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WSOP: Phil Hellmuth critica nível dos finalistas em mesa final do US$ 10k Omaha Hi-Lo: “jogam tão mal”

Hellmuth acabou eliminado na sétima colocação e criticou bastante os jogadores vivos no torneio

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World Series Of Poker
Phil Hellmuth (crédito: WSOP)

76. Esse é o número de mesas finais em torneios da WSOP que Phil Hellmuth alcançou, de acordo com o próprio americano—embora alguns jornalistas afirmem que esse número, na verdade, ultrapassa os 80. E em 2026 ele já anotou uma participação, ficando na sétima colocação do Evento #09, o US$ 10.000 Omaha Hi-Lo 8 or Better.

Recordista de braceletes na WSOP com 17, Hellmuth continua na corrida para acumular mais títulos na série mundial. Ele levou US$ 54.214, mas saiu decepcionado com a oportunidade desperdiçada. O que chamou a atenção, no entanto, foram as declarações do americano após cair do torneio em uma entrevista para a PokerGO. E ele foi enfático: os jogadores da mesa final eram péssimos.

Hellmuth foi perguntado se ‘merecia’ ter conquistado a 18ª joia. “Merecer é uma palavra ruim. Eu sou rico, famoso, tenho tudo. Mas eu vi tanta gente jogar tão mal por tanto tempo. Foi chocante. E eles sobreviveram contra mim. Da perspectiva do poker, eu não merecia ser eliminado. Eles jogaram tão mal. Eles não entendem o jogo. Me lembra NLHE quando eu cai em quarto e vi todo mundo jogar tão mal. Na verdade tem dois caras jogando muito bem. Eu não merecia cair olhando pelo lado do poker”, declarou sem medir palavras.

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O mais curioso sobre as declarações de Hellmuth era de que, na teoria, o field era estrelado. Entre os 12 primeiros jogadores do torneio, apenas um deles não possuía um bracelete da WSOP em seu currículo. Josh Arieh, Robert Mizrachi, Dylan Weisman, James Obst, Ryam Bambrick e Scott Clements (que acabou vencendo o torneio) são todos multicampeões na série mundial. Mas Hellmuth não quis saber de medir palavras:

“Eu não tinha percebido que eles não entendem Omaha Hi-Lo. Eu assisti os profissionais jogando errado por dois dias. Achei que era minha hora. Tenho muitas traves no Omaha Hi-Lo. Mas claro, se tem a galera que ‘fala’ que eu sou muito bom no poker, contra esse field… eu deveria jogar melhor. Não deveria ter acabado assim”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

Jornalista apaixonado pelo esporte da mente há mais de uma década que torce para o São Bernardo e gosta de hambúrguer.

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WSOP: Renan Bruschi carimba a vaga no Dia 3 do Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Roller NLHE

A missão vai ser dura para o brasileiro, mas ele permanece vivo

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Renan Bruschi (crédito: WSOP)

64 jogadores avançaram ao Dia 3 do Evento #11 da WSOP, o US$ 10.000 GGMillion$ High Roller No-Limit Hold’em, e tem brasileiro na disputa. Renan Bruschi continua batalhando entre alguns dos principais nomes do mundo, mas terá de remar bastante durante esta quarta-feira.

Renan conta com 110.000 fichas em seu stack e aparece na última colocação do chip count geral. O outro brasileiro a alcançar a zona de premiação foi João Simão, eliminado em 70º com US$ 19.999 na conta.

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O Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Roller No-Limit Hold’em somou um total de 627 entradas. O chip leader atual é o russo Anatoly Nikitin com 2.825.000, e a lista de nomes conhecidos ainda em jogo é alta: Joey Weissman, Andrew Lichtenberger, Roman Hrabec e Zdenek Zizka são craques que aparecem muito bem posicionados no chip count.

O torneio retorna a partir das 16h do horário de Brasília, com blinds em 10.000 / 25.000 e big blind ante. Os jogadores ainda vivos já garantiram US$ 19.999, enquanto o campeão vai ficar com a forra de US$ 1.089.964 e o cobiçado bracelete da WSOP.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Michael Casella, Scott Clements e Karapet Galstyan faturam seus braceletes em Las Vegas

Mais campeões foram consagrados em Las Vegas.

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Créditos: WSOP

As emoções seguem acontecendo na WSOP, em Las Vegas, e mais campeões sendo definidos, diariamente. O americano Michael Casella cravou o Evento #08 US$ 1.500 Badugi. Outro player dos Estados Unidos, Scott Clements, ficou com o Evento #09 Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship. E no Evento #10, Karapet Galstian, compatriota dos outros dois, levou a melhor e ganhou seu bracelete.

Evento #08: US$ 1.500 Badugi

Michael Casella. Créditos: Jess Beck/WSOP.

Foi com ótima atuação que o primeiro bracelete de Michael Casella veio. O jogador americano é conhecido por jogar xadrez a vida toda e passou a se empenhar nas cartas nos últimos anos. Casella colecionava apenas quatro premiações na WSOP, mas isso mudou no Evento #08: US$ 1.500 Badugi. O jogador passou por um field e 554 registros e ficou com o título, garantindo a quantia de US$ 141.963.

