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Martin Zamani perde a linha após mão e xinga Elias Neto por mais de cinco minutos com ofensas graves no PokerStars: “inaceitável”
Americano teve um comportamento vergonhoso nas mesas online
A matéria foi atualizada à 1h30 de 16/09/2021
Um ambiente de poker é, antes de tudo, um local onde o respeito e as boas maneiras devem essencialmente estar presentes. Quando não encarado profissionalmente, como acontece com a maioria dos jogadores, a diversão também é um ponto bem importante para uma boa atmosfera geral. Os grandes nomes do poker mundial sempre defendem que o comportamento nas mesas deve ser agregador, sem distinção sobre idades, classes, gêneros e o que mais possa ser diferente.
Isso faz com que mais gente se sinta a vontade e se interesse pelo esporte, o que contribuiu para o crescimento do mesmo. Mas, infelizmente, nem todo mundo age dessa maneira. Algumas pessoas fazem questão de ser “inconvenientes” e prejudicam uma imagem onde há tanta luta para torná-la cada vez melhor. O problema é maior ainda quando um renomado nome do cenário mundial age de tal maneira.
Ontem, o americano Martin Zamani demonstrou que não importa o quanto você é bom no poker se você não for, primeiramente, uma boa pessoa. Ele foi o clássico exemplo de como NÃO agir em uma mesa, seja ao vivo ou online. O “Jacob Schindler” (sim, essa é a conta dele) do PokerStars estava em uma mesa do WCOOP e o brasileiro Elias Neto estava posicionado ao seu lado na mesa.
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Em uma das jogadas, o sueco Simon Mattsson, o “C.Darwin2” do online, resolveu entrar de limp do botão com o brasileiro e o americano no small e big blind respectivamente. Elias foi na onda e armou uma trap, dando limp atrás com KK. Quando a ação chegou para Zamani, ele anunciou o all in cobrindo os dois, já começando a escrever no chat que não tinha medo de um limp de Mattsson, que naquela posição não representaria força. Elias pagou e venceu a mão contra o A5 de Martin.
Isso foi o suficiente para desencadear uma reação desproporcional – e vergonhosa – do americano. Nas imagens captadas pelo próprio Elias Neto, Zamani não aceita a derrota e começa a perder a linha, desferindo xingamentos e ofensas contra o brasileiro. Entre os insultos, o americano ofende o povo brasileiro, chama o profissional do Like a Boss Poker Team de burro, de bêbado, fala sobre a mãe e muitas outras coisas.
Foram mais de cinco minutos com um comportamento absurdo e imperdoável. Elias não se rebaixou ao mesmo nível e não revidou as ofensas. O profissional contou ainda que também reportou a atitude para o PokerStars, mas disse acreditar que nada aconteceria, já que essa não teria sido a primeira vez. Zamani já havia xingado outras pessoas em outras ocasiões, e mesmo ontem, o streamer Fintan Hand também havia passado por situação semelhante.
O jogador brasileiro falou rapidamente sobre o acontecido: “é absurdo e inaceitável. Ele precisa ser exposto”, resumiu Elias. Sem acreditar que o site vai tomar alguma medida, a exposição da real face do americano pode gerar uma repercussão. Esse tipo de atitude não pode existir num ambiente como o poker, onde tantas pessoas lutam insistentemente para torná-lo cada vez mais saudável.
ERRATA: Corrigimos a matéria para o real dono da conta “Jacob Schindler”: Martin Zamani. Apesar de muitas fontes – inclusive uma matéria de nicks do próprio PokerStars – confirmar a identidade para Jake Schindler, recebemos muitos relatos de jogadores confiáveis dizendo que Martin Zamani é o grinder por trás da conta, e o reparo foi feito à 01h30 do dia 16 de setembro.

Elias Neto
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Confira o episódio #18 do Depois do River:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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