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Renomado no cenário português, Daniel Ferreira explica importância do eXploit para retomada da carreira nos MTTs: “fiquei impressionado”

O jogador tem uma longa carreira no poker online e é um dos coachs do time

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Daniel Ferreira (crédito: Poker.pt)

Quando se fala em grandes jogadores de poker hoje em dia, é difícil não vincular esses craques a algum time. Mesmo os jogadores já renomados procuram grupos para continuar no topo, usando a troca de informações e de conhecimento com outros players para manter ou ampliar o nível técnico que possuem. Um exemplo disso é o português Daniel Ferreira.

Jogador respeitado do cenário português, com uma carreira já bem longa, o profissional ingressou em uma equipe no ano de 2018 buscando uma retomada na carreira de torneios depois de passar por outras áreas no poker. Ele escolheu a eXploit Poker Team, time que tem um trabalho consistente e um método especial para buscar a evolução de cada jogador. Daniel lembrou do momento da entrada e fez questão de deixar claro que já acreditava no potencial do eXploit:

“Entrei para a eXploit em 2018, a equipa tinha poucos meses e eu procurava uma forma de voltar aos MTTs após muitos anos jogando cash de PLO. O Nuno Ascenção é um velho conhecido e na altura ele tinha contratado para coach o João Barbosa, que era meu amigo desde que comecei a jogar profissionalmente em 2009 e alguém por quem sempre tive muita admiração. Por isso quando decidi mudar para a vertente dos campeonatos e o projeto da eXploit me foi apresentado, nem pensei duas vezes”, explica.

Com experiência no live e em mais de uma modalidade no online, Daniel Ferreira aproveitou o começo da eXploit para voltar a jogar os MTTs e isso fez também com que outra paixão reacendesse. Coach do importante PokerStrategy em outra época, em pouco tempo o português também assumiu a tarefa de passar seus conhecimentos e sua experiência a outros jogadores, se tornando coach do time. Ele lembra do processo e de quanto o eXploit foi importante.

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“Foi a primeira vez que fiz parte de uma equipe e fiquei muito impressionado com a organização e profissionalismo da eXploit logo no início, o que me permitiu mais rapidamente atingir o meu potencial. Dentro do time também voltei a assumir as funções de coach, uma paixão que ja tinha desde os tempos da PokerStrategy e hoje é um trabalho que me dá uma satisfação enorme”, relata o português.

Mas mesmo com uma história já vasta no poker, Daniel não quer saber de parar por aí e quem sai ganhando com isso é quem faz parte do projeto: “sou talvez o jogador mais experiente da equipe, mas com ainda mais vontade de aprender do que há 10 anos. Quero ser melhor jogador e coach do que ontem e sozinho era impossível, mas com todas as condições que uma equipe como a eXploit proporciona tudo fica realmente mais fácil”, define.

Parte importante da engrenagem, o “JackDaniels” vê a eXploit como uma máquina funcionando a todo vapor. Ele ressalta: “a eXploit dá a todos os jogadores as melhores condições do mercado para eles se tornarem sólidos profissionais e ao mesmo tempo é uma família onde todos partilham e se ajudam para melhorar diariamente”. E o português ainda convida: “a eXploit está apta para receber qualquer um que tenha paixão e vontade trabalhar”.

A eXploit está com as inscrições ativas e de portas abertas para receber jogadores brasileiros. Você pode entender todo o funcionamento e as condições que o time oferece clicando aqui. Se você quiser entrar para o time e aproveitar tudo que a eXploit oferece, você precisa se candidatar através do preenchimento deste formulário.

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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