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Daniel Negreanu revela cronograma de torneios da WSOP 2024 com US$ 891K em buy-ins e enfatiza: “foco nos caros”
Serão 45 torneios disputados e vários High Rollers em busca do sétimo bracelete
Na última semana, a WSOP anunciou a grade completa com 99 torneios e deixou todos eufóricos com muitas novidades. Com isso, quem está disposto a passar o verão de Las Vegas jogando em busca dos braceletes já começou a se organizar e montar o cronograma de eventos disputados. Na última sexta-feira, por exemplo, foi o canadense Daniel Negreanu revelou como pretende ganhar a sétima jóia da carreira.
Acostumado a divulgar todos os torneios que pretende jogar na série, Negreanu que havia se programado para jogar 87 torneios na WSOP, terminou com prejuízo de US$ 747 mil durante o período, resolveu mudar a estratégia para 2024 e revelou uma grade bem mais enxuta.
A busca pelo sétimo bracelete do canadense vai contar com 45 torneios. O canadense que é bastante ativado na rede social X, publicou a lista com vários destaques, como por exemplo o US$ 25.000 HU NLH, US$ 100K NLH e US$ 250K NLH, torneio onde protagonizou uma cena absurda após uma bad beat em 2022, quando quebrou seu Iphone.
“Minha programação do WSOP consiste em 45 jogos potenciais (sem incluir eventos online) e haverá alguns dias de descanso se eu cair. Se você não encontrar algum deles listado aqui, não irei jogá-lo”.
My WSOP schedule consists of 45 potential plays (not including online events) and there will be some rest days if I hit a wall
If you don’t see an even listed here I won’t be playing it:
WSOP Schedule
May 28 12p $5k NLH
May 30 12p $25k NLH HU
May 31 12p $5k PLO
Jun 1 $10k 2p… https://t.co/xrkMdgRQvv— Daniel Negreanu (@RealKidPoker) February 16, 2024
Nos comentários, Negreanu foi questionado sobre algumas escolhas e respondeu algumas questões afirmando que em caso de estiver cansado alguns dos torneios serão ignorados e que o seu foco estará nos torneios mais caros, ou seja, os High Rollers.
Outro fator interessante é que todos os buy-ins somados dão um total de US$ 891.000, sem incluir possíveis reentradas. Será que o canadense irá desencantar na WSOP 2024 e conquistar o sétimo bracelete, além de recuperar todo o prejuízo de 2023?
Confira o Episódio #58 do Poker de Boteco com João Sydens:
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WSOP: Yuri Dzivielevski lidera trio brasileiro classificado para o Dia 2 do Evento #33 US$ 10K PLO Hi-Lo Championship
Raphael Nogueira e Thiago Crema são os outros que avançaram
O Brasil vai ter um trio de peso no Dia 2 do Evento #33 US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship da WSOP. O torneio mais importante da modalidade contou com a presença de bons nomes brasileiros e três jogadores do país conseguiram se classificar para o Dia 2.
Registrando 268 entradas no primeiro dia de jogo, o US$ 10.000 PLO Hi-Lo foi paralisado no final desta terça-feira com 104 jogadores no field. Dos três brasileiros classificados, quem puxa a fila é o craque Yuri Dzivielevski. O “nerdguy” finalizou o Dia 1 com 115.000 fichas, 46 blinds.
O segundo brasileiro da lista é Raphael Nogueira, que ensacou 95.000 fichas, 38 blinds, ao final do dia. Por fim, o terceiro é o craque Thiago Crema, que chegou hoje para a o WSOP e já anotou seu primeiro Dia 2. Crema avançou com 90.500, 36 blinds. O chip leader atual é Chris Costa, dono de 452.000 fichas.
O Evento #33 tem seu reinício marcado para às 13h desta quarta-feira em Las Vegas, 17h do Brasil. O período de registro segue aberto por dois níveis de uma hora, com os números finais sendo conhecidos após o fechamento das inscrições. Os blinds voltam 1.000 / 2.500.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: João Simão e Dennys Ramos avançam para o Dia 2 do Evento #32 US$ 3.000 NLH
Torneio volta nesta quarta-feira ainda com registro aberto
A terça-feira da WSOP deu início a um bom torneio de No-Limit Hold’em, a modalidade mais tradicional do poker. O Evento #32 US$ 3.000 NLH foi o escolhido por alguns dos brasileiros para começar uma nova busca por bracelete e uma dupla fortíssima se classificou para o Dia 2.
João Simão e Dennys Ramos avançaram entre os 295 classificados do Evento #32, que teve um field total de 979 entradas até aqui. Liderando a dupla brasileira aparece João Simão. Depois de cair de forma amarga do Monster Stack, o mineiro mostrou resiliência, engatou no torneio a passou bem.
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Simão acumulou 149.000 fichas nos níveis jogados e vai ter quase 60 blinds para quando o torneio retornar. Já Dennys Ramos fechou o dia com 98.000 fichas, quase 40 blinds para o Dia 2. O chip leader até aqui é o espanhol Daniel Vicente, que chegou a incríveis 1.4 milhões de fichas.
A volta do US$ 3.000 NLH está marcada para às 12h desta quarta-feira em Las Vegas, 16h no Brasil. As inscrições no torneio serão permitidas por mais dois níveis e, quando encerradas, a premiação será divulgada. O jogo retorna nos blinds 1.000 / 2.500.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: Set over set para virar chip leader encerra participação de João Simão no US$ 1.500 Monster Stack na 17ª posição
O brasileiro fechou uma bela campanha com US$ 75.000
A expectativa para mais uma mesa final importante de João Simão na carreira era enorme, mas o plano acabou frustrado – por enquanto. Na noite desta terça-feira, o brasileiro se despediu do gigantesco US$ 1.500 Monster Stack, Evento #18 da WSOP Las Vegas em 2026.
Depois de quatro dias de jogo e de enfrentar um numeroso field de 11.933 entradas, João Simão teve sua trajetória encerrada na competição bem pertinho da mesa final. O profissional de Minas Gerais terminou o torneio com o 17º lugar, conseguindo um ótimo prêmio de US$ 75.000 pela performance.
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Apesar do bom valor, o gosto foi completamente amargo. João Simão teve um beo início de Dia 4 e conseguiu se manter com stack confortável durante grande parte do torneio. Foi somente na reta final do dia, quando restavam 20 jogadores, que o brasileiro precisou se movimentar.
Depois de perder um pote grande de 22 x QQ, Simão conseguiu recuperar parte de suas fichas em um QT x AJ e voltou a ficar com um bom stack. Indo para a semi-FT entre os primeiros lugares, parecia que somente um cooler poderia tirar o brasileiro de uma possível e esperada mesa final. E foi o que aconteceu.
Um set over set que terminou em all in no turn caiu para o lado errado e tirou João Simão do torneio. A transmissão da WSOP não captou a mão derradeira para o brasileiro.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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