Poker de Boteco
Poker de Boteco #09: Em resenha cheia de personalidade, Andressa Lincoln e Laura Cintra relatam dificuldades da carreira
Capítulo em dose dupla une as duas jogadoras em papo sensacional
Elas são jovens, bem-sucedidas e de personalidades marcantes: Andressa Lincoln e Laura Cintra conquistaram seus espaços na comunidade do poker brasileiro com muito esforço e as pessoas sequer imaginam o enorme número de obstáculos que ambas precisaram passar para se estabelecer. Elas contaram detalhes incríveis no Poker de Boteco.
As duas jogadoras do interior de São Paulo tiveram em casa suas primeiras barreiras. Os pais delas não aceitavam (e não gostam até hoje) do interessa delas pelo jogo.
“A gente tem situações parecidas de não-aceitação só que quando você pega a vida dela e a minha é muito diferente o que aconteceu com ela e o que aconteceu comigo. A minha parada é que o meu pai queria que eu fizesse Direito e no começo que eu tava fazendo eu me apaixonei pelo jogo”, começa Andressa.
Ela contou situações de quando fingia ir para faculdade e ia para o clube de sua cidade, Sorocaba, jogar os torneios. “Acabava umas 22h (a faculdade) e duas da manhã eu cheia de ficha e meu pai “onde você está?” em dia de semana. Não era normal na minha vida sair de casa, ir para o boteco, eu não podia”. A solução era voltar correndo a distância de 1km e meio.
Na pior situação, numa dessas madrugadas, o pai simplesmente estava na porta do clube onde ela jogava. A mãe de Andressa falava que o poker “era coisa de prostituta”. “Era desesperador”, comentou. A situação de Laura com a família foi ainda pior e esses escapes para jogar simplesmente não eram possíveis segundo ela.
“Os meus (relatos) são muito tristes, é muito pesado, não é conversa para boteco. Minha mãe realmente me botou para fora de casa, fiquei sem ver minha família por dois anos. O buraco foi muito mais embaixo e eu não voltei. Eu falei que ia provar que eles estavam errados. Eu não tinha chave de casa e fiquei dormindo no carro durante uma semana na frente de casa. Foi muito bizarro”, conta em um trecho.
Andressa também lembrou como começou a se destacar. “Cidade pequena são sempre os mesmos jogadores, mas nunca é igual. Lá (Sorocaba) é igual. Não tinha GTO, não tem técnica. Ele sempre faz isso dessa maneira e ele nunca muda. O jogo começou a ficar muito face-up pra mim. Isso até foi ruim quando eu comecei a jogar fora de Sorocaba. Eu não tinha noção de um monte de coisa. Em Soracaba era isso, torneio de 30, 40 pessoas, eu acabei matando. Tinha quatro torneios por semana e eu jogava os quatro”, conta.
Perguntadas sobre as melhores viagens que já fizeram, Laura lembrou das várias que fez em parceria com o Enjoy, mas escolheu uma de Punta del Este, no Uruguai, que foi onde teve seu big hit de R$ 140.000. Andressa escolheu um evento no Caribe. “Era um grupo fechado, o resort era a gente. Piscina todo mundo junto, torneio todo mundo junto, foi um negócio muito gostoso”, além dela ter cravado o Ladies.
Ela também apontou o que vê de melhor e pior no poker. “A melhor coisa é amizade e a pior o ego. Briga de ego”, disse a sorocabana. “É um jogo de ego, não adianta. O live é muito mais ainda do que o online. Você vai levelar com a figura dela, não com os stats dela”, completa Cintra.
Em determinado ponto do Poker de Boteco, as duas interagiram bastante sobre alguns fatos de ser mulher numa comunidade tão dominada por homens.
“Por a gente ser mulher as pessoas prestam muita atenção na gente. Por incrível que pareça, eu sou extremamente tímida, eu odeio conversar com pessoas que eu não conheço. Grupo de machos, oito machos, eu fico introspectiva. Aí mandam mensagem que eu sou metida, arrogante na mesa. Um cara qualquer que senta para jogar ninguém fala nada, mas você como é a única mulher tem que ser simpática. Isso é muito frustrante”, explica Andressa, mas levando algumas falinhas de Laura na sequência.
