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Quantas vezes um JJ perde para uma mão aleatória? Fizemos o teste no “Desafio do Carioca” no SCPT

O resultado da ação com o embaixador do circuito vai te surpreender

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Carioca - Elvis Aron

Uma promoção tem agitado o salão do hotel Favorita Golden, palco da quarta etapa do Santa Catarina Poker Tour, durante o evento. É o “Desafio do Carioca”, que aproveitou um dos grandes mitos do poker brasileiro para aproximar o público com uma das patrocinadoras oficiais do SCPT.

O desafio consiste em derrotar o JJ, o par mais “cornetado” do poker, com uma mão aleatória. No caso, a promoção tem um facilitador. O desafiante recebe três cartas do dealer e pode descartar uma delas antes do board ser batido. O Mundo Poker fez o teste no modo mais difícil, sem essa carta extra.

LEIA MAIS: Lucas Weingartner vira HU, fatura o título do Warm-Up Free do SCPT e dedica para amigos: “devendo um churrasco”

Afinal, será que o JJ é realmente um par perdedor contra uma mão aleatória? O resultado, para quem acredita nisso, foi surpreendente. Em 10 mãos disputadas, o JJ foi soberano e conseguiu segurar em todas as situações. O dealer Vilmar Max foi o responsável pela sequência imbatível do par nas seguintes mãos:

1º –

2º –

3º –

4º –

5º –

6º –

7º –

8º –

9º –

10º –

É bem verdade que as cartas recebidas não foram das melhores, mas o JJ escapou diversas vezes de pares maiores, segundos pares, flush draws, brocas e duas pontas nesse cenário montado por nós. Perguntei para o ChatGPT qual seria a probabilidade de vitória do JJ 10 vezes consecutivas contra uma mão aleatória.

A resposta foi 7,33%. Será que é a minha conta é que ruim mesmo?

Vilmar Max não deixou o JJ perder uma vez sequer contra o jornalista do Mundo Poker

Logo depois, o jogador Anderson Souza participou da promoção oficial com o formato de descartar uma carta. O objetivo do desafio é acumular vitórias consecutivas e trocar por prêmios que vão evoluindo conforme o número. O máximo são cinco. Souza ganhou três seguidas: de T6, A7 e QTs. Perdeu na quarta tentativa com AT, mas levou uma bonita garrafa estilizada.

“Já estamos completando quase dois anos dessa parceria entre eu e o Paulo (Barilka, sócio do evento). Estamos fazendo a maior etapa da história do SCPT. Me deixa muito feliz ver a consolidação do trabalho. Começamos lá atrás bem pequenininho. Estamos evoluindo passo a passo. A cada etapa são muitas novidades, novos parceiros”, disse Elvis Aron, o Carioca.

“Tá sendo bem prazeroso fazer parte do processo de crescimento do SCPT e do próprio Carioca do Poker. Agora tem esse Desafio do Carioca que a galera pode conseguir diversos brindes, moletom, até buy-in do Main Event para criar uma energia muito forte em torno da gente”, completou.

E aí? Quantas vezes seguidas você acha que ganha do tão criticado (e talvez injustiçado) JJ?

Confira o Poker de Boteco #113 com Nicolau Villa-Lobos:

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Eduardo Suares é o grande campeão do Main Event do SCPT após maratona e incentivo da esposa: “foi para ela”

Dudu levou o título após 17 horas de jogo no salão do Favorita Golden

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Eduardo Suares

No poker não há espaço para desânimo e o grande campeão do Main Event do Santa Catarina Poker Tour é a prova disso. Eduardo Suares, o Dudu, veio para o último grande ato da série desanimado, mas incentivado pela esposa Bruna deu a volta por cima para sair com um lindo troféu em mãos e, claro, uma bela forra.

Dudu não deu chance para o field de 405 entradas do torneio e assegurou a bagatela de R$ 27.000 após acordo no heads-up. “Dizer para você que é sensacional. Eu joguei dois torneios aqui antes. O Freezeout e o Warm-Up. Eu até fui bem, fiz uma estratégia, mas fiquei short e não consegui controlar mais, acabei caindo. Hoje eu fiz a mesma coisa, joguei em posição, firme, e deu certo”, contou o campeão.

O mesmo cenário aconteceu mais uma vez com Dudu durante a mesa final, mas desta vez, quando precisou, o baralho esteve ao lado dele antes de sacramentar uma grande arrancada. “Teve uma parte que eu tava bem short, mas depois que eu dei uma dobrada ali, dei uma bad beat no cara coitado, aí começou, eu runnei”, explicou.

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“Eu jogo há uns oito anos eu acho. O poker para mim é um passatempo, mais me divirto do que isso seja uma profissão ou algo do tipo. Eu sou focadinho, só não estudo muito”, contou Dudu sobre a relação com o poker. Inclusive, ele já virou expert em vencer torneios no último dia do SCPT.

“Na etapa passada, no último torneio, eu cravei também. Agora de novo. Vou ter que vir fazer isso pela terceira vez”, brincou sobre a etapa de janeiro que terá R$ 1 milhão garantido. Na parada de julho, Dudu venceu o Finale 8-Max, o último torneio da série. A nova empreitada agora foi mais complicada, pois ele enfrentou uma mesa final gabaritada no Main Event.

