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WSOP: Após eliminação no Main Event, Yuri Martins revela ponto fraco do field e importância de se registrar

Jogador do 9Tales ainda revelou curiosidade sobre próximo torneio

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Yuri Martins

Chegou ao fim a participação de Yuri Martins no Main Event da WSOP 2023. O paranaense foi eliminado no último nível de blind do Dia 5 na 490ª colocação, levando US$ 35.000. Apesar da queda, nada de tempo ruim. Pouco tempo depois de deixar o torneio, o craque apareceu nos stories para contar como foi.

“Não deu pra mim galera, cai do Main Event em 490. O dia hoje foi difícil, um dia que eu fui muito “coolerado”. Eu fazia mãos fortes e meus adversários faziam mãos mais fortes que as minhas. E para ser sincero, se eles tivessem jogado da melhor forma possível eu teria caído muito antes, mas uma coisa que acontece muito aqui é que as pessoas não sabem jogar muito bem com as mãos fortes”, começou.

“Eles são muito passivos, apostam muito baixo, então dificilmente eles conseguem colocar todas as fichas no pano com mãos fortes, o que é maravilhoso para nós. Mas mesmo assim, de potinho em potinho, eu fui perdendo, e aí dei all in de 10 blinds com KJo, o cara pagou com 55, 5 no flop e acabou”, revelou.

Apesar de um bracelete conquistado e inúmeros ITMs, a WSOP não acabou para Yuri. Ele prometeu grindar até o último dia da série. O próximo é o Evento #80 – US$ 25.000 H.O.R.S.E High Roller, mesma modalidade que foi campeão neste ano.

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Yuri relembrou os momentos antes do título: “o HORSE que eu ganhei foi uma surpresa. Eu estava há 20 e poucos dias com muito azar. Eu pensei até em não jogar esse torneio. Enfim, eu registrei e joguei igual eu jogo todos os torneios, concentrado, dando meu melhor, só que as coisas começaram a dar muito certo, desde o primeiro dia. Então os outros 20 dias eu estava jogando da mesma forma, eu conseguia perceber o erro dos meus oponentes, mas eu estava sendo punido pelo baralho. Quando eu explorava a fraqueza dos meus oponentes, o baralho me impedia de ganhar muitas fichas, então estava difícil. Daí nesse torneio a surpresa aconteceu, do nada eu comecei a ganhar todos os potes possíveis”.

“E essa é a importância de estar lá, de sempre registrar e não perder oportunidades. Nunca saberemos quando será o nosso dia de sorte. Eu sempre falo isso nos meus posts, não existe ‘estou numa fase ruim”. Cada torneio,cada mão é uma história nova. O baralho não tem memória e tudo pode acontecer, então esteja lá preparado, que é isso que importa”, finalizou.

Yuri ainda relembrou uma estatística bastante favorável. Nas duas últimas edições da WSOP, o brasileito fez mesa final dupla na mesma modalidade. Se em 2021 foram duas no Razz, 2022 foram duas no 2-7 Single Draw. Adivinha qual torneio Yuri já fez mesa final esse ano? Justamente no H.O.R.S.E. Será que a escrita será mantida? É a nossa torcida.

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Confira o MundoTV Cast #39 com Carlos Rox:

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Shaun Deeb justifica saída sem cumprimentar Joseph Couden em vice na WSOP e dispara contra oponente: “completo idiota”

O jogador bateu na trave no Nine Game Mix

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Shaun Deeb começou a WSOP obtendo resultados abaixo do esperado e viu a briga pelo bicampeonato do “Jogador do Ano” ficar cada vez mais difícil, com outros grandes nomes o ultrapassando no ranking. Nos últimos dias, porém, ele reagiu e terminou como vice-campeão do US$ 3.000 Nine Game Mixed, retomando a confiança na série e quase garatindo o 8º bracelete da carreira.

O resultado, no entanto, acabou marcado por uma atitude controversa do norte-americano em relação ao adversário Joseph Couden durante o heads-up. Logo após ser superado, Deeb simplesmente deixou a área do torneio e sequer cumprimentou o oponente. A postura gerou críticas e ele passou a ser chamado de egocêntrico por parte do público.