Já no fim, as jogadoras falaram sobre as metas que têm para o futuro. Andressa escolheu em manter o tesão pelo jogo que tanto lutou para poder praticar e Laura foi mais à fundo.
“Eu não sinto que eu vou perder isso tão cedo, porque eu mesclo a vontade do game com outras. Pra mim nunca foi só o game. As pessoas não entendem muito bem isso porque eu não foco só no jogo. Tem outras coisas na minha vida que me completam. Paciência se eu demorar para ter não sei quanto mil troféus, hits, SharkScope lá no céu, etc. O business hoje é uma coisa que eu sou apaixonada. De metas a longo prazo, é com a minha empresa, triplicar o número de colaboradores que a gente, é mais no âmbito da profissão”.
O Poker de Boteco #09 com essa dupla ficou imperdível! Assista:
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Confira o quadro Poker de Boteco #08 com Luiz Torres:
Poker de Boteco
Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade
O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025
O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.
Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.
Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.
Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:
Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:
Poker de Boteco
Poker de Boteco #136: “Renegada” revela trajetória no poker, vínculo com a GGPoker e universo gamer; confira
O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025
A nona temporada do Poker de Boteco continua com convidados especiais conduzidos por Ytarõ Segabinazzi, criador e responsável pelo quadro, que há anos faz sucesso no site. Nesta sexta-feira, o episódio 136 recebe Mayara Sauer, mais conhecida como “Renegada”, como participante.
De origem nos games online, Mayara Sauer, atualmente embaixadora da GGPoker, chegou recentemente ao poker e vem se aventurando nas mesas virtuais. Renegada marcou presença no KSOP South America 2025, onde conversou com Ytarõ Segabinazzi sobre diversos temas.
LEIA MAIS: Poker de Boteco #135: Luis Brasil revela origem do apelido e explica origens do FuTTuro Poker Team
No início do bate-papo, ela contou como começou no poker e como recebeu o convite da maior plataforma de poker online do mundo para representá-la. Mayara também aproveitou os torneios do circuito, participando do divertido Invitational, toda maquiada de caveira.
Durante a conversa, ela explicou a origem de seu apelido “Renegada”, falou sobre a criação de conteúdo no YouTube, comentou como suas habilidades no jogo Call of Duty podem ser aplicadas no poker, além de compartilhar detalhes sobre sua vida no Rio de Janeiro e no mundo dos gamers. Confira o bate-papo completo de 23 minutos!
Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:
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Poker de Boteco #135: Luis Brasil revela origem do apelido e explica origens do FuTTuro Poker Team
Luis foi a convidado #135 do episódio do quadro comandado por Ytarõ Segabinazzi
O lounge Resenha KSOP reuniu grandes atletas durante o último KSOP South America. Na companhia de Ytarõ Segabinazzi, nomes importantes do cenário nacional participaram das gravações da nona temporada do Poker de Boteco, e o episódio 135 chega com Luis Brasil.
Enquanto o Mundo Poker já se prepara para as gravações da décima temporada, Luis Brasil já está aproveitando ao máximo a edição 2026 do KSOP South America. Ele já garantiu o título do R$ 3k Freezeout e está em busca de mais bons resultados até o fim da etapa.
Luis abriu o tópico falando sobre a relação com o jogo Age of Mythology, que gerou um de seus mais comuns apelidos por conta do personagem Hersir, e também explicou as origens do FuTTuro Poker Team, que vem representando nas mesas do KSOP.
Vários outros tópicos ao longo de 46 minutos de conversa envolveram a famosa resenha de Luis na van com comediantes, o investimento em Bitcoin, o “curso avançado do coração das cartas” e muito mais. Sem mais delongas, confira o episódio 135:
Confira o Poker de Boteco #135 com Luis Brasil:
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