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Campeão de bracelete em 2025 usa prêmio milionário e quita dívidas antigas com outros jogadores

Ian O’Hara aproveitou para se acertar com antigos backers

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Ian O'Hara

Ian O’Hara teve o maior título de sua vida na WSOP 2025. O regular americano acabou por ser o grande campeao do Mid-Stakes Championship e, além de levar o primeiro bracelete da carreira, garantiu também uma forra milionária, puxando US$ 1.189.408. Mas o destino do dinheiro—ou pelo menos boa parte dele—não vai ficar com Ian.

Há cerca de dois anos e meio, Ian foi acusado de mentir e reportar resultados falsos para um backer de nome Kane Kalas. Kane contou no Twitter que, ao mesmo tempo em que Ian era cavalado por ele, ele também tinha um acordo de porcentagens menores com Jonathan Jaffe, e nenhum deles sabia da parte do outro. Além disso, os reports em relação aos resultados eram fabricados e manipulados de forma intencional por Ian.

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O relato de Kane Kalas aponta que, quando confrontado, Ian assumiu a responsabilidade pelas ações e que os três costuraram um acordo para que o débito em relação aos resultados fabricados fosse pago. O pedido do jogador foi apenas para que a questão não se tornasse pública, e ele chegou a pagar até 40% do dinheiro devido.

Mas a coisa mudou de figura quando eles descobriram que Ian se “registrou” para o Poker Masters de 2022 sem comunicar nenhum dos dois backers e que, ainda, havia vendido ações para outros jogadores e fabricado seu resultado. Na verdade, ele não jogou o torneio: ele mentiu seus resultados com imagens antigas de stacks e, posteriormente, afirmou que havia sido eliminado, ficando com o dinheiro para si. Por essa razão, Kalas havia decidido publicar a história em 2022.

Após a conquista da WSOP, Kalas reaveu a história no Twitter. Ele postou um update afirmando que Ian pagou todo o dinheiro devido para ele e Jaffe:

O update de Kalas foi visto de forma positiva pela comunidade do poker. Dan Cates, o “Jungleman”, respondeu que o pagamento das dívidas por parte de Ian foi uma boa ação do jogador, enquanto Chris Hunichen revelou que O’Hara também possuía dívidas com ele e que pagou o número “acertado”, embora desconfiasse que as dívidas eram maiores do que o número acertado entre os dois.

Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Trinca contra trinca termina em pote gigante e Alan Keating puxa US$ 1,2 milhão no Super High Roller Cash Game

A jogada ocorreu na transmissão do PokerGO, nesta última quarta-feira

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Os estúdios do PokerGO, em Las Vegas, sediaram um cash game de altíssimo nível nesta quarta-feira. O Super High Roller Cash Game contou com cinco horas de transmissão ao vivo e potes milionários em disputa. Um dos nomes presentes foi Alan Keating, acostumado a esse tipo de jogo e que, mais uma vez, protagonizou uma mão insana.

A jogada ocorreu nos blinds US$ 500 / US$ 1.000, com double straddle de US$ 4.000. Tudo começou com Darin Feinstein entrando de limp com . A mesa rodou em fold até o small blind Kirk Brown, que resolveu aplicar um raise para US$ 19.000 com . Alan Keating acordou no big blind com e, no que parecia ser um raise automático, optou apenas pelo call.

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A ação seguiu com Darin Feinstein aplicando um 3-bet para US$ 90.000. Brown, após pensar, acabou desistindo da mão, mas Keating não, formando um pote de US$ 206.000. Os dois então viram o flop , e Feinstein continuou a agressão com uma aposta de US$ 100.000, que foi paga por Keating.

O turn foi justamente a única ainda disponível, dando trinca para Alan Keating, que optou por dar check behind após a ação de Darin Feinstein. Para completar o drama, o river trouxe o , melhorando Feinstein com trinca, sem imaginar que ainda estava atrás.

Keating então anunciou all in, cobrindo o stack de US$ 416.000 do adversário. Feinstein pagou rapidamente, apenas para ver o pior cenário possível: perdeu um pote gigantesco de US$ 1.238.000, reagindo com muita indignação.