Após cravar o torneio, Michael Casella demonstrou sua confiança na reta final do torneio, mesmo em uma mesa cheia de detentores de bracelete. “Foi uma luta de quatro com eu, Scott Seiver, Nick Schulman e Yuri Dzivielevski, e que eu venceria todos eles.” O jogador também, valorizou seu tempo de xadrez e falou da importância. “Competi no xadrez a vida toda. É muito exigente física e emocionalmente, então consigo lidar melhor com o poker, principalmente no heads-up”, afirmou.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Michael Casella (Estados Unidos) – US$ 141.963
2º – Nick Schulmann (Estados Unidos) – US$ 94.607
3º – Scott Seiver (Estados Unidos) – US$ 62.920
4º – Gary Benson (Austrália) – US$ 42.815
5º – Brant Hale (Estados Unidos) – US$ 29.824
6º – Stephan Nussrallah (Estados Unidos) – US$ 21.279

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Evento #09 US$ 10.000 Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship

Scott Clements. Créditos: Eloy Cabacas/WSOP.

Conquistar um bracelete da WSOP já é algo gigante na carreira de um jogador, faturar quatro então, é histórico. Foi o que aconteceu com o americano Scott Clements, que faturou seu quarto título na série, ao superar um rápido heads-up e faturar sua maior premiação em torneios live desde 2007, que foi de US$ 450.176.

O player, inclusive, já é muito conhecido no circuito. Clements acumula 80 prêmios e 30 mesas finais desde 2005 na WSOP. Seu primeiro título veio em 2006, quando levou o Omaha Hi-Lo US$ 3.000. Na versão de US$ 10.000, bateu na trave algumas vezes, mas conseguiu alcançar o topo em 2026.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Scott Clements (Estados Unidos) – US$ 450.176
2º – Dylan Weisman (Estados Unidos) – US$ 299.228
3º – Todd Brunson (Estados Unidos) – US$ 203.242
4º – James Obst (Austrália) – US$ 141.126
5º – Nam Le (Estados Unidos) – US$ 100.231
6º – Ryan Bambrick (Estados Unidos) – US$ 72.849
7º – Phil Hellmuth (Estados Unidos) – US$ 54.214

Evento #10: US$ 600 Deepstack No-Limit Hold’em

Karapet Galstyan. Créditos: Jess Beck/ WSOP.

Ao fim do duelo final no Evento #10 US$ 600 Deepstack No-Limit Hold’em, Karapet Galstyan pegou o celular e mandou mensagem para sua esposa, pessoa que sempre o incentivou: “Eu ganhei”. Foi este o primeiro ato do americano, que faturou seu segundo bracelete na série mundial e ainda levou para casa o prêmio de US$ 259.829.

Karapet Galstyan falou sobre suas estratégias durante o torneio e citou um jogador poderia ser seu rival. “Luis Yepez Carmona era minha maior ameaça. Fui observando meus adversários com atenção e identificando suas tendências. É incrível. Que diferença faz ganhar um evento ao vivo e levar tanto o prêmio em dinheiro quanto a pulseira”, falou.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Karapet Galstyan (Estados Unidos) – US$ 259.829
2º – Joshua Lusby-Angvick (Estados Unidos) – US$ 173.067
3º – Russel Giordano (Estados Unidos) – US$ 128.446
4º – Joseph Sia (Filipinas) – US$ 96.106
5º – Kenneth Baime (Estados Unidos) US$ 72.500
6º – Luis Yepez Carmona (Venezuela) – US$ 55.145
7º – Michael Wagner (Estados Unidos) – US$ 42.295
8º – Nelson Chew (Estados Unidos) – US$ 32.713
9º – Omri Zaidman (Estados Unidos) – US$ 25.517

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WSOP: Yuri Dzivielevski e Pedro Bromfman carimbam vaga no Dia 2 do Evento #17 US$ 10.000 No-Limit 2-7 Championship

Dupla brasileira terá um stack confortável no retorno do torneio

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Yuri Dzivielevski (crédito: Monique Marestein/WSOP)

A WSOP chegou ao seu oitavo dia nesta terça-feira (02) e a grade de torneios da série trouxe diversas opções para os jogadores. Uma das principais era o Evento #17, o US$ 10.000 No-Limit 2-7 Lowball Draw Championship, a competição mais importante nessa modalidade. E dois brasileiros começaram com o pé direito.

Yuri Dzivielevski e Pedro Bromfman conseguiram a classificação para o Dia 2 do torneio após 10 níveis de jogo no dia inicial. Com 134 entradas no total até o momento, o torneio foi paralisado com 61 jogadores no field e os dois brasileiros terminaram com stacks confortáveis.

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Yuri anotou mais um Dia 2 na série ao passar com 108.000 fichas. Já Pedro Bromfman, que tem um bracelete da WSOP exatamente neste torneio, conquistado em 2022, avançou com 89.500 fichas. Entre os melhores stacks, o destaque fica para Daniel Negreanu, que passou com 311.000 fichas.

O Evento #17 US$ 10.000 No-Limit 2-7 Lowball Draw Championship retorna amanhã para o Dia 2 às 13h de Las Vegas, 17h do Brasil, nos blinds 1.500 / 3.000. As entradas são permitidas por mais um nível e, posterior a isso, a WSOP vai divulgar a premiação em jogo.

Pedro Bromfman (crédito: Travis Ball/WSOP)

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