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Poker de Boteco #11: Elvis Renan revela que aprendeu a jogar poker pelo Orkut e fala sobre parceria com Neto Gol: “foi um pai”

O “Catholão” conversou sobre a carreira, Twitch e muito mais

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A temporada de entrevistas no quadro “Poker de Boteco” está chegando ao fim. Foram 11 capítulos diferentes, 12 entrevistados e muito papo legal dos jogadores com Ytarõ Segabinazzi durante o BSOP Millions de 2021. O último a ser lançado é o do divertidíssimo Elvis Renan, profissional reconhecido pelas mesas e também pela Twich.

O jogador do Pará contou que conheceu e começou a praticar o poker na extinta rede social Orkut. “O meu irmão mais novo me apresentou o jogo na época no Orkut, um jogo fictício. Eu falava pra ele que não queria saber desse jogo de “fresco”. Uns dias depois ele começou a me ensinar, beleza, comecei a jogar até pegar para 2013 já começar uma home game com os amigos”, conta Elvis.

O começo foi fazendo depósitos pequenos de US$ 5 a US$ 10 até que, três anos depois, o negócio ficou mais sério. “Em 2016 eu entrei no Mordor Team que hoje eu sou sócio, time do Neto Gol, joguei por quatro anos. Saí do Mordor em 2020, entrei no NeTTeam, joguei até 2021, aí comecei a carreira solo e virei sócio do Neto Gol. (Foi quando) Começou também os trabalhos na Twitch. Parece que faz muito tempo porque caiu muito rápido na graça da galera”, fala.

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Elvis está perto de completar apenas um ano na plataforma e o sucesso realmente aconteceu de forma meteórica. “Eu sempre acompanhei os streamers, o que eles fazem que a galera gosta. Fui pegando um pouquinho ali (de cada), um pouquinho do Luiz Torres”, disse o craque antes de encher de o “Raiz” de elogios. Ele também falou sobre o começo da carreira e o fato de jogar de tudo um pouco.

“Eu comecei no cash game de Hold’em, jogava os lives, na época não tinha Omaha, basicamente era só cash game de Hold’em. Jogava um MTT ali ou aqui. Eu vim do cash game ao vivo e comecei a mesclar o cash com online, MTTs, sit and go. Eu sempre tive resultados tanto no online como no ao vivo, mas não sei dizer qual o diferencial. Eu jogava e enfiava ficha”, analisa.

O “Catholão” também dedicou um tempo do papo para falar sobre Neto Gol, seu atual sócio que foi quem abriu as portas para ele no poker.

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“O Neto Gol foi o cara para mim no poker. Foi um pai. Comecei com ele em 2016 e tem uma base de confiança construída ao longo dos anos. O cara quando é o teu mentor de jogo às vezes ele não te ajuda só na parte do jogo, mas ajuda numa situação difícil, na vida, na família, ele é meio teu psicólogo. Com o passar do tempo a gente trocava muita ideia, ele me dava conselho, eu dava para ele”, diz Elvis.

“Foram quatro anos, é chão. No final da minha trajetória no Mordor Team como jogador eu fazia o que eu quisesse. Ganhei uma liberdade, ele confiava em mim, ele sabia que eu não ia fazer besteira com o dinheiro. Sempre fui um cara regrado”, conta. “Por incrível que pareça pela imagem que eu passo na live, parece que eu sou um pouco mais loki e tal, eu faço umas loucuras agora e tal, mas sempre fui um cara mais conservador”, acrescenta Elvis.

O craque também falou de forma divertida sobre esse último fator. “Teve esses momentos de forçar a barra e quebrar, mas isso é importante na carreira do jogador, serve de aprendizado. Eu nunca tive um hit muito grande no começo, você valoriza mais o dinheiro. Se eu tivesse ganhado um Sunday Million lá no comecinho eu tinha feito um monte de merda (risos)”.

Elvis também respondeu as perguntas tradicionais dessa temporada como o que tem de bom e pior do poker, pediu a liberação das falinhas no Brasil e montou uma mesa de bar com Yuri Martins, Ronaldinho Gaúcho e Gusttavo Lima.

Confira o “Poker de Boteco” com Elvis Renan:

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Confira o quadro Poker de Boteco #10 com Patrick Ulysséa:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

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Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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