Confira abaixo:

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Vencedor mais jovem do Main Event da WSOP, Joe Cada dá prioridade à família: “nunca fui muito de viajar para jogar”

Cada também alcançou a mesa final do Main Event em 2018

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Joe Cada

Joe Cada já tem seu nome marcado na história do poker mundial. O americano é o vencedor mais jovem da história do Main Event da WSOP, com um título histórico em 2009, além de três outros braceletes na série e uma nova mesa final no Main Event em 2018. De lá pra cá, a vida mudou muito.

Cada venceu o principal torneio do poker mundial com apenas 21 anos, o que lhe rendeu o apelido de “The Kid” pelo feito. 17 anos depois, com uma carreira consolidada e ainda na ativa no cenário mundial do jogo, a grande prioridade é diferente: o filho.

“Eu sempre quis ser pai, e sou muito grato por meu filho e minha esposa. Nunca fui muito de viajar e acho que ser pai não vai mudar minha carreira, que já mudou depois que eu ganhei o Main Event. Eu sempre quis priorizar minha família sobre o poker e também minhas relações. Não dá pra ficar fora por muito tempo. Só que o poker online também está sempre disponível”, contou em entrevista para a Pokerati.

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O título em 2009 veio numa era muito diferente do poker atual. O jogo, apesar da explosão com a vitória de Chris Moneymaker em 2003, ainda era bem menos técnico. O Main Event da WSOP também contava com o November Nine, a mesa final disputada meses depois de sua formação. Cada, que também esteve na mesa final em 2018, diz que sua estratégia seria a mesma: “Eu jogaria o Main Event da mesma forma que joguei em 2009. Eu já jogava muito online e isso me ajudou bastante. Todo torneio é igual, seja de US$ 300 ou de US$ 25.000. Só me concentro em como jogar da melhor forma contra a minha mesa”, contou.

E é justamente a dupla de mesas finais que ele mais sente orgulho. “É o torneio mais importante do poker, então chegar na mesa final por duas vezes é algo surreal. Eu sempre volto para o Main Event pelas amizades, pela nostalgia e pelo amor pelo jogo. Claro, também ajuda quando você vence o Main Event no seu primeiro ano”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Maior ganhador do ano até aqui tem 17 ITMs anotados em torneios de pelo menos US$ 10K e passa da marca de US$ 5 milhões; veja

Vices na Triton e títulos no EPT impulsionam o ano de Brandon Wilson

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Brandon Wilson (créditos: PGT)

Com quatro meses passados na temporada e algumas das principais paradas do ano já finalizadas, um nome desponta na lista de maior ganhador do ano. O americano Brandon Wilson é o único jogador do planeta a ter vencido mais de US$ 5 milhões em torneios ao vivo em 2026 e detém marcas impressionantes após mais uma grande série.

Wilson, uma figura cada vez mais carimbada no cenário high stakes das séries americanas, está brilhando ao redor de todo o mundo. Em 2026, ele já atingiu o ITM em 21 torneios diferentes, com 17 desses disputados num buy-in de pelo menos US$ 10.000. Mesmo com larga participação nos torneios em solo americano, ele também tem ótimos resultados na França (EPT Paris) e na Coreia do Sul (Triton Jeju).

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As maiores premiações que chegaram durante o período vieram justamente no principal circuito high stakes do mundo. Wilson acumulou dois vices em Jeju, e somados, eles lhe renderam US$ 3.189.000 para a conta. A marca de títulos registra três: um no PGT Last Chance em janeiro (US$ 275.400), o Evento #27 do EPT Paris (US$ 235.272) e também o Evento #41, o EPT High Roller (US$ 790.538).

Tudo isso depois de uma arrancada fenomenal em dezembro, quando Wilson levou premiações milionárias na WSOP Paradise e ainda foi campeão do WPT High Roller no Wynn para fechar a temporada. Com a Triton Montenegro se aproximando e a WSOP chegando em seguida, esse é um nome para ficar de olho.

Confira o top 10:

País Jogador Prêmio
1 EUA Brandon Wilson US$ 5.491.547
2 Malásia Paul Phua US$ 4.270.200
3 Áustria Matthias Eibinger US$ 4.209.000
4 EUA Benjamin Tollerene US$ 3.898.000
5 Malásia Wai Kiat Lee US$ 3.801.441
6 Tailândia Punnat Punsri US$ 3.658.853
7 Hong Kong Elton Tsang US$ 3.457.000
8 Inglaterra Philip Sternheimer US$ 3.311.300
9 China Quan Zhou US$ 3.183.850
10 Canadá Daniel Dvoress US$ 3.005.251

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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