondoso com 2.338 entradas. Felipe foi o melhor brasileiro e terminou na 22ª colocação. O craque foi agraciado com um prêmio de US$ 31.751 pelo desempenho.

Laurie Tournier (46ª – US$ 18.163), Pedro Madeira (76º – US$ 11.491), Luigi Soncin (83º – US$ 10.094), Bruno Desimoni (127º – US$ 7.343), Ramon Sorgatto (169º – US$ 6.766), Alisson Piekazewicz (177º – US$ 6.766), Renan Bruschi (199º – US$ 6.310), Bruno Foster (203º – US$ 6.310), Dan Almeida (300º – US$ 6.010), James Alvarez (304º – US$ 6.010), Marcio Clare (313º – US$ 6.010), Julio Fantin (340º – US$ 6.010) e Gabriel Moura (348º – US$ 6.010) também premiaram.

Felipe Boianovsky

Felipe Boianovsky

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Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O veterano jogador tem três braceletes conquistados na carreira

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Perry Green (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

Uma das histórias mais legais deste início de WSOP 2026 foi consumada hoje. O veteraníssimo Perry Green, dono de três braceletes da série, conseguiu um feito absolutamente notável. Nesta sexta-feira (29), o jogador americano alcançou a mesa final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo, trazendo marcas incríveis para se contar.

Aos 90 (!) anos de idade, Perry Green anotou sua 17ª mesa final na WSOP. Esse número já seria relevante por si só, mas o detalhe mais legal vem agora: com a mesa final alcançada hoje, em 2026, Green completa uma marca espetacular: 50 anos de diferença entre a primeira e última mesa final da carreira.

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Perry Green fez sua primeira mesa final de WSOP na década de 70 do século XX, exatamente no ano de 1976. Naquela ocasião, ele já mostrou o cartão de visitas: foi campeão logo em sua primeira FT, faturando o título do Evento #04 US$ 1.000 Limit A-5 Draw Lowball.

A partir dali, ele somou outros dois bracelete e mais 16 mesas finais (com a de hoje), incluindo duas de Main Event. Ele foi vice-campeão na temporada de 1981 contra o lendário Stu Ungar, e quinto colocado 10 anos depois, em 1991. Sua última FT alcançada, segundo o próprio site da WSOP, havia sido em 2015.

Agora, ele colocou mais uma no currículo. No Evento #04 de 2026, ele terminou com a sexta colocação, somando US$ 30.973 pelo feito. Que bela história!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Las Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira

O baiano faturou US$ 55 mil na série

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José Carlos Brito

O verão de Las Vegas reserva aos amantes do poker inúmeras oportunidades de forras. Nas séries de torneios realizadas nos cassinos, por exemplo, muitos jogadores aproveitam para aliviar a variância da WSOP. Nesse quesito, o Brasil já chegou chegando, com José Carlos Brito aprontando na Wynn Summer Classic.

O baiano foi um dos inscritos no US$ 1.100 NLH, que registrou um field de 855 entradas totais e foi um grande sucesso. José Carlos Brito encerrou sua participação na quinta colocação, garantindo uma bela premiação de US$ 55.640.

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Não é a primeira vez que José Carlos Brito se destaca na Wynn Summer Classic. Em sua viagem para Las Vegas no ano passado, o brasileiro terminou na quarta colocação do US$ 1.600 NLH Ultimate Bounty, resultado que lhe rendeu US$ 14.700 em premiação.

A Wynn Summer Classic será disputada até o dia 13 de julho, em paralelo à WSOP 2026. A expectativa é que José Carlos e outros brasileiros sigam conquistando grandes resultados nos diversos torneios da série. O Main Event, torneio mais caro do cronograma com buy-in de US$ 10.400, conta com um impressionante garantido de US$ 10 milhões.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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