WSOP
WSOP: Renan Bruschi, Rafael Reis e Dan Almeida se destacam entre os brasileiros classificados no Evento #79
Torneio retorna nesta terça já em ITM
O sabor triste de cair do Main Event da WSOP dificilmente é superado com rapidez, mas se tem uma forma de acelerar esse processo, é ensacando fichas em outro torneio da série. Foi o que 9 brasileiros fizeram nessa segunda-feira (10).
No Evento #79 – US$ 2.500 NLH, 2.068 jogadores se inscreveram, mas apenas 310 se garantiram no Dia 2, todos em ITM. O melhor brasileiro é Diego Sorgatto. O goiano acumulou 757.000 fichas e vai em busca do primeiro bracelete da carreira.
Campeões, Renan Bruschi (493.000) e Rafael Reis (475.000) aparecem logo atrás. Embaixador do GGPoker, Dan Almeida garantiu vaga na sequência do torneio com 411.000 fichas. O time brasuca ainda conta com Affif Prado (410.000), André Berlanda (383.000), Paulo Joanello (221.000), Luis Kamei (129.000) e Caio Hey (99.000).
Os sobreviventes já garantiram ao menos US$ 4.002 em prêmios, mas estão de olho na forra de US$ 682.436 reservada ao campeão. O Dia 2 começa a partir das 14h (horário de Brasília). Os blinds retornam 5.000/10.000 com big blind ante e duração de 60 minutos.
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Confira o chip count dos brasileiros:
Diego Sorgatto 757.000
Renan Bruschi 493.000
Rafael Reis 475.000
Daniel Almeida 411.000
Affif Prado 410.000
André Berlanda 383.000
Paulo Joanello 221.000
Luis Kamei 129.000
Caio Hey 99.000
Confira a premiação da FT
1 – US$ 682.436
2 – US$ 421.761
3 – US$ 310.528
4 – US$ 230.772
5 – US$ 173.121
6 – US$ 121.111
7 – US$ 77.401
8 – US$ 60.346
9 – US$ 47.516
Confira o MundoTV Cast #39 com Carlos Rox:
WSOP
Shaun Deeb justifica saída sem cumprimentar Joseph Couden em vice na WSOP e dispara contra oponente: “completo idiota”
O jogador bateu na trave no Nine Game Mix
Shaun Deeb começou a WSOP obtendo resultados abaixo do esperado e viu a briga pelo bicampeonato do “Jogador do Ano” ficar cada vez mais difícil, com outros grandes nomes o ultrapassando no ranking. Nos últimos dias, porém, ele reagiu e terminou como vice-campeão do US$ 3.000 Nine Game Mixed, retomando a confiança na série e quase garatindo o 8º bracelete da carreira.
O resultado, no entanto, acabou marcado por uma atitude controversa do norte-americano em relação ao adversário Joseph Couden durante o heads-up. Logo após ser superado, Deeb simplesmente deixou a área do torneio e sequer cumprimentou o oponente. A postura gerou críticas e ele passou a ser chamado de egocêntrico por parte do público.
A atitude foi semelhante ao que ocorreu na derrota para Gillers Sibernagel na WSOP Europa, quando Deeb também deixou a mesa logo após o heads-up. Isso levou o profissional, durante participação no WSOP Countdown da transmissão oficial, a explicar o motivo de ter repetido o comportamento contra Couden. Segundo Deeb, Joseph passou a atacá-lo durante a mesa final, chegando a chamá-lo de “vilão” e “odiado”.
“Os rails estavam extremamente barulhentos dos dois lados, e a adrenalina dele estava a mil”, disse Deeb. “Eu sei que era um grande momento para ele, é o maior prêmio da carreira dele em torneios. Acho que o momento tomou conta dele. Ele estava sendo um completo idiota. Ele fez muitas coisas na última hora ou duas que eu queria que tivessem sido captadas pelas câmeras. As pessoas veriam minha saída e isso faria muito mais sentido.”

Deeb revelou que se surpreendeu com a atitude de Joseph Couden, com quem já tinha uma relação em outros torneios e sempre manteve respeito, mesmo com Couden comentando em postagens nas redes sociais sobre o suposto ego de Shaun. Segundo ele, o oponente teria passado dos limites e ele gostaria que o público tivesse visto o que aconteceu.
“Eu estava na espreita, tentando vencê-lo, mas as cartas não vieram para mim. Ele fez um monte de coisas nas últimas duas horas, e eu queria que isso estivesse nas câmeras, porque acho que faria mais sentido para as pessoas me verem saindo”, falou Deeb.
Por fim, caso o duelo entre os dois se repita um dia valendo bracelete, o clima promete ser ainda mais tenso. Shaun Deeb não hesitou em deixar um recado direto para Joseph Couden: “existe algum ressentimento entre nós. Eu não acho que ele é bom o suficiente para ter outro heads-up comigo, mas se tiver, ele não vai vencer”, finalizou.
Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:
WSOP
WSOP: Carlos Lima puxa a lista de brasileiros classificados no Evento #61 Super Seniors
São seis brasileiros vivos entre os 499 jogadores restantes
O Brasil colocou um bom número de jogadores classificados no Evento #61 da WSOP. O US$ 1.000 Super Seniors viu seis jogadores classificados para o Dia 2, com Carlos Lima garantindo o maior stack entre os classificados e se colocando em boa posição.
Carlos, que passou bem perto de um bracelete na última edição da WSOP, acumulou 129.000 fichas durante a segunda-feira. Junto dele, Iuri Leite está com 101.500 fichas e também aparece bem posicionado após o final do dia inicial.
Andrea Quadros (48.500), José Zagury (43.000), Renato Puertas (32.500) e José Arlindo Totel (28.000) são os outros brasileiros classificados. A liderança do torneio, que teve um total de 3.323 entradas, pertence ao americano Antonio Gheller, que tem um stack de 321.000.
O torneio retorna nesta terça-feira, às 15h (horário de Brasília), 11h em Las Vegas. Os blinds estarão em 1.000/ 2.000, com big blind ante. A premiação para o campeão será de US$ 355.263, e ao momento, todos os classificados já garantiram US$ 2.001 a primeira faixa de ITM.
Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:
WSOP
Após Covid e uma semana fora da WSOP, Phil Hellmuth retorna no Poker Players Championship e segue em busca do 18º bracelete
O recordista de braceletes se afastou por uma semana das disputas
Quem está em Las Vegas jogando a WSOP ou trabalhando em outras áreas do evento pôde notar que Phil Hellmuth esteve ausente nos últimos dias e não disputou nenhum torneio da série. Isso tem uma explicação: o recordista de braceletes testou positivo para Covid e precisou ficar fora do evento por cerca de uma semana.
Hellmuth, que em outras ocasiões dificilmente perderia dias de série, já que é obcecado por ampliar seu número de braceletes, atualmente em 17, retornou nesta segunda-feira para as disputas de um dos torneios que mais aprecia, o US$ 50.000 Poker Players Championship.
Bastante consciente da gravidade da doença nos tempos de pandemia, Phil ficou isolado e não jogou. Porém, mesmo sem perda de ritmo, afinal, é sempre melhor estar em atividade, ele disputou o Dia 2 do torneio e ensacou 900.000 fichas, aparecendo como o 16º colocado entre 39 classificados.
Até o momento, Hellmuth já alcançou algumas retas finais na série, sendo 7º no Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship, 9º no NL 2-7 Lowball Draw Championship e 37º no Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship. Será que o 18º bracelete de Phil vem aí?
Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:
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