Geral
Kaio Camargo comenta trabalho árduo e celebra maior prêmio da carreira com retorno ao CL Poker Team: “me sinto em casa”
O “Kaiotex” também relembrou onde tudo começou
Conquistar um big hit de seis dígitos é o sonho de qualquer jogador de poker, mas poucos têm a paciência de encarar o longo e árduo processo até que ele se concretize de forma natural. Na semana passada, esse momento especial chegou para o catarinense Kaio Camargo, o “kaiotex”, que alcançou a maior forra da carreira jogando na GGPoker.
Pilotando a conta “Queimouo12mola”, Kaio terminou como vice-campeão no US$ 525 Bounty Hunters Main Event e embolsou incríveis US$ 116.089. Orgulhoso da caminhada até aqui, ele conversou com o Mundo Poker e relembrou o início da trajetória, além de refletir sobre os desafios e aprendizados ao longo do caminho.
“Comecei a jogar recreativamente em 2013, depois de assistir ao Main Event da WSOP pela TV. Já vinha de um universo competitivo, era jogador regular de PES e disputei campeonatos nacionais entre 2008 e 2013″, contou.
Apesar da familiaridade com jogos, a transição para o poker competitivo não foi simples. “No começo foi um pouco complicado. Um amigo da minha cidade, que entrou para um time, acabou me ajudando a ingressar também. Joguei por muito tempo SNGs e demorei bastante para migrar para os MTTs baratos. Tive dificuldades para entender as diferenças entre os formatos e me firmar nos torneios. Minha sorte foram as pessoas que conheci no começo e que estão comigo até hoje. Sem elas, seria impossível trilhar todo o caminho que fiz”, completou.

Kaio Camargo
Assim que começou a levar o poker mais a sério, Kaio buscou fazer parte de projetos profissionais e integrou diversos times ao longo dos anos, que sempre esteve presente na sua rotina no jogo. Atualmente, ele faz parte do CL Poker Team, equipe liderada por Carlos Ribeiro, onde atua como instrutor e é bastante respeitado pelos colegas.
“Passei por quatro times. Comecei em um projeto da Cardroom, jogando SNGs, até migrar para os MTTs. Depois, entrei para a Standard Backing, onde permaneci de 2016 a 2021. Foi lá que me tornei instrutor, em 2019, e tive aulas com o Henrique Zanetti, que foi a base do meu jogo. Praticamente tudo que desenvolvi vem do que aprendi com ele”, explicou.
Com o passar dos anos e jogando stakes mais altos, Kaio decidiu mudar de ares. “Em 2021, entrei para o CL Poker Team. Já conhecia o Levis da época da Standard e gostei muito da proposta do time. Fiquei dois anos por lá, até receber uma proposta para ser head coach do Heroes. Cumpri meu contrato de um ano com eles, mas optamos por não renovar. Acabei voltando ao CL no ano passado, onde sigo até hoje.”
Foi justamente essa relação de amizade e confiança que fez Kaio retornar ao CL Poker Team. Sentindo-se em casa e com laços fortes com o “patrão”, como carinhosamente chama Carlos Levis, o catarinense viu seu futuro no poker novamente se alinhar ao projeto, justamente no momento mais marcante de sua trajetória.
“Minha amizade com o Carlos Levis é ótima. Além de um grande mentor e craque do jogo, ele é um fenômeno como pessoa, uma das pessoas mais empáticas que já conheci. Sou, sem dúvidas, um grande fã dele”, declarou Kaio, sem economizar nos elogios. Levis hoje é quem mais me ajuda no jogo. Mesmo no nível altíssimo em que ele está, ainda tem muito a agregar para mim. Fora a liberdade que tenho dentro do time, que é algo que valorizo muito.
Foi algo que me surpreendeu positivamente. A forma como lidaram com isso lá dentro mostra o tipo de ambiente que temos, e isso me dá muito mais confiança para trabalhar. Fiz muitos amigos ali dentro, tanto que saí e voltei. Me sinto em casa. Todos torcem por mim assim como eu torço por eles”.

Mesmo após alcançar sua maior premiação até agora, Kaio não pensa em diminuir o ritmo. A busca por novos big hits continua, sempre com a cabeça no lugar e a confiança de quem sabe que o trabalho continuará sendo bem feito.
“A sensação é de felicidade. Foram 10 anos de caminhada, e nos últimos dois venho batendo na trave várias vezes. Inclusive, fiquei em 11º no primeiro Venom que joguei no ano passado. Eu sabia que era uma questão de tempo até o resultado vir e acabou acontecendo em um momento que eu menos esperava, digamos assim. Mas o importante é estar preparado quando a oportunidade aparece. Acho que representa, acima de tudo, a consolidação de um trabalho de muito tempo.”
Além do poker online, o “kaiotex” é bastante querido nos torneios ao vivo. Quando está presente em alguma etapa do KSOP ou BSOP, por exemplo, costuma ser bastante reconhecido. Durante a disputa do Winter Millions, ele viu isso de perto, sendo parabenizado por muitos amigos. Esse carinho o faz sonhar ainda mais alto, com planos de jogar na Europa e na WSOP levando, claro, seu estilo extrovertido às mesas.
“Pois é, até pelo meu jeito mais extrovertido, resenheiro… Inclusive, o mais chato dos lives são as mesas em que ninguém conversa. Manter o ambiente bom é essencial para o ecossistema do jogo. Este ano, é bem provável que eu jogue meu primeiro EPT agora em Barcelona. Já tive oportunidades de ir pra fora antes, mas acabou não acontecendo. O importante é que agora estou em um momento muito bom, e é bem provável que essas viagens passem a acontecer com mais frequência”, finalizou.
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
Geral
Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
Geral
Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
Geral
Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
-
Geral6 dias agoKelvin Kerber se junta a seleto grupo de brasileiros com ganhos acima de US$ 5 milhões no poker ao vivo
-
Triton Series6 horas agoTriton: Rafa Mota é eliminado da primeira bala no US$ 200K Invitational em mão com 5-bet, dois outs no river e 500 blinds
-
Triton Series3 horas agoAlejandro Lococo tenta hero call com quarto par contra overbet, tromba com o nuts e cai no US$ 200K da Triton
-
Triton Series1 dia agoCom um único envelope, João Simão encontra o top Bounty e garante US$ 400K no Evento #04 da Triton Montenegro
-
Triton Series1 dia agoAlisson Piekazewicz alcança a sexta colocação no Evento #06 US$ 50K da Triton; João Simão é nono
-
Triton Series3 dias agoJoão Simão avança para o Dia Final do valioso US$ 40K NLH Mystery Bounty da Triton Series Montenegro; confira o chip count
-
Triton Series4 dias agoDaniel Dvoress crava o Evento #01 US$ 25K na Triton Montenegro e completa o Tridente com títulos de NLH, PLO e Short Deck
-
WSOP1 dia agoCom novas regras sobre patrocínio, Patrick Leonard tem pedido negado pela WSOP e põe em xeque participação na série






