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Poker de Boteco #04: Pedro Padilha passa o pente fino na carreira e conta histórias hilárias do passado

O craque do Samba Team protagonizou um papo muito divertido

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O novo capítulo do quadro “Poker de Boteco” é com um participante à altura da proposta: Pedro Padilho. Bom de copo e de resenha, o jogador paulista teve uma conversa super interessante e divertida com Ytarõ Segabinazzi. Dá para entender de um bom jeito como Padilha enxerga a carreira e o meio onde está, além de conhecer mais sobre a vida pessoal dele.

A carreira do profissional começou no QG Akkari Team. Foi lá onde o craque percebeu, de imediato, o que era exatamente necessário para construir um futuro no jogo.

“Eu sempre falo que uma das coisas que me beneficiaram assim no início da minha carreira foi que eu já comecei entendendo que a parada não era o glamour, que era ter que trabalhar muito. Foi o que eu fiz. Todo mundo que trabalhava comigo falava que eu era exemplo nesse sentido. Eu era o primeiro a chegar, último a sair e não faltava um dia de grind”, lembra.

Padilha também explica que não houve um ponto crucial para ajudar no processo. “Eu acho que eu nunca tive um divisor de águas, foi degrau por degrau. Eu acho que o grande ponto foi nunca buscar um divisor de águas. Fui vivendo, trabalhando, fazendo o que tinha que fazer. Fui agindo de acordo com as minhas convicções. Muitas vezes elas foram questionadas”, conta em um trecho.

VEJA MAIS: Poker de Boteco #01: Paulo Joanello relembra a emoção do bracelete e surpresa ao chegar em casa: “nunca imaginei”

Um momento interessante foi sobre a participação no gigantesco Poker Players Championship de US$ 25.000. Padilha terminou em 10º naquele torneio, mas não teve emoções tão mexidas por conta dessa participação. Sem deslumbramento, sem reações exageradas. Ele encarou como mais um torneio qualquer.

“Acho que não, foi um grande torneio. Eu caí do torneio e foi como se eu tivesse caído de um torneio qualquer. Minha experiência mais louca da vida eu acho que foi quando eu ganhei meu primeiro torneio de série online, sabe? Foi um SCOOP lá em 2012. Fazia uns quatro meses que eu tava no QG Akkari Team. Era um dia que eu não ia grindar, fui sozinho numa sexta-feira e o torneio durou umas 17 horas, fiquei lá do começo ao fim”.

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Ele também comentou sobre a forma natural que o fez ter muitos amigos no mesmo: a simplicidade. “O meio do poker é complicado. Tem muita gente tentando ser o que não é, dizendo alguma coisa que não faz pra tentar parecer mais complexo, mais glamouroso do que realmente é. Eu prefiro ser quem eu sou e acho que isso me aproxima um pouco da galera”, aponta.

O quadro ainda teve histórias hilárias. Antes integrante de um grupo de pagode, Padilha contou uma experiência vivida no JUCA (Jogos Universitários de Comunicação e Artes), uma vivência com Victor Marques que teve até cama quebrada e um susto que levou de Gabriel Otranto durante o QG Akkari Team.

No final, ele escolheu as três pessoas que gostaria de sentar numa mesa de bar. Tem ídolo do pagode, técnico de futebol e lenda do poker numa mistura épica!

Confira o “Poker de Boteco” com Pedro Padilha:

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Confira o episódio #03 do Poker de Boteco:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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