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Tetracampeão da WSOP, Eli Elezra leva o título o Evento #06 de US$ 10K do US Poker Open; Negreanu é bronze

O experiente jogador de Israel conseguiu um belo prêmio com a vitória

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Eli Elezra (crédito: PokerCentral)

A mesa final do dificílimo Evento #06 do US Poker Open acabou com o título de um velho conhecido do mundo poker. O tetracampeão da WSOP Eli Elezra foi o grande campeão do torneio de US$ 10 mil, após enfrentar grandes concorrentes na decisão.

O jogador de Israel superou o field de 68 jogadores que se registram no evento, disputado no complicada modalidade 8-Game, e levou a forra de US$ 183.600 pela sua nova grande conquista. Ele começou o Dia Final com o segundo melhor stack e logo dominou a FT para garantir o título.

LEIA MAIS: Malandragem de João Carlos e uma decisão cruel para Kovalski: a mão que selou jogo épico no HU Challenge

Quem não viveu uma noite muito feliz foi o chip leader David Baker, que acabou sendo, incrivelmente, o primeiro eliminado da disputa. O bicampeão da WSOP, que tinha tudo para chegar longe na decisão, ficou com prêmio mínimo, de US$ 34.000.

O pódio da competição reuniu ainda dois grandes nomes. Steve Zolotow, que até o sexto evento tinha chegado à metade das decisões dos torneios de US$ 10K do US Poker Open foi o segundo colocado. O também bicampeão da WSOP recebeu US$ 136.000.

Fechando os três primeiros, com a medalha de bronze, aparece o craque Daniel Negreanu. O canadense, hexacampeão da WSOP, fez uma FT de recuperação e escalou da sexta para finalizar na terceira colocação, garantindo o bom prêmio de US$ 88.400.

 

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Confira o episódio #07 do Depois do River:

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Focando em proximidade, Samba Poker Team abre nova “Mega Seleção” para todas as turmas do time; saiba mais

Número reduzido de pessoas por classe para maior absorção de conhecimento é uma das vertentes

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Kelvin Kerber, Pedro Padilha e Fabiano Kovalski são três dos head coaches do Samba

O Samba Poker Team tem uma filosofia de ensino que dá muito valor à proximidade dos seus instrutores com seus alunos, sejam eles de qualquer uma das três divisões do time: o Samba, time principal; o Sambinha, time de formação; e o Pagodinho, time de base. A ideia central resultou em um projeto extremamente vencedor.

“Nossa estrutura atual é de 15 jogadores por instrutor no time. Conseguimos acompanhar bem de perto tudo, responder mãos com agilidade ou outras dúvidas em relação ao grind. E nas salas de aula, tanto para aulas de mentoria quanto para coaches, continuamos com essa ideia de ter 15 alunos”, diz Kelvin Kerber, head coach e sócio do Samba.

“Acreditamos que quando conhecemos de perto nossos players, suas qualidades e pontos fracos, a evolução se torna mais rápida e efetiva”, completa Kerber.

É com essa premissa que o Samba Poker Team lança mais um período da “Mega Seleção” para contratar jogadores dispostos a fazerem parte desse ambiente diferenciado e aprenderem, de fato, com alguns dos melhores jogadores do Brasil. Todas as turmas, do time principal ao de base, estão com vagas abertas para novos players.

Além de Kelvin Kerber, o Samba conta com outros oito craques como head coaches: Pedro Padilha, Peter Patrício, Fabiano Kovalski, Hélio Neves, Guilherme Carmo, Allan Mello, Rafael Eltz e Gabriel Tavares e diversos outros instrutores que são nomes bem conhecidos do cenário nacional.

“Não é uma questão de gasto, é investimento. Pense na formação de um aluno, que desde sua pré-escola, tem uma atenção mais exclusiva, onde seu professor consegue incentivar seus talentos e suas habilidades naturais. Não é por acaso que escolas com turmas menores cobram uma mensalidade maior. E sabe por que os pais pagam? É simples, isso dá retorno! Assim é o pensamento do Samba, investimos em nossos talentos, pois no longo prazo isso é lucrativo”, afirma Ricardo Licciardo, gestor de marketing.

Além dessa atenção especial dada aos jogadores de todos os níveis e as turmas serem pequenas, o Samba ainda proporciona um acervo digno de uma universidade do poker. São mais de três mil títulos em sua videoteca, uma equipe de psicólogos à disposição dos jogadores, suporte de informática, um deal de até 55% e uma equipe de coaches renomados. Essa é a fórmula de tanto sucesso.

Quem quiser fazer parte do Samba Poker Team e participar da Mega Seleção basta clicar aqui para preencher o formulário de inscrição. O processo é gratuito. Boa sorte!

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Famosa mão contra Tom Dwan, efeito nas mesas e relação com o álcool: Phil Ivey abre o jogo em podcast

A lenda participou de um papo de quase uma hora com Joey Ingram

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As aparições de Phil Ivey na mídia são raríssimas. O craque é sempre bastante reservado e não costuma dar tantas entrevistas. Mas quando ele dá as caras é porque vai ser um longo papo. Na última semana, o decacampeão da WSOP participou do podcast de Joey Ingram, um dos maiores produtores de conteúdo da comunidade global do poker.

