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Poker de Boteco #08: Luiz Torres fala sobre relação com avô e revela a fatídica história dos entregadores de comida

O “Raiz” comentou a trajetória que resultou no sucesso conquistado na Twitch

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Bicampeão do Mundo Poker Awards na categoria “Melhor Streamer” e eleito o “Melhor Embaixador” de 2021, Luiz Torres dispensa comentários. O paulista de Santo André se tornou um dos maiores fenômenos da internet nesse nicho do poker e conquistou uma legião de fãs. Ele é o 8º convidado do Poker de Boteco do Mundo Poker.

Bom de copo e de resenha, o comunicativo profissional conversou por quase 30 minutos com Ytarõ Segabinazzi e grande parte do papo foi justamente sobre o sucesso atingido na Twitch. Antes patrocinado pelo Natural8 e agora pelo GGPoker, Luiz falou sobre o sentimento dessa conquista tão almejada ao longo da carreira.

“Foi um objetivo conquistado que foi bem difícil e que era meu grande sonho quando eu comecei a jogar poker online. Depois de 14 anos de carreira eu consegui e é bem gratificante”, disse o Raiz, lembrando de quando viu Rafael Caiaffa como embaixador do BestPoker. Ele também falou sobre as partes boas e ruins da profissão.

“A parte boa se sobressai bastante. Você conseguir os patrocínios, ser conhecido pela galera, você consegue conhecer muita gente. A parte ruim é estar exposto o tempo todo, para hater, coisa ruim, estar o tempo todo em evidência. Mas eu gosto bastante, de conversar com todo mundo, sou um cara bem comunicativo”, disse Torres.

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Em outro trecho, ele falou sobre a admiração que tinha por alguns nomes do passado, mas agora é reconhecido até pelos ídolos. “Lá no começo da carreira, não tão no comecinho, eu satelitei o BSOP Millions em 2013, eu lembro que eu vi a galera aqui. Akkari andava pelo saguão e eu ficava olhando. Hoje ele veio falar comigo, é muito legal isso. Eu nunca fui de tietar, de pedir foto, mas ficava olhando”, contou.

Criativo, Luiz Torres cativou o público com algumas invenções em suas transmissões para deixar a dinâmica bem interativa. Entre tantas ideias, o quadro preferido é o “Raiz Poliglota”, quando ele manda um vídeo no GGPoker usando a SnapCam e falando algo no idioma do adversário depois de uma aula rápida com o Google Tradutor.

No início do canal, Luiz batia no peito por ser um jogador que não estudava, mas ainda era ganhador. No ano passado, ele firmou uma parceria de estudos com a Cardroom Team, contrariando esse estigma criado. Ele explicou que uma downswing e o clima das transmissões foram os motivos para essa tomada de decisão.

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“Foi um negócio bem pensado. Eu passei o primeiro ano da minha live ganhando muito, com esse slogan de “poker raiz”, não estuda, não tem baralho colorido, não tem cadeira gamer, mas mesmo assim ganha. Primeiro ano ganhei, segundo também, depois entrei numa dowswing muito grande, galera perguntava sempre e o clima não mudava. Minha live ficou um negócio pesado”, relata em uma parte.

Raiz também falou sobre a relação com o avô, Paulo Julio, e a paixão pelo Palmeiras. Um mês depois da gravação, o grande incentivador de Luiz se tornar palmeirense veio a falecer. “Meu pai não era palmeirense, mas meu avô era e muito fanático. Ouvia jogo no radinho. Eu sou de 87, então em 93 ali. Quando o Palmeiras ganhou aquele título em 93, é a minha primeira lembrança de futebol, depois daquele dia eu virei palmeirense fanático. Sempre acompanhei junto com meu avô”.

No final do papo, Luiz Torres finalmente revelou a história completa dos entregadores de comida depois de um deslize ao mostrar seu próprio endereço em uma transmissão. No dia seguinte, na hora do almoço, mais de 15 motoqueiros tocaram a campanha do Raiz e ele teve que fingir que nada estava acontecendo para não dar corda para outras pessoas.

Confira o Poker de Boteco com Luiz Torres:

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Confira o quadro Poker de Boteco #07 com Victor Marques:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

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Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

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Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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