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Leon Duarte e Alexandre Vargas, novos instrutores do Guerreiros Team, falam do processo seletivo e missão: “ajudar ao máximo”

A dupla passou a comandar a pelotão Beta do time em 2021

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Leon Duarte e Alexandre Vargas

O processo seletivo do Guerreiros Poker Team está rolando desde o dia 11 deste mês e os interessados ainda têm até o dia 25 para realizar a inscrição. Essa é uma chance única para os jogadores que sonham em evoluir na carreira e se consolidar como profissional. O Mundo Poker conversou com duas provas vivas do time que trilharam esse caminho.

Os cariocas Leon Duarte e Alexandre Vargas entraram no time pelo processo e, em 2021, receberam o convite para se tornarem instrutores do Guerreiros. Uma recompensa por toda a dedicação e bons resultados que conseguiram. Leon, por exemplo, disse que sempre teve em mente ensinar outros jogadores no futuro.

“Foi algo muito especial. Desde o segundo ano de contrato eu já vinha visando algo como ser instrutor. Sempre fui um jogador muito voltado para o lado da técnica, teoria, então sempre gostei de estudar, softwares, resources, equilab. Sempre fui voltado mais pro lado “nerd” do jogo e sempre quis ser instrutor. Eles me chamaram agora e acaba sendo a realização de um desejo antigo”, contou o regular.

Alexandre, mais conhecido internamente como Xandão, falou da expectativa. “É a melhor possível. Tive os melhores coachs e me dediquei muito os últimos 2 anos pra me tornar o melhor instrutor que posso ser. Ainda tenho um longo caminho de evolução, mas tenho certeza que será uma experiência incrível e uma turma vencedora. É uma rapaziada com sangue nos olhos e vontade de vencer e evoluir. Isso torna tudo mais fácil”.

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Leon contou as metas como jogador e disse querer se consolidar nos mid-stakes. “Tô indo aos poucos, adentrando, jogando os melhores torneios, mas até o final do ano quero me consolidar”. Como instrutor, ele garante: “quero ajudar ao máximo essa galera que tá começando no micro e low, que eles tenham mais sucesso do que eu tive jogando nesses limites. O sucesso dessa galera vai ser o meu sucesso e eu vou dar o sangue para essa galera chegar onde quiserem. Dar suporte, sempre que me pedirem fazer review, tirar dúvida…”, disse.

Xandão passou um roteiro sobre o que os novos selecionados devem fazer para atingir o sucesso nas mesas e falou uma interessante frase.

“Tenham uma rotina de estudo e se dediquem ao máximo a evoluir diariamente. Não saiam de nenhum grind com dúvida. Os instrutores estão no time não só pra dar coach, mas pra um acompanhamento diário. Usem isso a seu favor. E o mais importante: entendam o processo, não atropelem as coisas e confiem na gente. ‘Vocês nunca perdem. Ou vocês ganham, ou vocês aprendem’. Diria pra usarem essa frase todos os dias. Facilita o entendimento do processo”, enfatiza. Alexandre também falou sobre a importância de Nico Villa-Lobos e Rodrigo Semeghini.

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“Os dois foram essenciais pra chegar onde eu cheguei. Tanto na parte mental quanto no jogo. Insistiram em mim quando eu tava na minha pior fase. Sabiam do meu potencial e confiaram em mim o tempo todo. Com certeza estão no topo da cadeia de importância dentro da minha curta história de sucesso no poker. Além de excelentes pessoas e amigos pessoais, são estudiosos do jogo e tornam a evolução muita mais fácil se você se dedicar. Devo tudo a eles e minha família”, completa o carioca. Seu parceiro agora no Pelotão Beta, também vai na mesma linha e lembra a evolução que teve no Guerreiros.

“Eu posso dizer que tudo o que sou hoje no poker é graças ao Guerreiros. Eu entrei no time, eu era praticamente recreativo. Tinha pouco jogo no PS, jogava ABI US$ 1 e pouco e hoje estou no US$ 20. Tenho quase 20.000 jogos no online, muitos prêmios maneiros, cravadas boas e com certeza evolui muito tecnicamente. Graças a todo o apoio que tive todos esses anos. Só tenho a agradecer”, finaliza Leon.

O “alistamento” do Guerreiros Poker Team para selecionar novos jogadores vai acontecer entre os dias 11 a 25 de janeiro. Para tentar concorrer a uma vaga, basta clicar aqui e preencher o formulário.

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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