Foi quase uma hora de entrevista e dezenas de assuntos variados sobre a carreira e a vida de Ivey. Uma das partes mais importantes do papo foi quando Ingram estava falando sobre vida pessoal e as facilidades que o profissional teve por ser famoso e rico. O tema acabou parando no álcool e Ivey fez uma grande revelação.

“Eu e o álcool nos separamos. Nós tivemos uma ótima relação por um longo tempo. Eu estou numa fase, digamos, em uma pausa muito necessária. Faz poucos anos. É muito mais fácil estar sóbrio, é mais fácil, uma vida mais efetiva para mim. Essa foi a escolha que eu fiz. Todas as áreas da minha vida evoluíram desde que eu parei de beber”, disse Phil, surpreendendo Ingram.

LEIA MAIS: Jogador com a bandeira do Brasil se aproveita de sumiço de rival, toma todas as fichas e crava o GGMasters US$ 150

Uma outra parte interessante da conversa foi quando o apresentador perguntou para Ivey se ele sentia que afetava ou amedrontava outros jogadores nas mesas de poker apenas pela sua presença. Foi um dos temas, inclusive, que Phil mais esticou o tempo para falar sobre, mas disse que nunca foi algo que pensou na mesa.

“Isso é uma coisa que as pessoas me falam o tempo todo e acontece direto também. Eu realmente não penso sobre isso, eu não penso “oh, estou afetando esse cara com a minha presença”, esses pensamentos nunca vêm na minha cabeça. Eu só estou ali, estou jogando, as pessoas falam que eu as deixo desconfortáveis e esse papo blasé”, começou.

“Tem alguma coisa acontecendo com eles se estão desconfortáveis, certo? Eu não estou tentando deixar eles confortáveis ao mesmo tempo. Eu só estou tentando descobrir o que eles têm e parte disso vem olhando para você, só observando como está sendo e isso os torna mais desconfortáveis, então você fica mais confortável. Eu acho que acaba funcionando”, explicou a lenda.

Joey Ingram lembrou que teve muitos pedidos para perguntar sobre uma mão memorável que aconteceu contra Tom Dwan no High Stakes Poker. Com , Phil deu call nas apostas do adversário no flop e turn . O pote já tinha quase US$ 410.000 e o river veio . Dwan tinha e foi para o blefe total apostando US$ 268.200.

“Inicialmente eu tinha na minha mente eu que daria all in no river e o 6 fez meio que meu cérebro congelar. E eu acabei demorando muito para dar all in. Você sabe quando chega em um certo ponto que é óbvio que você pensa tanto que só pode dar call agora. Foi o que aconteceu”, lembra Ivey do plano.

A lenda também deixou no ar um certo tell de Dwan naquele momento, mas não quis relevar por ainda achar relevante até nos tempos atuais. “Tinha algo a mais acontecendo ali na mão que eu não quero exatamente falar sobre porque ainda é relevante sobre o Tom e isso me fez realmente achar que ele não tinha muita coisa, mas eu estava tão preocupado com o que ele estava blefando e decidi foldar”, explicou.

Confira como foi essa mão:

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Confira o episódio do Depois do River #07:

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Antigo campeão do WPT é condenado a prisão por desvio de mais de US$ 22 milhões de empresa digital

Americano desviava dinheiro para sustentar vícios e sanar dívidas

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Dennis Blieden

Um antigo campeão do World Poker Tour teve sua prisão decretada após julgamento nos Estados Unidos. Dennis Blieden, campeão do WPT LA Poker Classic, foi condenado por uma fraude multimilionária com respeito a desvio de dinheiro de uma empresa de marketing digital.

O americano, que ganhou US$ 1 milhão na ocasião que foi campeão, em 2018, confessou seus crimes para reduzir a pena máxima prevista. Ele era acusado em 14 situações diferentes, sendo 11 de fraude eletrônica, uma por roubo de identidade agravado e duas por fraudar a empresa de marketing digital.

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Ao todo, ele era responsável por um desvio de mais de US$ 22 milhões e a sentença saiu nessa última semana. Além de ter de pagar os US$ 22.669.979, Dennis enfrentará 79 meses em um prisão federal nos Estados Unidos.

O jogador também revelou ter problemas com o vício em jogos de azar, dos quais começou sua jornada de trapaças desde os três anos, quando aprendeu a contar cartas no blackjack. Na pré-adolescência, ele aprendeu o poker e não conseguiu controlar sua impulsividade, roubando inclusve até os cartões de seus pais.

Todos os fundos desviados da empresa onde trabalhava serviram para bancar as dívidas de jogos e seus investimentos frustrados em criptomoedas. A empresa, chamada “StyleHaul”, não conseguiu encontrar soluções e decretou falência.

 

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Confira o episódio #07 do Depois do River:

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