KSOP AGENTINA

Geral

Com método especial para evolução, eXploit Poker Team abre seleção para novos jogadores; saiba todos os detalhes

Time português está atrás de novos jogadores e os brasileiros são muito bem vindos

Published

on

Alguns países são amplamente reconhecidos como escolas fortíssimas no poker online. Entre esses, estão Brasil e Portugal, nações que possuem muitos dos melhores jogadores do mundo da atualidade. Além de contar com jogadores de alto nível mundial, a relação entre brasileiros e portugueses também é bastante direta nesse mundo, com vários círculos de amizade e cooperação entre os craques.

Um ponto bastante importante que fez o poker ser forte em cada um desses países é a qualidade dos times. Assim como no Brasil, Portugal também possui times com rendimento impecável, que dá suporte a muitos jogadores e faz com que esses evoluam a cada dia mais. Um desses exemplos é o eXploit Poker Team, time português que tem boa relação com brasileiros. E a boa notícia é que o eXploit está procurando novos jogadores.

Criado em 2017 pelo profissional Nuno Ascensão em conjunto com Eduardo Cardigo, João Matos e Manuel Martins, o eXploit Poker Team, é um time especializado no No-Limit Hold’em. Dentro da modalidade, o eXploit encontra partições para MTTs, Spin and Go e, em breve, até uma equipe de cash game será liderada por Nuno Ascensão. E, nos MTTs, o eXploit já demonstrou que tem o toque certo para alavancar a carreira dos jogadores.

LEIA MAIS: Belchior Santana bate Marcelo Mesqueu no heads-up e é campeão do High Roller do KSOP SP: “ganhei do melhor do mundo”

Focados na evolução individual de cada jogador, o time cuida da carreira de maneira bastante detalhada. Para ingressar, os jogadores passam por uma entrevista que se atenta a todos os detalhes, desde a carreira no momento até o longo prazo. A saúde física e mental dos jogadores também são acompanhadas pela equipe, que disponibiliza profissionais para tratar cada jogador individualmente. Esse é um dos motivos que fazem o time dar tão certo.

Na parte técnica e teórica, o eXploit oferece várias sessões de coach, com aulas individuais e em grupo. As individuais variam entre duas e quatro por mês, enquanto as aulas em grupo acontecem de maneira regular. Nestas, o eXploit usa seu sistema interno para obter dados, identificar possíveis leaks de seus jogadores e trabalhar de maneira conjunta na forma de corrigir os erros. Além de tudo isso, os jogadores também contam com uma vasta biblioteca de vídeos.

A seleção para o eXploit Poker Team está aberta e todos podem se inscrever. O time usa os dados apresentados no Sharkscope e a
partir disso trabalhar para ver onde o jogador se encaixa. Eles também analisam uma hand history para entender melhor o nível de cada um. Vale ressaltar que eles não rejeitam jogadores, visto que acreditam muito na estratégia de evolução que a equipe segue. Por isso, até mesmo quem não é lucrativo tem vaga.

Se você quer entrar para o eXploit Poker Team, o link para a inscrição é este aqui. O time possui três partições diferentes e os jogadores podem escalar entre eles atingindo os objetivos propostos durante o contrato. Conheça abaixo:

eXploit Elementary

A Elementary é onde se formam as bases do jogador, seguindo sempre os princípios propostos pelo time. A ideia é consolidar a estratégia básica do jogo e é vista como uma partição temporária, de cerca de três meses, onde o buy-in médio é de US$ 1.

eXploit School

Nesta partição, os jogadores já são postos a prova com os conceitos técnicos aprendidos no time e começam aqui a fazer o seu início de carreira. Os buy-ins vão de US$ 3 a US$ 5 e é na eXploit School que se espera que os jogadores fiquem familiarizados com aquilo que o espera para uma carreira profissional. Aprofunda-se o trabalho de mindset, gestão de downswing, o nível estratégico e dedicação aos estudos.

eXploit MTT

Esta é a partição majoritariamente para os profissionais do esporte da mente. Nesta partição o buy-in inicial é de US$ 10 e joga-se níveis até US$ 1K+, sendo que temos uma divisão Elite para o topo da equipe. Quem sobe do School para o MTT já tem toda a base preparada para chegar no mais alto nível na última escala do eXploit.

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

Click to comment

Geral

Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

Published

on

Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

Continue Reading

Geral

Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

Published

on

Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

Continue Reading

Geral

Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

Published

on

Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

Continue Reading

MAIS LIDAS