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BSOP Rio Quente: Rogério Mota crava 4K Turbo PKO após HU animado; Leandro Ruy é campeão do HORSE
Nomes conhecidos do circuito fizeram a festa no primeiro dia do festival
Os torneios paralelos agitaram o primeiro dia do cronograma do BSOP Rio Quente no belíssimo Rio Quente Resorts. Dois nomes bem conhecidos do circuito foram campeões na abertura do evento: Rogério Mota e Leandro Ruy. Ambos os vitoriosos carregam boas histórias para contar em seus títulos.
Mota venceu o inédito 4K Turbo PKO. Com buy-in de R$ 4.000 como indica o nome do torneio, o field registrou 26 entradas e o campeão ficou com um prêmio de R$ 30.500 incluindo os bounties conquistados ao longo do torneio. O duelo final do torneio foi contra Marcelo Giordano e foi cheio de resenha.
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Giordano começou na liderança e abriu frente. Os dois trocavam muitas falinhas e ameaças de all ins no escuro. Mota até dobrou uma vez dessa forma ao acordar, sem ver as cartas, com 88. O toma lá dá cá foi grande até que uma mão pra lá de insana praticamente sacramentou o título para Mota.
O board no turn mostrava 872J com três cartas de espadas. Giordano tinha flush com 73 e Rogério sequência com 9T. Ele se lamentou muito no showdown e sequer assistiu o river bater. A última carta, no entanto, trouxe mais uma de espadas. Ele tinha o 9 desse naipe e conseguiu um flush maior. O torneio acabou duas mãos depois.
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Rogério Mota – R$ 30.500
2º – Marcelo Giordano – R$ 20.500
3º – Marcelo Souza – R$ 11.800
4º – Leonardo Carlessi – R$ 11.100
5º – Rodrigo Garrido – R$ 5.350
Leandro Ruy foi campeão do HORSE. O torneio que mistura cinco modalidades teve buy-in de R$ 2.500 e reuniu apenas oito entradas. Ruy levou a melhor no 3-handed contra Caue Durazzo e Pedro Barossi para ficar com o troféu de primeiro lugar e um prêmio de R$ 7.200.
Ruy tem uma história muito curiosa com o BSOP. Ele é um dos jogadores mais assíduos da história do circuito. Desde a primeira vez que veio para o BSOP, nunca mais faltou em nenhuma etapa. O BSOP Rio Quente é a 101ª parada seguida do recreativo. Até o começo do ano, ele tinha um título no currículo. Em 2026 já são dois, pois venceu o TEROS do BSOP Summer em janeiro.
Confira a premiação do HORSE:
1º – Leandro Ruy – R$ 7.200
2º – Pedro Barossi – R$ 4.300
3º – Caue Durazzo – R$ 2.900

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer, a “Renegada”:
BSOP
BSOP Rio Quente: Lucas Scafini vira heads-up contra Carlos Serrano e crava o 1-Day High Roller
O regular lidera o ranking de High Roller do circuito e está focado na briga
O primeiro dos seis dias do BSOP Rio Quente contou com o 1-Day High Roller, com buy-in de R$ 10.000, como carro-chefe entre os torneios do dia. Como era de se esperar, o field contou com muitas estrelas do poker brasileiro. Depois de uma longa maratona, a vitória ficou com um nome bem conhecido: Lucas Scafini.
O gaúcho de Tramandaí não tomou conhecimento do field de 57 entradas e ficou com o título acompanhado de uma forra de R$ 140.000. “Tô muito feliz. Só tenho que agradecer a Deus por ele ter me abençoado em mais um torneio. Começamos com o pé direito, High Roller não é fácil, principalmente eu que quero disputar o ranking High Roller”, disse Scafini.
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Depois de duas mesas finais no BSOP Summer e duas no BSOP São Paulo – com direito a um título – o gaúcho começou a terceira etapa do ano da melhor forma possível. “Vim pra cá na liderança e joguei com o objetivo de conquistar alguns pontos, jogar o primeiro torneio e sair campeão é surreal”, falou o líder da categoria.
Scafini enfrentou uma mesa final com nomes como Sebastian Fonseca, Pedro Cassar, Carlos Rox, Naiquel Oliveira, José Carlos Barbosa e Murilo Fidélis. A bolha do dinheiro estourou com a eliminação de Rafael Mota no 9º lugar depois de uma sequência de várias dobras de shorts stacks.
Uma dessas dobras foi de Carlos Serrano. O temido jogador colombiano conseguiu uma bela arrancada e alcançou o heads-up como líder. Scafini conseguiu a virada rapidamente e abriu frente com autoridade. Na mão do título, o A3 do brasileiro superou o KT do colombiano sem surpresas no board.
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Lucas Scafini – R$ 140.000
2º – Carlos Serrano – R$ 100.000
3º – Murilo Fidélis – R$ 64.000
4º – José Carlos Barbosa – R$ 49.000
5º – Naiquel Oliveira – R$ 38.000
6º – Carlos Rox – R$ 30.000
7º – Pedro Cassar – R$ 24.000
8º – Sebastian Fonseca – R$ 18.500