Nomes como Guilherme Trevisan, Mateus Carara, Marco Ferreira e Yuri Leite ficaram pelo caminho. O heads-up foi contra Alan Patrick Monegat. “Dedico para os meus amigos, para a minha esposa. Eu tava desacreditado e ela disse ‘vai lá que você consegue’. A cravada foi para ela”, finaliza Suares.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Eduardo Suares – R$ 27.000*

2º – Alan Patrick Monegat – R$ 24.000*

3º – Yuri Lopes Leite – R$ 14.500

4º – Marco Ferreira – R$ 10.000

5º – Lucas Piazza – R$ 7.400

6º – Leehey Barbosa – R$ 5.800

7º – Mateus Carara – R$ 4.200

8º – João Carlos Miranda – R$ 3.350

9º – Guilherme Trevisan – R$ 2.720

Confira o Poker de Boteco #114 com Anthony Temperine:

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Gabriel Esteves é o campeão do Progressive KO 6-Max; Gian Padoin fatura o Low Hyper no último ato

Dois torneios paralelos marcaram o fim da quarta etapa do circuito

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Gabriel Esteves

O último dia do Santa Catarina Poker Tour marcou emoção até o fim. Os jogadores que chegaram na última linha do Main Event tiveram outras oportunidades de sair do Favorita Golden com um título na bagagem e quem aproveitou com maestria foram os regulares Gabriel Esteves e Gian Padoin.

Eles foram os últimos campeões da série na madrugada deste domingo (19). O destaque vai para Esteves, o grande campeão do maior paralelo da noite, o Progressive KO 6-Max. O field de 102 entradas sob o buy-in de R$ 450 ficou no papo e ele embolsou um belo prêmio de R$ 7.600 para fechar a etapa com chave de ouro.

A mesa final contou com Samir Boabaid, Conderlei Lorenzetti, Rodrigo da Costa e Heriberto Arns Junior. O 3-handed teve Guilherme Ferreira e o heads-up foi contra Vitor Sergio Spilere.

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No Low Hyper, o torneio que sempre fecha as noites do Santa Catarina Poker Tour, a festa ficou com o jogador Gian Felisberto Padoin. O torneio com buy-in de R$ 170 e estrutura acelerada contou com um filed de 53 entradas. Padoin transformou o investimento em um bonito troféu para a estante e um prêmio de R$ 1.900 após acordo no HU.

O duelo final do troneio foi contra Jordano Bruno, jogador que acumulou mesas finais nesta etapa. O vice embolsou R$ 1.600. Patrick Luz, Fabiano Tortelli, Fernando Pescada e Heberton Soares completaram a faixa de premiação.

Confira a premiação dos finalistas Progressive KO 6-Max:

1º – Gabriel Esteves – R$ 7.600

2º – Vitor Sergio Spilere – R$ 4.250

3º – Guilherme Ferreira – R$ 2.450

4º – Heriberto Arns Junior – R$ 2.100

5º – Rodrigo da Costa – R$ 2.600

6º – Conderlei Lorenzetti – R$ 1.550

7º – Samir Boabaid – R$ 1.000

Confira a premiação do SCPT Low Hyper:

1º – Gian Padoin – R$ 1.900*

2º – Jordano Bruno – R$ 1.600*

3º – Patrick Luz – R$ 900

4º – Fabiano Tortelli – R$ 600

5º – Fernando Pescada – R$ 500

6º – Heberton Soares – R$ 400

Confira o Poker de Boteco #114 com Anthony Temperine:

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Jogando um torneio para mulheres pela primeira vez, Bárbara Dourado vence o inédito Damas do SCPT

O evento superou expectativas com um field de 30 entradas

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Bárbara Dourado
Bárbara Dourado

A quarta etapa do Santa Catarina Poker Tour foi batizada de “Pink Edition” pelo fato de realizar, pela primeira vez na história do circuito, um torneio exclusivo para as mulheres. O torneio especial batizado de “Damas” foi disputado domingo (18), o último dia do evento e terminou com a festa da jogadora Bárbara Dourado.

Ela foi a responsável por ficar com todas as fichas do field que contabilizou um expressivo número de 30 entradas para uma estreia. O buy-in de R$ 220 e o prêmio pelo título R$ 1.600. “É muito legal. É a primeira vez que eu jogo só com mulheres. Estou acostumada a jogar em clube sempre com homens, é difícil encontrar mulheres. Foi muito legal, estou bem feliz”, disse a campeã.

“Eu jogo há uns 15 anos mais ou menos. Eu e o meu marido começamos jogando online e a aí gente e conheceu o Floripa Poker, meu marido ama jogar. Começamos a ir em clube, parei de jogar online, agora só jogo presencial”, conta Bárbara.

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Sem o costume de jogar contra mulheres, Dourado precisou se adaptar ao field. “É um desafio jogar contra as mulheres, elas jogam muito diferente. Como foi a minha primeira vez, eu achei um desafio bem grande. É engraçado, a gente tem uma visão que é um jogo de pouco blefe. No próximo eu vou estar presente com certeza”, garantiu.

O torneio contemplou prêmio para cinco jogadores. Daiane Leal foi a primeira a se despedir dentro do dinheiro. Stefanie Zanotelli foi a bolha dos troféus. Thauane Medeiros ficou com o bronze e o heads-up foi contra Isa Pinheiro. “Eu conheço a Isa, já joguei com ela. Ela é dealer de um clube que eu jogo, mas nunca tinha feito uma mesa final com ela. Foi muito massa.

Confira os prêmios:

1º – Bárbara Dourado – R$ 1.600*

2º – Isa Pinheiro – R$ 1.200*

3º – Thauane Medeiros – R$ 1.000*

4º – Stefanie Zanotelli – R$ 500

5º – Daiane Leal – R$ 300

*deal no 3-handed

FT Damas SCPT

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Confira o Poker de Boteco #114 com Anthony Temperine:

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