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Após “heads-up eterno”, Damian Salas conquista bracelete do Main Event da WSOP e ganha US$ 1 milhão

Argentino garante segunda vitória sulamericana no principal evento do mundo

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O mundo do poker está aos pés da Argentina. Damian Salas escreveu de vez seu nome na história do esporte com o bracelete e título de Campeão do Main Event da WSOP 2020. 

O craque bateu o americano Joseph Hebert no heads-up final, valendo US$ 1 milhão, após longa batalha. Apesar de terminar em 2021, o título vale para a temporada 2020. O torneio foi iniciado ainda em novembro, com a versão global no GGPoker, posteriormente vencida por Damian. Ele bateu o brasileiro Brunno Botteon no heads-up e faturou US$ 1.5 milhão. 

Joseph Hebert conquistou a vaga no heads-up com a vitória na versão americana da série, jogada na WSOP.com. Ele também faturou US$ 1.5 milhão e a chance de disputar o bracelete com o argentino. Vale lembrar que os torneios foram jogados online, com as mesas finais disputadas ao vivo. 

O americano esteve bem próximo do título. Com 1.000.000 de fichas em jogo, Salas chegou a ter apenas 100.000 e grande desvantagem, mas conseguiu algumas dobras e assumiu a liderança. 

Foram seis horas e meis de disputa, o que engrandeceu ainda mais a vitória do argentino. A mão final aconteceu nos blinds 25.000 / 50.000. Hebert anunciou all in de 390.000 e após pedir a contagem, Salas efetuou o call. O “hermano” apresentou e tinha uma corrida pela frente, já que o americano abriu

O flop deu a vantagem para Salas. Turn e river ainda deram um full house para Damian, que soltou o grito de campeão. Em 2017, ele havia batido na trave, quando foi eliminado na sétima colocação. 

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Salas agora divide com Carlos Mortensen a alcunha de únicos sulamericanos campeões do Main Event da WSOP. O equatoriano levou o título em 2001.

“A comunidade argentina e sulamericana esperava por isso há muito tempo. Eles tem mostrado muito respeito e dedicação. Eu sou privilegiado por fazer parte dessa comunidade. Um grande abraço para todos meus colegas. Vocês podem“, foi a mensagem do argentino.

Apesar de não conseguir o título, a tragetória de Hebert não pode ser esquecida. Depois de perder sua mãe em 2020, ele conquistou a vaga no Main Event (US$ 10.000) em um satélite, gastante apenas US$ 300. A vitória que o trouxe até esse heads-up foi uma homenagem para sua mãe Linda. 

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Phil Hellmuth e Daniel Negreanu já fizeram heads-up valendo bracelete da WSOP; conheça essa história

As lendas se encontraram em quatro duelos finais ao longo da carreira

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Negreanu e Hellmuth

A semana foi marcada mais uma vez pelo confronto entre Phil Hellmuth e Daniel Negreanu no High Stakes Duel. Contrariando as casas de apostas, o americano venceu o segundo duelo e encaminhou a vitória contra o canadense, que ainda terá uma terceira revanche para tentar arrumar sobrevida no programa.

Hellmuth e Negreanu são dois dos mais lendários e midiáticos jogadores do poker mundial há décadas. O “Poker Brat” surgiu para o jogo no fim da década de 80, enquanto o “Kid Poker” mostrou o talento nos meados dos 90. Em pleno 2021, a dupla continua atraindo o interesse do público, que festejou bastante esse encontro no High Stakes Duel.

Apesar da longa carreira deles e de terem jogado milhares de vezes os mesmos torneios, eles só encontraram no heads-up em quatro oportunidades. O resultado é empate: cada um ganhou duas vezes. Mas, se precisasse de um desempate, a balança penderia para o lado do americano. Hellmuth foi vitorioso no confronto mais importante entre eles.

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Para relembrar essa história, é necessário pegar a máquina do tempo e voltar para 2003. Com os dois voando no live e empilhando conquistas, aconteceu o único duelo entre em um heads-up da WSOP valendo bracelete. Ele já tinha conquistado um bracelete naquele evento e no torneio US$ 3.000 No-Limit Hold’em quis o destino colocar Phil frente a frente com Negreanu.

No final das contas, deu Poker Brat. Hellmuth passou pelo field de 398 entradas, derrotou Negreanu, faturou mais uma pulseira dourada e levou o prêmio de US$ 410.860. O atual embaixador do GGPoker ficou com US$ 210.980.

Nos outros heads-ups da história, Negreanu levou a melhor em 2001, numa série do Bicycle Casino, no US$ 1.060 7 Card Stud (US$ 22.000) e num evento especial para convidados em Las Vegas em 2010. A outra vitória de Hellmuth também aconteceu num evento com esse tipo de caráter. Foi numa edição do Poker After Dark, em 2017, com buy-in de US$ 25.000.

