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Felipe Mojave entra na faixa de premiação do Evento #90 e se torna o primeiro brasileiro a atingir 100 ITMs na WSOP

A primeira vez do embaixador da GGPoker aconteceu em 2009

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No dia 17 de junho de 2009, Felipe Mojave começava a escrever uma história com tantos capítulos na World Series of Poker que provavelmente nem ele poderia imaginar tantos enredos. Depois de 14 anos, o embaixador da GGPoker completou uma das mais bonitas passagens desse livro aberto ao completar a centésima premiação no maior evento do mundo.

Mojave é o primeiro brasileiro a atingir tal façanha e o feito foi completado na noite deste sábado (15) durante o Evento #90. O ITM de número de 100 de Mojave não veio em qualquer torneio: foi logo enfrentando a elite no US$ 10.000 6-Handed No-Limit Hold’em Championship. Foram 550 inscrições e a bolha estourou quando restaram 83 participantes.

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O primeiro prêmio de Mojave foi um spoiler de que era só o começo. Naquele dia, 14 anos atrás, ele foi o sexto colocado no Evento #35 (US$ 5.000 Pot-Limit Omaha) e levou US$ 67.663, até hoje o quarto maior prêmio de Felipe no circuito. Com os 100 ITMs alcançados, o craque tem pouco mais de US$ 2,1 milhões em ganhos na WSOP.

Na contagem estão inseridos torneios online da WSOP, eventos da WSOP Circuit e também da WSOP Europa. O jogador lendário nesse quesito é o americano Roland Israelashvlii, dono de 431 premiações no circuito até esse momento. Daniel Negreanu é o quarto colocado da lista com 242. Entre os brasileiros, Yuri Martins alcançou o ITM de número 86 neste sábado.

Confira o MundoTV Cast #41 com Marcelo Medeiros:

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WSOP: Falinha na mesa dá errado e jogador é eliminado do Evento #59 logo após provocar adversário

Saechao passou por uma situação um pouco humilhante na reta

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Kao Chieng Saechao (Créditos: PokerNews)

Um detalhe importante sobre a falinha nas mesas é que, depois de aplicá-las, é importante não ser eliminado logo em seguida pelo jogador que você provocou. Se parece uma introdução besta nesse artigo, acredite que alguns jogadores ainda precisam entender o conceito. Basta perguntar ao americano Kao Chieng Saechao.

A história de Saechao é bem curiosa. De acordo com um relato da PokerNews, ele acabou provocando o francês Julien Duveau depois de um shove com 72 do big blind e disse que, “toda vez que Duveau estivesse no big blind, ele lhe atacaria até o francês ir pra casa”. O adversário não se intimidou e disse que ele poderia continuar fazendo isso, inclusive se dirigindo ao floor e dizendo que não ligava.

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Agora, se a língua é o chicote do corpo, Saechao está apanhando até agora. No momento em que Duveau falou que não ligava, o americano anunciou o all in, batendo suas fichas com força na mesa. Duveau nem precisou hesitar: ele deu o call de forma quase que instantânea. Os outros jogadores da mesa, como a popular Lexy Gavin-Mather, apenas observavam.

A esse ponto, você provavelmente já decifrou qual era a mão do francês. Ele segurava , enquanto Saechao possuía . O board sacramentou a eliminação do americano, que desejou boa sorte aos adversários na mesa antes de se retirar com US$ 6.540 na conta. Duveau, em compensação, continua entre os 12 ainda vivos.

Confira o vídeo do acontecido:

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Shaun Deeb justifica saída sem cumprimentar Joseph Couden em vice na WSOP e dispara contra oponente: “completo idiota”

O jogador bateu na trave no Nine Game Mix

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Shaun Deeb começou a WSOP obtendo resultados abaixo do esperado e viu a briga pelo bicampeonato do “Jogador do Ano” ficar cada vez mais difícil, com outros grandes nomes o ultrapassando no ranking. Nos últimos dias, porém, ele reagiu e terminou como vice-campeão do US$ 3.000 Nine Game Mixed, retomando a confiança na série e quase garatindo o 8º bracelete da carreira.

O resultado, no entanto, acabou marcado por uma atitude controversa do norte-americano em relação ao adversário Joseph Couden durante o heads-up. Logo após ser superado, Deeb simplesmente deixou a área do torneio e sequer cumprimentou o oponente. A postura gerou críticas e ele passou a ser chamado de egocêntrico por parte do público.

A atitude foi semelhante ao que ocorreu na derrota para Gillers Sibernagel na WSOP Europa, quando Deeb também deixou a mesa logo após o heads-up. Isso levou o profissional, durante participação no WSOP Countdown da transmissão oficial, a explicar o motivo de ter repetido o comportamento contra Couden. Segundo Deeb, Joseph passou a atacá-lo durante a mesa final, chegando a chamá-lo de “vilão” e “odiado”.

“Os rails estavam extremamente barulhentos dos dois lados, e a adrenalina dele estava a mil”, disse Deeb. “Eu sei que era um grande momento para ele, é o maior prêmio da carreira dele em torneios. Acho que o momento tomou conta dele. Ele estava sendo um completo idiota. Ele fez muitas coisas na última hora ou duas que eu queria que tivessem sido captadas pelas câmeras. As pessoas veriam minha saída e isso faria muito mais sentido.”

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Deeb revelou que se surpreendeu com a atitude de Joseph Couden, com quem já tinha uma relação em outros torneios e sempre manteve respeito, mesmo com Couden comentando em postagens nas redes sociais sobre o suposto ego de Shaun. Segundo ele, o oponente teria passado dos limites e ele gostaria que o público tivesse visto o que aconteceu.

“Eu estava na espreita, tentando vencê-lo, mas as cartas não vieram para mim. Ele fez um monte de coisas nas últimas duas horas, e eu queria que isso estivesse nas câmeras, porque acho que faria mais sentido para as pessoas me verem saindo”, falou Deeb.

Por fim, caso o duelo entre os dois se repita um dia valendo bracelete, o clima promete ser ainda mais tenso. Shaun Deeb não hesitou em deixar um recado direto para Joseph Couden: “existe algum ressentimento entre nós. Eu não acho que ele é bom o suficiente para ter outro heads-up comigo, mas se tiver, ele não vai vencer”, finalizou.

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WSOP: Carlos Lima puxa a lista de brasileiros classificados no Evento #61 Super Seniors

São seis brasileiros vivos entre os 499 jogadores restantes

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O Brasil colocou um bom número de jogadores classificados no Evento #61 da WSOP. O US$ 1.000 Super Seniors viu seis jogadores classificados para o Dia 2, com Carlos Lima garantindo o maior stack entre os classificados e se colocando em boa posição.

Carlos, que passou bem perto de um bracelete na última edição da WSOP, acumulou 129.000 fichas durante a segunda-feira. Junto dele, Iuri Leite está com 101.500 fichas e também aparece bem posicionado após o final do dia inicial.

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Andrea Quadros (48.500), José Zagury (43.000), Renato Puertas (32.500) e José Arlindo Totel (28.000) são os outros brasileiros classificados. A liderança do torneio, que teve um total de 3.323 entradas, pertence ao americano Antonio Gheller, que tem um stack de 321.000.

O torneio retorna nesta terça-feira, às 15h (horário de Brasília), 11h em Las Vegas. Os blinds estarão em 1.000/ 2.000, com big blind ante. A premiação para o campeão será de US$ 355.263, e ao momento, todos os classificados já garantiram US$ 2.001 a primeira faixa de ITM.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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