A atitude foi semelhante ao que ocorreu na derrota para Gillers Sibernagel na WSOP Europa, quando Deeb também deixou a mesa logo após o heads-up. Isso levou o profissional, durante participação no WSOP Countdown da transmissão oficial, a explicar o motivo de ter repetido o comportamento contra Couden. Segundo Deeb, Joseph passou a atacá-lo durante a mesa final, chegando a chamá-lo de “vilão” e “odiado”.

“Os rails estavam extremamente barulhentos dos dois lados, e a adrenalina dele estava a mil”, disse Deeb. “Eu sei que era um grande momento para ele, é o maior prêmio da carreira dele em torneios. Acho que o momento tomou conta dele. Ele estava sendo um completo idiota. Ele fez muitas coisas na última hora ou duas que eu queria que tivessem sido captadas pelas câmeras. As pessoas veriam minha saída e isso faria muito mais sentido.”

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Deeb revelou que se surpreendeu com a atitude de Joseph Couden, com quem já tinha uma relação em outros torneios e sempre manteve respeito, mesmo com Couden comentando em postagens nas redes sociais sobre o suposto ego de Shaun. Segundo ele, o oponente teria passado dos limites e ele gostaria que o público tivesse visto o que aconteceu.

“Eu estava na espreita, tentando vencê-lo, mas as cartas não vieram para mim. Ele fez um monte de coisas nas últimas duas horas, e eu queria que isso estivesse nas câmeras, porque acho que faria mais sentido para as pessoas me verem saindo”, falou Deeb.

Por fim, caso o duelo entre os dois se repita um dia valendo bracelete, o clima promete ser ainda mais tenso. Shaun Deeb não hesitou em deixar um recado direto para Joseph Couden: “existe algum ressentimento entre nós. Eu não acho que ele é bom o suficiente para ter outro heads-up comigo, mas se tiver, ele não vai vencer”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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WSOP: Carlos Lima puxa a lista de brasileiros classificados no Evento #61 Super Seniors

São seis brasileiros vivos entre os 499 jogadores restantes

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O Brasil colocou um bom número de jogadores classificados no Evento #61 da WSOP. O US$ 1.000 Super Seniors viu seis jogadores classificados para o Dia 2, com Carlos Lima garantindo o maior stack entre os classificados e se colocando em boa posição.

Carlos, que passou bem perto de um bracelete na última edição da WSOP, acumulou 129.000 fichas durante a segunda-feira. Junto dele, Iuri Leite está com 101.500 fichas e também aparece bem posicionado após o final do dia inicial.

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Andrea Quadros (48.500), José Zagury (43.000), Renato Puertas (32.500) e José Arlindo Totel (28.000) são os outros brasileiros classificados. A liderança do torneio, que teve um total de 3.323 entradas, pertence ao americano Antonio Gheller, que tem um stack de 321.000.

O torneio retorna nesta terça-feira, às 15h (horário de Brasília), 11h em Las Vegas. Os blinds estarão em 1.000/ 2.000, com big blind ante. A premiação para o campeão será de US$ 355.263, e ao momento, todos os classificados já garantiram US$ 2.001 a primeira faixa de ITM.

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Após Covid e uma semana fora da WSOP, Phil Hellmuth retorna no Poker Players Championship e segue em busca do 18º bracelete

O recordista de braceletes se afastou por uma semana das disputas

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World Series Of Poker

Quem está em Las Vegas jogando a WSOP ou trabalhando em outras áreas do evento pôde notar que Phil Hellmuth esteve ausente nos últimos dias e não disputou nenhum torneio da série. Isso tem uma explicação: o recordista de braceletes testou positivo para Covid e precisou ficar fora do evento por cerca de uma semana.

Hellmuth, que em outras ocasiões dificilmente perderia dias de série, já que é obcecado por ampliar seu número de braceletes, atualmente em 17, retornou nesta segunda-feira para as disputas de um dos torneios que mais aprecia, o US$ 50.000 Poker Players Championship.

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Bastante consciente da gravidade da doença nos tempos de pandemia, Phil ficou isolado e não jogou. Porém, mesmo sem perda de ritmo, afinal, é sempre melhor estar em atividade, ele disputou o Dia 2 do torneio e ensacou 900.000 fichas, aparecendo como o 16º colocado entre 39 classificados.

Até o momento, Hellmuth já alcançou algumas retas finais na série, sendo 7º no Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship, 9º no NL 2-7 Lowball Draw Championship e 37º no Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship. Será que o 18º bracelete de Phil vem aí?

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