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Confira o MundoTV Cast #003 com Vini Marques:

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Dono de bracelete da WSOP se posiciona contra possível obrigação do uso de máscaras no evento e causa debate

Todd Witteles não vê motivo para o festival impor essa restrição

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O anúncio da WSOP 2021 confirmado ontem (01) com data e tudo já começou a mexer com o imaginário de muitas pessoas. Com a vacinação super acelerada nos Estados Unidos, alguns jogadores estão tentando visualizar como será o evento do ponto de vista de cuidados com a Covid e o profissional Todd Witteles colocou uma imposição para participar do evento.

Todd é um jogador bastante experiente que tem mais focado em cash game, mas ainda tem bons resultados nos torneios da WSOP. Ele conquistou um bracelete em 2005 e possui mais de US$ 820.000 em prêmios com 30 ITMs. No Twitter, ele foi objetivo: “Eu estarei na WSOP neste outono se não tiver a ordem de máscara e estarei em casa se a máscara for necessária”.

“Devo imaginar que muitos se sentem da mesma maneira. De jeito nenhum eu vou me comprometer com todas aquelas horas em uma máscara forçada enquanto estou vacinado”, completa o jogador americano. Em poucos minutos, Witteles começou a receber diversas mensagens. Alguns concordando e muitos outros discordando.

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Max Silver chamou Todd de “snowflakes”, que significa ser uma pessoa muito sensível e que se ofende facilmente. “Fique em casa se preferir”, sintetizou outro jogador. Mo Nuwwarah disse: “Tendo participado de vários torneios ao vivo de poker nos últimos meses, posso te assegurar que muitos, muitos outros não se sentem da mesma maneira”, rebate a argumentação de Todd.

Vendo a repercussão majoritariamente negativa, Witteles voltou a Twitter. “Eu vejo que esse tweet provocou certas pessoas. Ninguém explicou porque o uso de máscaras deve ser necessário em 30 de setembro. Só por isso estou sendo egoísta de por não querer usar uma inutilmente?”

A WSOP não se posicionou oficialmente até então sobre como vai proceder com regulamentos visando a prevenção da Covid-19.

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WSOP

Com transmissão da mesa final da WSOP hoje na ESPN, Brunno Botteon revela emoção com realização de sonho antigo

O jogador capixaba conseguiu o maior prêmio da carreira em Rozvadov

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Chegou o tão esperado dia pelos brasileiros. Depois de duas semanas do anúncio e do começo das transmissões da WSOP na ESPN, o terceiro episódio da saga trará todos os detalhes da mesa final disputada pelo craque Brunno Botteon, que teve uma história incrível para chegar até lá.

O Melhor Jogador do Ano do Mundo Poker Awards conseguiu sua classificação online para a mesa final, que seria disputada ao vivo na República Tcheca. Mas os protocolos de segurança do COVID-19 colocaram em xeque as possibilidades do brasileiro conseguir chegar até o país. Depois de uma verdadeira maratona, o profissional conseguiu chegar em solo tcheco e fez bonito durante a FT.

Botteon não conseguiu ser campeão, sendo parado no heads-up da disputa pelo argentino Damian Salas, mas o feito histórico nunca sairá da memória dos amantes do poker. A melhor colocação de um brasileiro na história do Main Event da WSOP rendeu ao jogador capixaba uma incrível premiação de US$ 1.062.723, coroando um ano espetacular feito pelo jogador.

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Toda essa história será mostrada a partir das 23h30 no canal ESPN Internacional. Será o terceiro episódio da saga da WSOP. A transmissão, com cartas reveladas, fica por conta da dupla Ari Aguiar, na narração, e Sérgio Prado, nos comentários, vozes sempre lembradas quando se fala de poker no Brasil. É a oportunidade perfeita de ver e entender as jogadas por uma das melhores mentes do esporte.

Aproveitando a ocasião, o próprio Brunno Botteon revelou um sonho antigo. Ex-jogador de tênis, o craque contou que se sentiu honrado ao ver que a transmissão da mesa final seria logo depois das oitavas de final do Miami Open, importante competição de Tênis nos Estados Unidos.

O capixaba também contou que era um sonho antigo aparecer na ESPN, mas imaginava que seria mais fácil isso acontecer sendo um jogador de tênis. Como jogador, infelizmente, isso nunca veio a acontecer. Mas Brunno Botteon pode ficar, com certeza, orgulhoso de sua aparição, já que todos os brasileiros apaixonados pelo poker farão questão de ligar suas TVs para assistir a um de seus melhores jogadores.

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Confira o MundoTV Cast #001 com Luiz Torres:

 

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