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer, a “Renegada”:
BSOP
BSOP Rio Quente: Campeão em 2019, Anthony Barranqueiros fala o que mudou após sete anos: “CPF novo”
Etapa na cidade goiana voltou ao calendário do BSOP depois de longo hiato
O Rio Quente Resorts, palco do BSOP Rio Quente, tem um complexo de lazer impressionante com piscinas gigantes com águas naturalmente quentes e até parque aquático. Depois de sete anos, o local voltou a sediar uma etapa do circuito e um dos jogadores mais felizes com o retorno é o atual campeão do Main Event Anthony Barranqueiros.
Em 2019, Anthony tinha apenas 20 anos e já dava grandes indícios de que construiria uma bonita história no poker. A primeira grande consagração da carreira veio com o título do Main Event em Rio Quente depois de uma mesa final amplamente dominada pelo profissional paulista.
“É muito massa poder estar aqui depois de sete anos. É a etapa que eu mais esperava do BSOP. Todo ano eu conferia se ia ter e não tinha. Esse ano me deram a notícia e eu já fechei no início do ano porque é um lugar que eu venho desde criança com a minha família. Esse lugar é mágico. Não existe outro lugar do planeta que eu me sinto tão em casa e que é tão nostálgico quanto esse lugar”, disse o craque para o Mundo Poker.
Naquela etapa, ele ganhou também o 8-Game e relembrou momentos especiais. “Minha mãe nunca ia para uma etapa junto com a gente (ele sempre viaja com a avó) e ela acabou vindo de surpresa. Ela pôde chegar para a cravada do 8-Game, tava no rail. Foi engraçado que ela começou a tretar com o cara que tava fazendo HU comigo. Ela dava falinha, ele pegava pilha, foi engraçado”, contou Anthony.
No Main Event, ele elegeu como memória mais especial estar com pessoas importantes no ato do título. “No momento da vitória, poder abraçar a minha vó, minha mãe, abraçar os amigos que estavam comigo, é muito, muito satisfatório”, falou. Ele disse o quanto mudou de lá pra cá também.
“Da última vez eu cheguei e já queria beber. Já fui pra piscina, bar, enchi a cara. Hoje em dia eu não bebo mais, cheguei fui para academiar, fui treinar. Uma mudança de hábitos, uma mudança de ritmo, é outra pegada. Outra pessoa. Mais maturidade também, mais conhecimento”, explicou.
“Tem aquele meme do CPF novo e é como se fosse um CPF novo mesmo. Uma outra pessoa de fato e eu tô muito realizado, é o melhor momento da minha vida e estar nesse lugar é ainda mais especial”, finalizou o sempre animado Barranqueiros.

Anthony Barranqueiros foi campeão do Main Event em Rio Quente em 2019
Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer, a “Renegada”:
BSOP
BSOP Rio Quente: Léo Rizzo anuncia all in no escuro e arma confusão ao encontrar KK e QQ no 1-Day High Roller
O embaixador do BSOP mostrou um A na primeira carta para dar emoção
Embaixador do BSOP, Léo Rizzo não poderia começar o evento em Rio Quente nesta quinta-feira (30) de um jeito qualquer. Ele optou por engatar no 1-Day High Roller, com buy-in de R$ 10.000, com o torneio já em andamento e garantindo para todos que daria all in no escuro na primeira mão. A promessa foi cumprida.
O torneio estava com os blinds 1.000 / 2.000 e o stack inicial é de 100.000 fichas. A ação começou com o jogador Carlos Castro, de Brasília, com raise para 5.000 fichas no UTG. Ele tinha stack por volta de 70.000 fichas no momento. O raise dele com a iminência do all in de Rizzo no small blind afastou outros jogadores da mão.
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A mesa rodou em fold até Rizzo. Ele tirou onda com o colombiano Sebastian Fonseca que desistiu da ideia de também jogar no escuro por conta do raise de Castro. O embaixador do BSOP emendou durante o movimento de colocar todas as fichas no centro da mesa: “ele abriu do UTG! Nem Pelé fez daí”.
No entanto, José Carlos Barbosa também entrou na brincadeira. No big blind com 120.000 fichas, o experiente jogador deu call. No showdown, Castro mostrou primeiro , mas Barbosa estampou na mesa. Rizzo abriu lentamente a primeira carta e mostrou para o delírio da galera. A outra carta revelou que era .
O flop trouxe emoção, mas turn e river deixaram o grito de “é tudo do oitavo” entalado na garganta. José Carlos Barbosa levou o all in triplo e despachou os dois jogadores do torneio de R$ 10.000.

José Carlos Barbosa
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