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Você sabia? No WCOOP de 2012, russo se classificou para o Main Event através de satélite FPP, conquistou o torneio e levou uma forra milionária
O jogador entrou para a história do poker como um dos maiores ROIs já conquistados.
Desde 2003, o PokerStars promove a série World Championshipof OnlinePoker, o popular WCOOP. Ao longo dos anos, muitas histórias foram sendo feitas através das conquistas nessa série tão importante para os jogadores de poker. E uma delas se tornou memorável.
Para entender essa façanha, primeiramente precisamos voltar no ano de 2012, no mês de setembro, quando ocorria a 11ª edição da série. Naquele tempo, o PokerStars beneficiava seus jogadores regulares com status VIPS em diferentes níveis (Supernova, PlatinumStar, GoldStar e SilverStar).
Um desses foi o jogador russo chamado Marat Sharafutdinov, conhecido pelo nick “maratik”, que naquele ano era regular de SNG MicroStakes. Com a série rolando, o PokerStars fazia satélites jogados em fases, que davam a chance para jogadores com bankrolls menores alcançarem o tão sonhado Main Event, que tinha seu buy-in de US$ 5.200 e mais de US$ 1.000.000 garantidos para o vencedor.
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Por sua vez, Marat resolveu se arriscar e investiu seus 40 FPPS de buy-in no satélite, na tentativa de conseguir uma vaga. E ele conseguiu. Com muita persistência, o russo pôde disputar o cobiçado torneio contra grandes nomes do poker mundial e um ITM já faria uma grande diferença em seu bankroll.
Como sonhar não custa nada, ele passou para o segundo dia de disputa, o que já lhe colocava bem próximo de um ITM. O jogo foi acontecendo e pra sua surpresa e de todos que acompanhavam o torneio, Marat alcançou a mesa final, que continha nomes bem conhecidos como Mike Telker “munchenHB” e Phil D’Auteuil “takechip”.

Seria uma tarefa muito difícil conquistar o torneio, mas com o quinto maior stack entre os finalistas, Marat foi pilotando de forma bem consistente e após três eliminações, os seis finalistas restantes resolveram fazer um acordo. Marat não pensou duas vezes e sem saber se comunicar em inglês pediu US$ 1.000.000 de forma bem engraçada no chat “i wont million”, sendo atendido.

Com a premiação milionária garantida, “maratik” mostrou que o sonho se tornaria realidade. E, com muita categoria, ele alcançou o heads-up do torneio contra o profissional Ryan Carter. Pronto para concluir o feito histórico, superou seu adversário e conquistou o título. Essa façanha lhe rendeu US$ 1.000.907. Sua vitória será sempre lembrada como uma fonte de inspiração para os jogadores que estão começando sua carreira nos buy-ins mais baratos.
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Confira o episódio do Depois do River #08:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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