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Poker de Boteco #19: Nayara Rocha fala sobre live e online, quase aposentadoria e relembra título em navio

A jogadora de São Paulo falou sobre dificuldades que teve na carreira

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A segunda temporada do Poker de Boteco, gravado no Portão 5 do estádio Morumbi, recebeu ilustres convidados. O capítulo #19 da série traz a jogadora Nayara Rocha, de São Paulo, num papo bem franco e descontraído. Regado de goles de cerveja, a paulista fez uma rápida passagem pela carreira e falou sobre alguns importantes assuntos.

Ela contou sobre o primeiro time que abriu a porta. “O Step Team foi primordial para a minha formação de jogadora online. Depois eu tive a oportunidade de aprender com grandes jogadores em outros times também. Passei um tempo no Samba, um tempo no Full. Sou grata ao que eu aprendi”, conta Nayara.

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O começo da carreira da “Naná” veio em outra modalidade. “Eu nasci no poker no cash game. Eu sou do live e migrei para torneio”, explica. Rocha também contou que a carreira dela nos torneios aconteceu com uma grande ajuda do jogador Daniel de Freitas, um dos nomes conhecidos do cenário live e que tem vários títulos em BSOP e CPH.

“Dentro do live eu acredito que eu me destaco mais do que o online. Tenho um destaque melhor no live. Tenho um prazer maior de jogar live do que online”, enxerga Nayara.

Em maio, no KSOP São Paulo, Nayara foi campeão do torneio Warm-Up. Na entrevista, ela revelou que quase parou de jogar poker por alguns motivos. “Existe variância no poker e ela é muito real. Quando você tem esses pilares (físico e emocional) um pouco defasados a chance da variância te pegar é maior”.

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“Sou grata a minha terapeuta porque fiz muita terapia. Eu pensei em desistir porque eu sou da música, meu coração vibra muito mais pela música do que pelo poker, mas eu amo poker e eu sempre galguei nessas minhas ideias ser uma grande jogadora de poker para poder investir na minha música independente”, completou.

“Ter muito ímpeto na mesa” foi uma das dicas de Nayara para as meninas que estão começando agora. “A gente sofre bastante. Hoje é muito menos, mas 10 anos atrás eu já chamei polícia em torneio de poker”, lembra. Ela contou uma história de uma atitude machista e desrespeitosa de um jogador em uma mesa de cash game.

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Uma das partes divertidas da conversa de Ytarõ com Nayara foi sobre a cravada no torneio 8-Max do Cruise Million em 2016. Ela ganhou R$ 46.500 nesse torneio que aconteceu no navio MSC Splendida. Ela achou que não receberia o buy-in dos investidores para jogar e engatou no bar. Quando já estava alterada, recebeu o aviso. A história trouxe bons desdobramentos até o título.

Por fim, Nayara escolheu a amiga Laura Cintra para compartilhar um hipotético heads-up no torneio mais importante da vida.

Confira o Poker de Boteco #19:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

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Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

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Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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