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Após polêmica no Main Event, WSOP cria novas regras e proíbe o uso de dispositivos eletrônicos em retas finais de torneios

Repercussão negativa da vitória de Tamayo fez a WSOP trazer mudanças importantes

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Um título de Main Event da WSOP em Las Vegas sempre vai ser um momento inesquecível não só para quem ganha, mas também para quem gosta de acompanhar poker. O de 2024, vencido pelo americano Jonathan Tamayo, foi um dos mais comentados dos últimos tempos, mas não só pela grande vitória em si. Uma polêmica cercou a conquista do jogador e fez o mundo do poker entrar em grande debate.

Na reta final do torneio deste ano, Tamayo tinha alguns craques acompanhando e torcendo no rail. Joe McKeehen e Dominik Nitsche eram os dois mais famosos e ambos foram centro de uma controvérsia daquelas. Visivelmente, eles estavam atuando como “coachs” de Tamayo e, além disso, fazendo simulações em um solver através de um notebook para explicar alguns cenários para o jogador que estava na grande decisão do Main Event.

Esse fato gerou um longo debate e muita gente criticou a possibilidade disso acontecer. Não havia, no entanto, uma regra que dissesse que oferecer essa assistência era proibida, então Nitsche (que era quem passava as informações para Tamayo), não estava fazendo nada ilegal. No entanto, a forte discussão sobre o tema fez a WSOP tomar algumas medidas.

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E agora há uma regra que proibe exatamente o que foi visto no Main Event em Las Vegas. A WSOP anunciou algumas novas regras – que terão início na edição da WSOP Paradise, em Bahamas. Uma delas proíbe o uso de dispositivos eletrônicos na mesa a partir de que um torneio esteja com três mesas restantes, dizendo também que os jogadores não podem sequer deixá-lo sobre a mesa.

Além desta regra que serve efetivamente para os jogadores, a WSOP também fez outra que inclui quem está no rail, na torcida. Para evitar momentos como o que foi visto no Main Event em Las Vegas, os espectadores no rail também estarão proibidos de oferecer qualquer tipo de assistência, seja por aplicativos, dispositivos eletrônicos ou como “coaching”. A regra foi descrita na íntegra:

“Jogadores e espectadores não estão autorizados a usar gráficos, aplicativos ou qualquer outra forma de assistência eletrônica no salão do torneio. O não cumprimento desta política resultará em uma penalidade até a desqualificação do jogador e a remoção do espectador do salão do torneio. Os espectadores também estão proibidos de fornecer assistência ou coaching ao vivo. O não cumprimento desta regra resultará em uma penalidade para o jogador e a remoção de quem estiver no rail. Não jogadores que estiverem no rail devem aderir aos Termos e Condições do WSOP, incluindo a não visualização de transmissões ao vivo em um dispositivo eletrônico”.

As novas regras entram em vigor na WSOP Paradise, evento que acontece entre os dias 06 e 19 de dezembro.

Confira o episódio #85 do Poker de Boteco com Dan Almeida:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

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Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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