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Renato Valentim vê longa jornada jogar a favor para obter resultados consistentes no online: “trabalho contínuo”
O jogador de São Paulo também revelou como é a rotina de estudos na carreira solo
A safra de jogadores profissionais do poker brasileiro que costuma brilhar nos limites mais altos do online é incontável. São muitos exemplos de sucesso. Um nome certamente faz parte de qualquer lista que você pode esboçar: Renato Valentim. Dono de uma carreira bem sólida, o “bauruzito” vem colhendo muitos resultados em 2021.
“Vejo que é um trabalho contínuo, quase uma década só no poker online. Isso vai adquirindo experiência, cada vez mais conhecimento com os estudos diários, semanais e mensais. É um conjunto de muita coisa para estar colhendo esses frutos”, conta o jogador que tem no nick o nome de sua cidade natal, Bauru.
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Em 2017, Renato participou de um projeto paralelo no Step Team que era a “Step Escola”, mas o negócio ficou para trás. Ele era bastante associado erroneamente ao time por conta disso, mas nunca jogou lá ou foi instrutor. Já são mais de três anos que o craque joga por conta e ele explicou a receita para se manter afiadíssimo.
“Eu contrato coaches. Já fiz muita aula com o Dan Almeida que é muito meu amigo, um monstro do jogo, fenômeno, um dos melhores professor que vi na vida. Desde setembro ou outubro do ano passado venho fazendo aula com o Lipe Piv (Felipe Boianovsky), não tenho palavras para descrever ele, vem me ajudando muito. Estudo muito sozinho e com outros amigos, como o WizardOffAz, o Lucio Lima, também meu amigo, a gente troca bastante informação, assim como muitos outros”, aponta o paulista.

Aulas com nomes de destaque ajudam Renato a seguir no topo
Só em 2021, Valentim foi destaque do Mundo Poker como figura principal na chamada em 12 oportunidades. São muitos resultados significativos, como fez há exatamente uma semana somando dois títulos e mais de US$ 15.000 em prêmios. No começo de fevereiro, chamou atenção no High Rollers Main Event com uma baita forra, consolidando uma sequência boa.
“O nível tá bem elevado. Todo mundo tem informação, acesso aos materiais de estudos. Ainda tem espaço para ganhar dinheiro, quem se dedica mais, quem buscar mais as coisas, se desenvolver em todas as áreas, técnica, mental, físico e tudo mais, vai estar na frente. Um exemplo disso é o nosso querido Yuri que amassa. A dedicação e o desenvolvimento dele em todas as áreas é visível”, analisa.
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O planejamento para o restante de 2021 é o mais simples possível: continuar o trabalho de formiguinha muito bem feito e esperar os grandes hits de forma natural.
“Me manter firme, focado e feliz. Trabalhando fazendo tudo o que eu venho fazendo. Me desenvolvendo em todas as áreas e tudo mais. Claro que eu busco sempre, como todos os players, um resultado monstruoso, a gente quer aquela big hitada, mas hoje, graças a Deus, eu penso em me manter bem para que esses sonhos cheguem naturalmente”.
Antes de 2013, quando passou a ser grinder, Renato era jogador de live. É claro que ele sente falta do poker ao vivo, mas também relativizou o fato. “Dá saudade com certeza. Eu ia para alguns eventos, fui algumas vezes para Vegas, mas o poker online tá tão bom, ficou tão interessante… Dá uma saudadezinha, mas não tanto, porque o jogo tá bombando no online. Se o online continuar assim eu vou estar muito feliz”, finaliza o “bauruzito”.
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Confira o MundoTV Cast #001 com Luiz Torres:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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